Sexta-feira, 10 de Julho de 2015

ENTÃO É ASSIM:

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publicado por Maria Brojo às 12:40
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PAÍSES NÓRDICOS - ALÉM QUE SABIA MAS NÃO VIRA

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Fiorde Mäla­ren

 

 

 

Cheguei a esta idade sem nunca testemunhar a paisagem e o propalado way of life da Noruega e da Suécia. E a falta que me fazia nas trocas de ideias sobre os povos lá no cimo da Europa que se estiveram «nas tintas» para o euro… Espertalhões os maganos!

 

 

 

Deliberadamente, linguagem corriqueira que me dá infinito prazer devido ao estar geralmente empinado das gentes norueguesas e suecas: calados, parcos em agradecimentos e saudações que os latinos esbanjam – benza-nos Deus! –, relutantes em prestar informações seja na língua deles que ignoro e na recusa do uso do inglês que falam, I presume, melhor que nós. Abanam a cabeça da esquerda para a direita e não tugem nem mugem. A modos como os espanhóis mesmo quando lhes falamos em «portunhol». É evidente que somente lidei com o povão, mas se o meu se esforça na ajuda, o deles, jamais. Como se a altivez fosse substantiva diferença no top ten de importância dos países europeus.

 

 

 

«Pormaior» a não esquecer: alguns suecos roubam notas alheias muito pior que os nossos larápios encartados. Exemplo: após visita à imponente e dourada Prefeitura, sede das comemorações anuais dos Prémios Nobel, o «rebanho» foi direto para a loja do edifício. Apenas cobicei um magnete para acrescer a coleção dos que possuo vindos dos lugares da «estranja» onde permaneço. Paguei em euros, recebi menos de metade do troco devido. Reclamei. Silêncio da vendedora. Mandou-me avançar. Obedeci – o enjoo pelo descaro e pela «gentiaga» de muitas partes do mundo e por coroas isentas de serventia foram razões.

 

 

 

Sem espaço para qualquer dúvida, a geografia esmerou-se na formosura da paisagem que a noruegueses e suecos concedeu. De acordo com a sábia regra que afirma estar uma qualidade associada a um defeito, o sol penalizou-os com um clima de excessos – muita noite e pouco dia ou dia sem fim e noite quase reduzida a zeros em intervalo de tempo curto no ano. Tive a bênção de assistir às sobras do sol da meia-noite, a um navio de tonelagem impressiva rasar as sucessivas ilhas e à folhagem da belíssima vegetação de grande porte se colar às varandas mais baixas do resort flutuante. Impossível (…)

 

 

 

Nota - Texto integral aqui.

publicado por Maria Brojo às 12:11
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Domingo, 21 de Junho de 2015

SEJA BEM APARECIDO SR. VERÃO!

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Anna Halldin-Maule

 

 

 

Começa hoje o verão às 18 horas e 16 minutos com muito calor. Solstício de verão é um fenómeno astronómico que marca o iníco desta nova estação. Corresponde ao instante em que o Polo Norte apresenta uma inclinação de 23,5º em direção ao Sol, enquanto no solstício de inverno o Polo Norte fica afastado do Sol com uma inclinação de 23,5º. O termo solstício tem a sua origem no latim solstitius que significa "ponto onde a trajetória do sol aparenta não se deslocar". Consiste em sol + sistere que significa "parado".

 

 

 

No solstício de verão ocorre o dia mais longo do ano e consequentemente a noite mais curta, em termos de iluminação por parte do Sol. No hemisfério norte e este ano, acontece a 21 de junho e o solstício de inverno nos dias 21 ou 23 de dezembro. Os dias e horas em que ocorrem os solstícios não são iguais devido à velocidade atingida pela Terra na órbita elíptica. A viagem é mais rápida quando a Terra está mais próxima do Sol (periélio) do que quando está mais distante (afélio).

 

 

 

O solstício acontece graças aos fenómenos de rotação e translação do planeta Terra que distribui a luz solar de forma desigual entre os dois hemisférios. O solstício de inverno significa que a luz do sol não incide com tanto fulgor no hemisfério em questão. São fenómenos opostos dependendo do hemisfério em que um determinado país se encontra. Por isto, quando é inverno no hemisfério sul, é verão em Portugal.

 

 

 

Os solstícios estão relacionados com esoterismo e para muitas culturas têm simbolismo relevante. Nelas, o solstício de verão é motivo de grande alegria, porque representa a vitória da Luz sobre a Escuridão.

 

 

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

 

 

publicado por Maria Brojo às 11:50
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Sábado, 20 de Junho de 2015

"CANALHÍADAS”

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Kenney Mencher

 

 

"I

 

As sarnas de barões todos inchados

Eleitos pela plebe lusitana

Que agora se encontram instalados

Fazendo o que lhes dá na real gana

Nos seus poleiros bem engalanados,

Mais do que permite a decência humana,

Olvidam-se do quanto proclamaram

Em campanhas com que nos enganaram!

 

II

 

 

E também as jogadas habilidosas

Daqueles tais que foram dilatando

Contas bancárias ignominiosas,

Do Minho ao Algarve tudo devastando,

Guardam para si as coisas valiosas

Desprezam quem de fome vai chorando!

Gritando levarei, se tiver arte,

Esta falta de vergonha a toda a parte!

 

III

 

 

Falem da crise grega todo o ano!

E das aflições que à Europa deram;

Calem-se aqueles que por engano

Votaram no refugo que elegeram!

Que a mim mete-me nojo o peito ufano

De crápulas que só enriqueceram

Com a prática de trafulhice tanta

Que andarem à solta só me espanta..

 

IV

 

 

E vós, ninfas do Coura onde eu nado,

Por quem sempre senti carinho ardente,

Não me deixeis agora abandonado

E concedei engenho à minha mente,

De modo a que possa, convosco ao lado,

Desmascarar de forma eloquente

Aqueles que já têm no seu gene

A besta horrível do poder perene!"

 

 

Luíz Vais Sem Tostões

 

publicado por Maria Brojo às 12:59
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Sexta-feira, 19 de Junho de 2015

FILHOS ABANDONADOS NA GUERRA COLONIAL

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Keith Mallet – “Black is Black, male”  Keith Mallet – “Black is Black, female”

 

 

 

“Esta é a história de um furriel português que foi viver para a sanzala e que foi feliz na guerra. E de um filho angolano que sempre viveu incompleto. Afinal, o pai de Jorge existe e foi ao seu encontro.”

 

 

Poderia recontar a história. Sempre incompleta pelos detalhes e fotografias que, omissos, subtraem emoção e veracidade a este testemunho de um ex-combatente no início dos anos setenta em Angola.

 

 

Deixo a ligação. Leitura que recomendo vivamente. A História Portuguesa merece. Os cidadãos que somos também.

 

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

 

 

publicado por Maria Brojo às 09:06
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Quinta-feira, 18 de Junho de 2015

EÇA E O VERBO ‘SURDIR’

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Van Gogh - Wood Gatherers in the Snow

 

 

 

Em pelo menos dois momentos da “Cidade e as Serras”, o Eça usa o verbo surdir. Uma das vezes é no capítulo 10º quando Zé Fernandes, em vésperas de regressar a Guiães, anuncia a Jacinto duas semanas de água e a serra toda a escorrer. Zé Fernandes percebera o vento de sudoeste e gralhas a grasnar pelos soutos em redor de Tormes.

Foi quando surdiu por detrás da parede do alpendre, um rapazito muito rotinho, muito magrinho a quem Silvério há-de enxotar como se fora um pássaro enquanto explica a Jacinto que o achara muito amarelo, doente e enfezado sendo a razão daquele aspeto muita miséria: _ Quando há um bocadito de pão é para muito rancho. Fomezinha, fomezinha.

 

 

 

Temos pois no capítulo décimo a palavra surdiu e já há a temos antes quando entrados de comboio em Portugal Zé Fernandes interpela o amigo: _ Acorda, homem, que já estás na tua terra!

“Jacinto desembrulhou os pés do meu paletó, cofiou o bigode, e veio sem pressa, à vidraça que eu abrira, conhecer a sua terra.

_ Então é Portugal, hem?... Cheira bem.

_ Está claro que cheira bem, animal!

A sineta tilintou languidamente. E o comboio deslizou, com descanso, como se passasse para seu regalo sobre as duas fitas de aço, assobiando e gozando a beleza da terra e do céu.

Destapamos o cesto de D. Esteban de onde surdiu um bodo grandioso, de presunto, anho, perdizes, outras viandas frias que o ouro de duas nobres garrafas de Amontilado, além de duas garrafas de Rioja, aqueciam com um calor de sol Andaluz. (…)

 

 

Jacinto confiava ao amigo: _ Vamos lá ver que cozinheiro me arranjou o Silvério. Eu recomendei que fosse um soberbo cozinheiro português, clássico. Mas que soubesse trufar um peru, afogar um bife em molho de moela, estas coisas simples da cozinha de França!... O pior é não te demorares, seguires logo para Guiães...

 

 

A sineta repicou... E com um belo fumo claro o comboio desapareceu pôr detrás das fragas altas. Tudo em torno pareceu mais calado e deserto. Ali ficávamos pois baldeados, perdidos na serra, sem Grilo, sem procurador, sem caseiro, sem cavalos, sem malas! Eu conservava o paletó alvadio, de onde surdia o Jornal do Comércio. Jacinto, uma bengala. Eram todos os nossos bens!

O Pimentão arregalava para nós os olhinhos papudos e compadecidos. Contei então àquele amigo o atarantado trasfego em Medina sob a borrasca, o Grilo desgarrado, encalhado com as vinte e três malas, ou rolando talvez para Madrid sem nos deixar um lenço...

-Eu não tenho um lenço!... Tenho este Jornal do Comércio. É toda a minha roupa branca.

Grande arrelia, caramba! – murmurava o Pimenta, impressionado. – E agora?

-Agora – exclamei – é trepar para a Quinta, à pata... A não ser que se arranjassem aí uns burros.

Então o carregador lembrou que perto, no casal da Giesta, ainda pertencente a Tormes, o caseiro, seu compadre, tinha uma boa égua e um jumento... E o prestante homem enfiou numa carreira para a Giesta – enquanto o meu Príncipe e eu caíamos para cima dum banco, arquejantes e sucumbidos, como náufragos. O vasto Pimentinha, com as mãos nas algibeiras, não cessava de nos contemplar, de murmurar: - “É de arrelia”. –O rio defronte descia, preguiçoso e como adormentado sob a calma já pesada de Maio, abraçando, sem um sussurro, uma larga ilhota de pedra que rebrilhava. Para além a serra crescia em corcovas doces, com uma funda prega onde se aninhava, bem junta e esquecida do mundo, uma vilazinha clara. O espaço imenso repousava num imenso silêncio. Naquelas solidões de monte e penedia os pardais, revoando no telhado, pareciam aves consideráveis. E a massa rotunda e rubicunda do Pimentinha dominava, atulhava a região.

-Está tudo arranjado, meu senhor! Vêm aí os bichos!... Só o que não calhou foi um selinzinho para a jumenta!

Era o carregador, digno homem, que voltava da Giesta, sacudindo na mão duas esporas desirmanadas e ferrugentas. E não tardaram a aparecer no córrego, para nos levarem a Tormes, uma égua ruça, um jumento com albarda, um rapaz e um podengo. Apertamos a mão suada e amiga do Pimentinha. Eu cedi a égua ao senhor de Tormes. E começamos a trepar o caminho, que não se alisara nem se desbravara desde os tempos em que o trilhavam, com rudes sapatões ferrados, cortando de rio a monte, os Jacintos de século XIV! Logo depois de atravessarmos uma trémula ponte de pau, sobre um riacho quebrado pôr pedregulhos, o meu Príncipe, com o olho de dono subitamente aguçado, notou a robustez e a fartura das oliveiras... – E em breve os nossos males esqueceram ante a incomparável beleza daquela serra bendita!”

 

 

 

NOTA – Inspiração aqui.

 

 

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

 

 

publicado por Maria Brojo às 08:00
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Terça-feira, 16 de Junho de 2015

LÂMPADAS DE BAIXO CONSUMO – VANTAGENS E RECICLAGEM

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Antes de desenvolver o tema das lâmpadas de baixo consumo, mais precisamente das suas vantagens e da sua preocupação com o meio ambiente, é necessário mencionar como tudo começou na história da humanidade. As primeiras lâmpadas, incandescentes, foram da autoria do norte-americano Thomas Edison. Surgiram em 1879, na necessidade de substituir as lâmpadas domésticas que provinham da chama de gás.

 

 

 

O assunto das lâmpadas de baixo consumo, ou como são conhecidas no mercado, das lâmpadas fluorescentes, ainda é cético para alguns. Mas a verdade é que estas lâmpadas para além de protegerem o meio ambiente, pois está demonstrado que consomem menos corrente elétrica, também permitem às pessoas manter a mesma qualidade de vida a um custo muito mais reduzido. Para perceber esta diferença é necessário primeiro divulgar como cada uma destas lâmpadas funciona.

 

 

 

As lâmpadas incandescentes consistem num invólucro de vidro onde no seu interior existe um filamento de volfrâmio através do qual passa a corrente elétrica. O volfrâmio tem uma elevada temperatura de fusão - 3422ºC - o que significa que pode ser aquecido até uma elevada temperatura sem fundir. Quando a corrente passa por estes filamentos, os eletrões ficam ainda mais energéticos e como não podem permanecer nesse estado, ao voltarem ao seu estado normal, libertam a energia que recebem em excesso. Podemos constatar assim que, quanto mais tempo uma lâmpada incandescente permanece ligada, maior é a libertação pelos filamento de energia, pois a temperatura exterior da lâmpada aumenta cada vez mais.

 

 

 

Com o desenvolvimento da sociedade e da preocupação em preservar o ambiente surgiram as lâmpadas fluorescentes. São constituídas por um tubo de vidro que contém uma baixa concentração de vapor de mercúrio que absorve a radiação produzida e emite luz visível. Quando a corrente elétrica é ligada, os eletrões tornam mais energéticos os átomos de mercúrio que, ao voltarem ao seu estado normal, emitem fotões, ou seja, radiação ultravioleta. Esta, por sua vez, é absorvida pela apatite do revestimento no interior do tubo. Emite-se assim luz de forma segura, com mais potência que as lâmpadas incandescentes e onde se pode verificar que, através da sua utilização por um período alongado as emissões de calor são bem mais reduzidas que as das lâmpadas incandescentes.

 

 

 

Numa análise de comparação de dados, verifica-se que o rendimento de uma lâmpada incandescente é de 5% (transforma 5% da corrente que recebe em luz visível) enquanto as lâmpadas fluorescentes rendem cerca de 20%. Daqui decorre que as lâmpadas fluorescentes são 4 vezes mais económicas que as outras.

 

 

 

Quebra e reciclagem de uma lâmpada de baixo consumo

 

 

Ao partir uma lâmpada fria, é libertada uma pequena quantidade de mercúrio em forma de gotas. As gotas caem rapidamente no chão, juntamente com os pedaços da lâmpada partida, por exemplo, vidro partido. Se partir uma lâmpada quente, é libertado para o ar algum mercúrio em estado gasoso.

 

 

Recomendações para quando se parte uma lâmpada fria ou quente

 

 

 

Recolha os pedaços da lâmpada partida, usando, por exemplo, um bocado de papel duro ou cartão, e coloque-os num frasco de vidro com tampa. De seguida, limpe o chão com um pano húmido. Coloque o pano num frasco de vidro, feche bem e coloque uma etiqueta com a devida informação, por exemplo: "poderá conter mercúrio de uma lâmpada de baixo consumo". Coloque o frasco em instalações de reciclagem adequadas para resíduos prejudiciais ao ambiente. Não utilize o aspirador. Existe o risco do aspirador vaporizar as gotas de mercúrio para o ar, aumentando o risco de inalação.

 

 

 

 

Segundo uma notícia do jornal Svenska Dagbladet, estima-se que cerca de 200 000 lâmpadas de baixo consumo contendo mercúrio estão a ser introduzidas, por erro, nos contentores de vidro comum para reciclagem. Não se sabe quantas são introduzidas na recolha normal de resíduos urbanos.

 

 

 

A notícia do Svenska Dagbladet mostra que tanto os consumidores como as empresas responsáveis no sector revelam um desconhecimento preocupante do modo como devem ser tratadas as lâmpadas de baixo consumo. De que modo tenciona a Comissão controlar que as informações fornecidas aos consumidores cheguem efetivamente ao seu destino?

 

 

 

Tem a Comissão Europeia conhecimento da percentagem de lâmpadas de baixo consumo recicladas corretamente nos diferentes Estados-Membros da UE? Caso contrário, de que modo tenciona a Comissão averiguar esta questão? Que medidas tenciona a Comissão Europeia adotar em resposta a esta gestão escandalosa de resíduos, que envolve, inclusivamente, uma substância tão perigosa como o mercúrio, e para garantir uma recolha correta das lâmpadas de baixo consumo?

 

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

 

 

publicado por Maria Brojo às 11:24
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Segunda-feira, 15 de Junho de 2015

TULIPAS DA ALMA

Mike Bougher, autor que não foi possível identificar

 

São tulipas. Num ramalhete, verdes finos, outros carnudos, tons de rosa e de roxo desmaiados - tons pastel, digo.  Oferta de gente linda que partilha comigo o trabalho/gosto. E quem não gosta de receber flores como símbolo de afectos construídos com verdade transparente nos gestos, entre eles a transmissão de saberes jamais arrogante, mas disposta a com todos aprender?

 

Porque o conhecimento não livresco é adquirido com aqueles onde descortinamos valias sábias, nos povoados grandes ou pequenos, do pastor ao idoso na fila do Centro de Saúde ou do autocarro, o segredo é conversa atenta. Quem nos outros concentra interesse, intui num ai quais as pessoas com muito para ensinar. A curiosidade encomenda o resto: entabular conversa, ouvir muito e pouco fala. E as pessoas escolhidas optam entre o silêncio e a dádiva das experiências relatadas. Também o silêncio permite aprendizagens e motiva questões: porque se recolhe no mutismo, porque alarga as fronteiras entre o ser e o dos demais. Se bem observarmos, alguns afastam-se e procuram espaço onde corpos alheios estejam afastados. Incapacidade de partilha social ou necessidade básica de preservar recolhimento individual?

 

Sou mulher viciada no perscrutar, não no estereotipado estilo da porteira ou da vizinha que o alheio vigia por detrás das cortinas. Interessam-me almas sem que me atreva a julgá-las. Entendê-las, sim. Por isto não me distraio de quem comigo se cruza ou segue ao lado ou à frente. Daqui as tulipas frescas onde o meu olhar se regala.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 08:00
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Domingo, 14 de Junho de 2015

LISBOA EM MARCHA

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Alto do Pina brilhou mais e ganhou o primeiro lugar. As Marchas Populares de Lisboa saíram à rua na ante última noite. Vamos ver como foi?

 

 

Alto do Pina, Alfama e Alcântara. Assim ficou o pódio dos melhores dos melhores nas Marchas Populares.

 

 

Cor, música e animação encheram a Avenida da Liberdade, em Lisboa. As Marchas decorrem da celebração dos Santos Populares desde 1932, e são um dos mais representativos da cultura popular da cidade.

 

 

Fonte – Aqui.

 

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

 

 

 

 

 

publicado por Maria Brojo às 08:00
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Sábado, 13 de Junho de 2015

''SANTO ANTÓNIO CANTA A HISTÓRIA''

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Grande Marcha de Lisboa 2015 

Autor música e letra: Eugénio Cardoso de Carvalho Lopes

 

 

 

Bem-vindos à cidade ribeirinha

Da faneca e da sardinha

Das varinas, dos pregões

Bem-vindos ao destino mais castiço

Do encanto e do feitiço

Da marchinha e dos balões

 

 

 

Bem-vindos ao Museu do Santo António

Dos anais, do património

Dos fiéis, das procissões

Bem-vindos à cidade que é do fado

De Bocage, do Chiado

De Pessoa e de Camões

 

 

 

(Refrão)

Lisboa, do Terreiro aos miradouros

És a jóia do tesouro

Que é o melhor de Portugal

Lisboa, dos Jerónimos à Sé

És o altar da nossa fé

És rainha e capital

 

 

 

Lisboa, vais cantar os parabéns

São p’ra Torre de Belém

Cinco séculos de memória

Lisboa, tens passado e tens “movida”

E nas Marchas na Avenida

Santo António canta a história

 

 

 

Bem-vindos ao cenário alfacinha

Dos telhados em escadinha

Das pombinhas a voar

Bem-vindos à cidade caravela

Da travessa, da viela

Do marujo a gingar

 

 

 

Bem-vindos ao estuário de ouro e prata

Da falua, da fragata

Do batel a navegar

Do Tejo dos romances, dos amores

Dos heróis descobridores

E dum povo que é do mar

 

 

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

 

publicado por Maria Brojo às 09:55
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Sexta-feira, 12 de Junho de 2015

IDADE MAIOR, VERA LIBERDADE MAIOR

Paul Cézanne - the second version of The Card Pla

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Paul Cézanne – “The second version of The Card Players”, Metropolitan Museum of Art in New York

 

 

 

"Nunca trocaria os meus amigos surpreendentes, a minha vida maravilhosa, a minha amada família por menos cabelo branco ou por uma barriga mais lisa. À medida que fui envelhecendo, tornei-me mais amável para mim, e menos crítico de mim mesmo. Tornei-me o meu próprio amigo...

 

 

 

Não me censuro por comer um cozido à portuguesa ou uns biscoitos extra, ou por não fazer a minha cama, ou por comprar algo supérfluo que não precisava. Tenho o direito de ser desarrumado, de ser extravagante e livre. Vi muitos amigos queridos deixarem este mundo demasiado cedo antes de compreenderem a grande liberdade que vem com o envelhecimento. Quem me vai censurar se resolvo ficar a ler, ou a jogar no computador até as quatro horas da manhã, ou a dormir até meio-dia? Se me apetecer dançar ao som daqueles sucessos maravilhosos dos anos 60 e 70 e 80. Se, ao mesmo tempo, quiser chorar por um amor perdido... danço e choro. Se me apetecer andar na praia com um calção excessivamente esticado sobre um corpo decadente, e mergulhar nas ondas com abandono, apesar dos olhares penalizados dos outros, os do jet set, aí vou eu. Eles, também vão envelhecer.

 

 

 

Sei que às vezes esqueço algumas coisas. Mas há mais algumas coisas na vida que devem ser esquecidas. Eu recordo-me das coisas importantes. Claro, ao longo dos anos o meu coração foi quebrado. Como não se pode quebrar o coração quando se perde um ente querido, ou quando uma criança sofre, ou mesmo quando algum animal de estimação amado morre? Mas corações partidos são os que nos dão força, compreensão e compaixão. Um coração que nunca sofreu é imaculado e estéril e nunca conhecerá a alegria de ser imperfeito.

 

 

 

Sou tão abençoado por ter vivido o suficiente para ter os meus cabelos grisalhos e ter os risos da juventude gravados para sempre nos sulcos profundos do meu rosto. Muitos nunca riram, muitos morreram antes dos cabelos serem de prata. Conforme se envelhece, é mais fácil ser-se positivo e preocupamo-nos menos com o que os outros pensam. Eu não me questiono mais. Ganhei o direito de estar errado. Gosto de ser idoso. A idade libertou-me. Gosto da pessoa em que me tornei. Não vou viver para sempre, mas enquanto cá ando, não vou perder tempo a lamentar-me do que poderia ter sido, e não me vou preocupar com o futuro. Sou livre!"

 

 

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

 

 

publicado por Maria Brojo às 10:06
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Quinta-feira, 11 de Junho de 2015

JÁ OUVIRAM?

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Marco Domanico

 

 

- Ava­riou minha senhora? Não, não pode­mos subs­ti­tuir a placa, não tem arranjo. Tem que com­prar um novo. – Não quê minha senhora? Não ouve da coluna da esquerda? Qual é a marca do apa­re­lho? Oh! Esse mate­rial não tem arranjo. A senhora tem que com­prar um novo! – Minha senhora esses ratos já nem exis­tem no mer­cado. A senhora tem que com­prar um novo! – Para Espa­nha minha senhora. Sim, só lá é que tal­vez possa resol­ver o pro­blema. Mas olhe que não damos garan­tia por­que o mais certo é não ter arranjo.

 

 

Pois tem sido assim até des­co­brir o Sr. José Antó­nio Pingo e a sua empresa de Porto Salvo. Tudo come­çou no dia em que um que­rido amigo me disse lá em cima no sotão : olha que estás sem bai­xos! Nin­guém diria mas sou surda como uma porta aos bai­xos. Só há pouco tempo aprendi a ouvir para lá dos agu­dos, por isso fiquei tão espan­tada quando per­cebi que a minha apa­re­lha­gem “xpto” estava com pro­ble­mas. Recomendaram-me a TV Zener de Porto Salvo e levei o peso pesado até ao Sr. José Antó­nio que em pouco tempo per­ce­beu onde a gerin­gonça estava em falta.

 

O ampli­fi­ca­dor vol­tou para casa fino e na semana seguinte eu estava a levar-lhe o chip do apa­re­lho que pro­jec­tava pin­ti­nhas bran­cas no ecran. O chip não. O apa­re­lho que tinha o chip por trás da lâm­pada e debaixo de 32 para­fu­sos. A marca, com repre­sen­ta­ção em Por­tu­gal, não tro­cava chip’s. Ou com­prava um pro­jec­tor novo ou então ficava a ver cinema às estre­li­nhas até o ecran ficar uma nuvem per­feita.

 

Arris­quei em man­dar vir o chip de Espa­nha, caro para burro e espe­rar que o Sr. José Antó­nio des­mon­tasse o velho e espe­rasse para mon­tar o novo sem ter­mos a cer­teza que o pro­blema era mesmo do chip. Era!

 

Depois foi o rato. Tenho um rato hiper qual­quer coisa (sen­sí­vel) que de um momento para o outro dei­xou de fun­ci­o­nar. Aliás a ima­gem mos­tra o rato e o tra­ba­lho que o Sr. José Antó­nio teve para des­co­brir por­que é que eu tinha que pres­si­o­nar o botão do rato como se esti­vesse a garan­tir uma impres­são digi­tal no car­tão de cida­dão. Trouxe para casa o rato como novo depois de me terem garan­tido na loja que os ratos quando tinham este pro­blema não tinham arranjo. Estou a olhar para o rato aqui ao meu lado que pisca de con­tente.

 

 

Mas a peça mais inte­res­sante que levou arranjo e aquela que criou um laço de ami­zade entre mim e o Sr. José Antó­nio foi o cir­cuito inte­grado da placa do motor que abre o por­tão da gara­gem. Esta placa que está inte­grada no motor é res­pon­sá­vel pela sequên­cia de ordens que a máquina faz ao abrir e fechar o por­tão. Faz não! Fazia … até as les­mas (mal­di­tas) resol­ve­rem assen­tar praça, com o calor que faz den­tro da caixa, em cima das resistências. (…)

 

 

 

Nota – Fotografias com lesmas e tudo, mais o texto hilariante de Rita Roquette de Vasconcellos em falta aqui.

 

 

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

 

 

publicado por Maria Brojo às 09:11
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Quarta-feira, 10 de Junho de 2015

EROTISMO, PORNOGRAFIA, CAMÕES, EUGÉNIO DE ANDRADE E MAIS

Dirk Richter, Gennadiy Koufay, Mark Blanton

 

As «mentezinhas» que se têm por impolutas no que à pornografia concerne, soe constituírem grupo de fãs da dita. Sem pensar arrogante, eu que não aprecio filmes de ‘entra e sai e troca de parceiro’ digo: confundir pornografia com pintura ou ilustração erótica é próprio de espírito «poucochinho» porque escassamente informado ou porque a construção da matriz onde encaixa a personalidade teve condicionamentos de truz. Mas respeito conservadores armados em pudicos, gente com outros pensares – têm direito porque a diversidade compõe o mundo e, não caiam em fundamentalismos guerrilheiros, qual a legitimidade do outro que os rejeita?

 

Arenga surgida por via da intolerância contra imagens de trabalhos de pintores nomeados, contra filmes ou vídeos, contra passagens da literatura. O nosso (in)feliz Camões descreveu com mestria orgias no “Canto IX dos Lusíadas”. Qual o pupilo que não o leu, a ele voltou por lhe soltar fantasias e gritos acompanhados de esparrames hormonais? A propósito de tais derrames, lembro obra menor, tenho-a como tal me seja desculpada a opinião contramaré: “O Tubarão”escrita por Peter Benchley. Apelo ao nosso “Bosque Harmonioso” do Abelaira, à poesia erótica do David Mourão Ferreira e à inolvidável obra de Eugénio de Andrade. Séculos antes, outros (d)escreveram cenas que, havendo imaginação, provocaram orgasmos solitários em anónimos e múltiplos leitores. E o “Lugar do Morto” do António Pedro Vasconcelos? E a cena do capot protagonizada pela Ana Zanatti e pelo bonitão Pedro Oliveira? E muitos realizadores daqui e dalém que estimularam nos espectadores desejos incontidos, inconfessáveis para os confessos da civilização que já é criticável apelidar de judaico/cristã?

 

Pornografia é coisa outra. É exibição desmesurada. Básica sem carecer de descodificação intelectual como a lealdade do desenho dos músculos e deles a proporção, paupérrima no imaginário subentendido. Sem fito maior que lucro rápido. Porém, se a muitos facilita prazeres sem que aviltados sejam inocentes povoando rábulas chicanas que os direitos dos menores contrariam, é crime contra a sociedade? Pecado mortal ou venial ou simples prova das leis da oferta e da procura? Dêem resposta exata sociólogos e teólogos. Sou mulher simples. Mais não arrisco pelo défice no pensar especialista.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 09:20
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Terça-feira, 9 de Junho de 2015

LANTEJOULAS DEPOIS

H. Sorayama

 

Amanhecer com telefone guinchando é acordar à revelia do biorritmo. Maldita distração que não desligou o suposto! Número revelado a meia dúzia. E a mulher atende convencida de urgência ou mau passar de afetos profundos. Mentira. Acorda indisposta, ela da paz no «abre e fecha olho» até a obrigação e a pressa e a pressão a erguerem. Valeu-lhe o projeto de calcar areia rija pela maré vaza.

 

Chegada, despido o supérfluo, avançou. 17ºC medidos com os pés em mergulho. Equilibrada pela ausência de anterior «lagartagem» ao sol, ficou por haver arrepio. Transitou com doçura entre o ondular tépido, desfeito no areal, e o frio atlântico. Sem tremores. Riu-se ao lembrar Tântalo pela água afastado ao vir. Mas não recuou. Foi até aos fundões, sentiu o arrasto das correntes, a impetuosidade das ondas ao serviço das luas e do cosmos.

 

Hora depois, regresso. Entre o “levanta toalha que é tempo e tens mais a fazer’ e entrada na garagem, trinta minutos. ‘Vou ali e volto já’ cumprido. Trabalho em espera. Água fria e creme na pele, antes. Algodão com lantejoulas depois. Nadas/tudo da correnteza que inventa sereia na simples mulher, alegre pelas muitas imperfeições - sem escamas ou nadadeira como pés.  

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

 

 

publicado por Maria Brojo às 09:15
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Segunda-feira, 8 de Junho de 2015

INFORMAÇÕES (IN)ÚTEIS

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Joseph Harold Swanwick – “The Beatles”

 

 

Quantas batalhas perdeu Napoleão?

 

Das cerca de sessenta batalhas que combateu, Napoleão perdeu sete. Durante 10 anos, entre 1799 e 1809, Bonaparte não perdeu qualquer batalha.

 

 

Onde fica a universidade mais antiga do mundo?

 

A universidade mais antiga do mundo, a Universidade de al-Qarawiyyin em Fez, Marrocos, foi fundada por Fatima al-Fihri no ano 859.

 

 

Quem é a Santa que protege a televisão?

 

A santa padroeira da televisão é Santa Clara de Assis porque, de acordo com a tradição católica, assistiu à celebração da Eucaristia sem sair da cama.

 

 

Qual o piloto de Fórmula 1 que não tem carta de condução?

 

O piloto de Fórmula 1 da Toro Rosso, Max Verstappen, tem 17 anos e, obviamente, não tem ainda carta de condução.

 

 

Quem foi o artista que mais arte vendeu em 2014?

 

O mercado mundial da arte cresceu 26% em 2014, com um volume de negócios no valor de 14 mil milhões de euros; o artista que mais faturou em 2014 foi Andy Warhol que, apesar de ter falecido em 1987, faturou 524 milhões de euros no ano passado.

 

 

Qual a primeira música que os extraterrestres devem ouvir?

 

Muito provavelmente, a música "Across the Universe" dos Beatles será a primeira música ouvida por extraterrestres, se se confirmar a sua existência, uma vez que foi enviada através de um sinal de rádio para o espaço sideral em Fevereiro de 2008.

 

 

Qual a razão da expulsão mais rápida num jogo de futebol?

 

A expulsão mais rápida num jogo de futebol foi numa partida entre os Cross Farm Park Celltic e os Taunton East Reach Wandereres. De costas para o árbitro, o ponta de lança dos Cross Farm Park Celtic, Lee Todd, assustou-se com o apito inicial e disse "Fuck me, that was loud!".

 

 

Que ator foi sempre nomeado para um Óscar nos últimos 40 anos?

 

Jack Nicholson foi nomeado para um Óscar de melhor ator pelo menos uma vez em cada década desde os anos 60.

 

 

Que indústria é mais poluente que a indústria petrolífera?

 

As vacas emitem mais gás metano para a atmosfera do que a indústria petrolífera.

 

 

 

Nota – Fonte.

publicado por Maria Brojo às 10:53
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mariabrojo@gmail.com

Recomendo:

Exposição de Artes Plásticas - Conceito

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Curta as férias querida...Beijos
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