Quarta-feira, 11 de Novembro de 2009
O MAL-AFAMADO “LOBBY”

Barclay Shaw

 

Mal-afamado é sinónimo de mal-visto. Quiçá desonesto. Putativamente desonrado. Indo além, nada existe nos sinónimos que abone em favor do adjectivo. No pré-conceito nacional, lobby é equivalente a «cunha» institucionalizada. Redução injusta, parece, segundo o lido no Público. Um grupo de interesse, lobby portanto, é organização constituída por pessoas que compartilham pelo menos um interesse comum e actuam em prol do objectivo escolhido.

 

Parece que em Portugal não foi entendida a centralidade de Bruxelas, capital europeia do lobbying. Ultrapassada, a nível mundial, por Washington. «Poucochinho»  ter primo ou conhecido eurodeputado; distribuição de beijinhos nos mercados em período eleitoral é baixaria dissemelhante do lobbying encartado. Joaquim Martins Lampreia, único português lobbista acreditado junto do Parlamento Europeu afirma:
_ “Em democracia, é legítimo pressionar os poderes públicos, de forma transparente e ética."

 

“O Parlamento Europeu - a única instituição europeia que obriga à acreditação dos lobbistas e que tem há vários anos um código deontológico sobre o lobbying - reconhece e acolhe 4265, que trabalham para empresas de public affairs (relações institucionais), escritórios de advogados, organizações não-governamentais, associações empresariais, think tanks. A Alemanha tem o maior número de lobbistas, com 13 por cento do total, seguida pelo Reino Unido.” Conclusão: temos um e estamos desfasados.

 

No período ditatorial português, foi contratada empresa americana de lobbying para melhorar a imagem do país embrulhado na guerra colonial. Ora, se a tradição de pressionar para obter é antiga na história, o actual governo propõe regular a actividade lobbista – mais vale legislá-la que ignorá-la! Porque existe e frutifica como cartas certas num jogo de poker.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

Jorge Palma - Encosta-te a Mim

 

 



publicado por Teresa C. às 06:35
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36 comentários:
De -pirata-vermelho- a 11 de Novembro de 2009 às 10:26
A grande diferença entre 'a América' (e mesmo 'a Inglaterra'...) e a Europa reside nos 20-e-tal séculos de cultura mediterrânica alargada que nos enforma.
Para discussão da patacoada da legitimidade do lobi-ingue Cf. Gramsci, Poulantzas, Habermas, Hirsch, para discussão sobre a génese, estrutura e desígnios do Estado


(Vive uma cambada d'ignorantes, em Bruxelles... à sombra do Estado, dir-se-ia mas não é)


De -pirata-vermelho- a 11 de Novembro de 2009 às 10:56
E, já agora... a talhe de foice que nãosei s'a propósito(não me deixam descer ao rés-do-chão mas dá mesmo vontade de dizer talho...) já agora, dzia eu, leia-s'aqui o vertiginoso prof
http://tempoquepassa.blogspot.com/2009/11/ponham-lhe-uma-venda-nos-olhos-e-espada.html


De zeka a 11 de Novembro de 2009 às 12:31
Veneno - Preferimos outro/s estilo/s, sempre desfasados. Com pequeneza/s qb. E os resultados são conhecidos. Essa abordagem é velha. Nada (de bom) acontece. A safadeza prevalece.
Afortunadamente, aqui destaca-se a 'pureza' vestida de esperançoso verde, desafiando o apetite do viajante a um jogo à vista (em cima do tapete) ;-)


De zeka a 11 de Novembro de 2009 às 14:15
Aproveitando o 'atalho... foi-se'

mamata
(mamar + -ata)
s. f.
1. Empresa ou administração pública em que políticos e funcionários protegidos auferem lucros ilícitos.
2. Exploração ou lucro que resulta de suborno ou tráfico de influências. = comilagem, ladroagem
3. Pop. Negociata, roubo.
4. Emprego lucrativo sem grande esforço. = conezia, mama, sinecura, teta, tribuneca, veniaga
5. Ganho ou coisa pouco lícita. = expediente, marosca
6. Propina.
7. Comezaina.

fasto
adj.
1. Dizia-se, entre os Antigos, de um dia em que era permitido tratar dos negócios públicos, por oposição aos dias nefastos.
s. m.
2. Fausto; pompa; magnificência.


De zeka a 11 de Novembro de 2009 às 14:32
E porque hojé é dia de S. Martinho

martinega e martinegua – termos antigos que designavam « o foro, tributo ou pensão, que se pagava no dia de S. Martinho»

martin (fr.) - era o nome tradicional para os burros
martinage du vin - é a expressão que designa a prova do vinho novo pelo São Martinho
martiner – significa comer e beber bem, é o mesmo que faire la Saint Martin
avoir le mal de St. Martin – estar com ressaca


De António a 11 de Novembro de 2009 às 17:10
1 - o lóbi, pé de orelha, espírito santo, calço, mala preta, fax, fruta, sossega, quota em dia, a boir, jametinhasdito, pontapé nas costas, amaciador, unto, na horizontal, a mão p'lo pelo, under, p'ás pevides, escovadela e, até, vejam bem, afago... tudo afinal expressão e representação de modos em diversos graus e quantidades de lá chegar, que não pelas vias da competência, do mérito e da qualidade intrínseca das propostas, do trabalho ou do produto !


2 - em Bruxelas há mais vitoriosos, mesmo portugueses, que (par)lamentadores, até porque desde logo os eurodeputados são os primeiros lobistas, como aliás sucede em qualquer órgão com poder de decisão, de cujos (salvo seja) membros apenas se pode esperar que convençam os demais, a menos que tudo esteja então decidido e são eurovelhas, mas a seguir a tese do modo de decisão colectiva então o presidente de um colégio é o seu primeiro lobista e nesse caso Portugal tem afinal o lobista-mor, o Dótor Durão !!

3 - a martinagem, como o respectivo estio, chegou mais cedo... e valeu, valeu, ó se valeu !!!

;->>>


De António a 11 de Novembro de 2009 às 17:14
Bruxelas, em sentido amplo, abrange a Europa inteira nas suas instituições, morgadios e câmaras deputais, incluindo obviamente Estrasburgo, precise-se ;)


De zeka a 12 de Novembro de 2009 às 02:25
O lobby (lóbi) vem de antecâmara e por isso já o cá temos desde o con dado. Talvez mesmo desde Viriato e Sertório, suas vítimas históricas.
Só que, como somos muito modestos e poupados, não o mostramos (face oculta) e só nos regulamos por áureas notas (apitos dourados) ou humildes vírgulas.
Ficassab endo que james tinhasd ito não é tão evi dente mas há ainda em purrão, ala vanca, en costo, almo fada, jei tinho, aj uda. ;-)
Não esquecendo que, graças à paridade, ainda haverá eurocarneiros e que Portugal só tem o José Manel (dureza oculta) porque foi cá parido... tendo oportuna mente ido à procura da putativa oportun idade de reinar sem divi dir. ;-)


De Fata Morgana il ya des fois que a 11 de Novembro de 2009 às 18:18
Eu não costumo ser dúbia, mas desta vez vou sê-lo :)

(a) concordo em absoluto com tudo o que combata a secular hipocrisia deste país, inclusive com a assunção aberta da actividade do lobbying (e do yang também, para equilibrar :)...

(b) concordo também que Portugal perdeu demasiados comboios para que a sua matriz sócio-cultural se converta, de repente, a uma mentalidade que respeite e até estimule a diferenciada capacidade crítica individual (que é muitas vezes confundida com opiniões de senso comum- o tal rés-do-chão, senão mesmo cave, do pensamento :).
E o que é que isto tem a ver com o lobby? Tudo, pois se cada qual tivesse uma participação política activa, se se interessasse deveras pela participação na vida da polis e não a visse como uma dimensão dedicada aos Eleitos (que de serventes passam a servidos, como se tem visto :), acharia completamente natural que grupos de cidadãos organizados elegessem os seus porta-vozes mais eloquentes e com maior capacidade de RP para que o poder estivesse atento às suas reivindicações.

(d) ora, se nas nossas relações interpessoais, sujeitas também a lobistas micro, cá neste burgo, as coisas se passam mais às escuras que às claras, como esperamos que na dimensão macro , como por milagre (plim!:) passem a usufruir da luz dos holofotes?

Este país é mesmo uma fonte de inspiração humorística- andamos há séculos a discutir o mesmo :)

Bem, vou voltar para a minha Floresta Mágica, antes que me vare! :))))))))))))))))))))))))))))))




De -pirata-vermelho- a 11 de Novembro de 2009 às 19:44
vara-se-te na boca o pecado
da descrença e do mau saber,
pois não virá da 'estrutura do Estado'
tudo aquilo que tens a perder?
o poder e os eleitos;
o dizer que é ou não dos preceitos;
nada está fora de 'o sistema'
que, se de consagrado tem o nome,
de desgraçado tem o alcance,
finado que foi o romance
e não havendo escolha no lance.


Dobrou-se-nos a cerviz...
com a culpa às costas, de negligência
apesar d'absolvidos pela incipiência
e por uma pequenez, imposta matriz.
Vamos morrer 'assim...
carpindo,
felizes


De Anónimo a 11 de Novembro de 2009 às 23:39
meu caro Pirata Rubro,

ainda não percebeu? a única coisa que eu teria a perder é a minha alma e essa está mais segura que a sua subserviência em relação a poderes instituídos...ameaça-me? ui, que medo!


De Fata Morgana il ya des fois que a 12 de Novembro de 2009 às 00:09
Claro que o comentário que o anterior anónimo escreveu não foi ele fui eu...e dizia eu :) e quem não tem algo a perder tem tudo a ganhar, não acha? o Universo é fantástico!!!- deu-se aqui, de repente, suddenly, uma dinâmica de inversão do projéctil..eh,eh,eh! pare de venerar as luzes da marquise, ainda que debruada a ouro velho- vá lá fora e olhe para as Estrelas...não se sente mínimo? :))))))))))))))))))))))


De -pirata-vermelho- a 12 de Novembro de 2009 às 12:12
Não.
Não me sinto mínimo, por não ter a veleidade de me pensar máximo.
Não venero marquises nem marquesas.
Acho mas não tem... algo a perder? Ou pôs-se a olhar para as estrelas por projecção de uma enormidade qualquer?


De -pirata-vermelho- a 12 de Novembro de 2009 às 12:14
Além disso,
releia a versalhada, mais de pé que quebrada



De Azelhoide a 12 de Novembro de 2009 às 02:02
todos somos mínimos, por mais que interpelemos o universo ou os demais

mas podemos sentir(-nos) muito e bem mais

do que o que nos querem fazer fadados


De Fata Morgana a 12 de Novembro de 2009 às 14:09
Isso mesmo- somos todos tão mínimos perante a imensidão do Universo, esse sim, É Enorme e os Seus Desígnios Insondáveis que São Revelam-se quotidianamente, é só estarmos mais atentos aos Seus Sinais...você diverte-me, Pirata Rubro, deveras, na sua arrogância demasiado atomizada e na tentativa de minorizar O que o Transcende...E não é sempre assim?


De zeka a 13 de Novembro de 2009 às 02:33
Enorme é bem pouco... upa, upa! ;-)

Insondáveis sim! Mais nada... :-(

Quoti diana mente: à n ésima potência... para infinito^

Ah men!


De Fata Morgana a 12 de Novembro de 2009 às 14:30
quanto a ler a versalhada de pé, meu caro, quem parece estar de cócoras é V. Exa, pois, bastou uma simples palavra dita em tom jocoso apenas para o levar não só a mudar de pessoa verbal como a mostrar bem a sua ligação tão afoita ao concreto ...Eu só me ajoelho perante O Supremo, meu caro amigo, e você, ainda que seja uma ínfima partícula do mesmo, como eu, ainda não se apercebeu da sua real condição.. . Daí a dificuldade de comunicação entre nós os dois- quando falo de Estrelas, confunde-as com as luzes dos night clubs onde se vai encantar com damas Verdes do SIS a quem ama por decreto:) ; quando falo de Imensidão Sublime V. Exa confunde-a com algum bulldozer ou pilha de sucata com mais ou menos logótipos sacralizadores (sacralizadores para a turba alienada, convenhamos, mera lata para outras dimensões...) vá, sossegue...


De -pirata-vermelho- a 12 de Novembro de 2009 às 19:28
Cara Fata Morgana, (desculpe se lhe parecer querer grosseria; não é) está a falar sózinha.
Está falar de coisas que inventou e que não foram escritas por mim (nem pensadas!).

Pedi-lhe que (re)lesse porque do que eu intentei se percebia não ter entendido o que eu dizia.
Quanto à sua divagação comparativa e transendental -desculpe mas não percebo nada disso. Haveria de ser matéria para astrofísico, padre ou poeta surrealista. Coisas que não sou, para além da natural alergia a hinduíces ou outras mantras.

As minhas desculpas, agora, pelo desconforto causado.
Como concordará, não tenho nenhuma razão para a hostilizar, de nenhum modo, nem vagamente próximo do modo como tenta agredir.


De -pirata-vermelho- a 12 de Novembro de 2009 às 19:32
Ou
nunca ouviu falar em 'rima de pé quebrado'?
Ali, em cima, convertido em trocadilho da rima...
e não literalmente mandando ler de pé, claro.

Seria inesperado e terra-a-terra, não acha?

Descabido...!

Agora, já vai em 'duas' que tinha que ler outra vez.

Que chatice!
Maçada, digo.


De -pirata-vermelho- a 12 de Novembro de 2009 às 19:36
Leia-se ' (desculpe se lhe parecer grosseria; não é) '


De Fat Morgana a 12 de Novembro de 2009 às 22:52
Ai, agora de pirata quer-se converter em corsário??!!! :) olhe nem reli, não gosto de remoer o que já foi e que já não volta...mas quanto a falar sozinha, então mas não é o discurso dominante cá no burgo onde os egos são tão inchados que parecem o Ovo da Alice no País das Maravilhas? o que lê, ouve neste país senão monólogos? O Eduardo Lourenço explica-o bem...Sabe a quantidade pouco me interessa, já a qualidade é outra história- a equação: E = mc2 é por demais elucidativa (talvez não me compreenda, por vezes, dá-me para a vertente oraculizante...:) aliás, a história é sempre a mesma, só mudam os figurantes (Deus Deve Ter uma Pachorra! :) , o que é entediante ...não gosta de mantras? mas Este, de certeza, que não o vai incomodar: "Pai Nosso que Estais no Céu Santificado Seja o Vosso Nome Seja Feita a Vossa Vontade Assim na Terra como no Céu O Pão Nosso de cada Dia nos Dai Hoje, Perdoai-nos as Nossas Ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido e não nos deixais cair em tentação, mas Livrai-nos do mal Amen". Está cá tudo o que não me apetece explicar agora...doem-me as asas :) Que a Paz esteja consigo e com todos (ei sei que parece o discurso das misses norte-americanas, mas não é ou será? mas eu de miss, or eu de miss quase nada tenho, acho...


De Fata Morgana precisa de shot lecitínico a 12 de Novembro de 2009 às 22:56
Esqueci-me do : )"Venha a Nós o Vosso Reino..." Hare Krishna!


De -pirata-vermelho- a 12 de Novembro de 2009 às 23:06
O corso era abençoado, lembra-se?


Venha a nós, venha...
MAS
como latinista que é ficava-lhe melhor a mantra autêntica - Pater noster, qui es in caelis Sanctificétur nomen tuum, advéniat regnum tuum, fiat voluntas tua, sicut in caelo, et in terra. Panem nostrum quotidiánum da nobis hódie et dimítte nobis débita nostra, sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris et ne nos indúcas in tentatiónem et sed líbera nos a malo. Amen


De Fata Morgana com as asas de molho a 13 de Novembro de 2009 às 00:31

Venha a nós o Mantra... mas, ó Pirata Rubro, V. Excelência acha que a esta altura do Campeonato as aparências ainda me cativam? Está bem, pronto, aqui vai :) "In nomine Patris et fillii et Spiritus Sancti" Amen...Olhe, fui ali e já vim só para ir buscar alguma citação famosa e escolhi esta que até é de um autor desconhecido :) "Ninguém experimenta a profundidade de um rio com ambos os pés."


De zeka a 13 de Novembro de 2009 às 02:47
Um, disse: Só se for bai xinho... (pro ver bial)

Outro, ex plicou: Uma lição de vida!

"Siga seu caminho... com um pé de cada vez.
Ninguém experimenta a profundidade de um rio com os dois pés"



De -pirata-vermelho- a 13 de Novembro de 2009 às 09:54
Acho
mas quais?
Eu penso (e digo) que só sabe as grandes ternuras quem viu as profundas tragédias, com os dois pés (mais citação menos citação qu'esta é minha)



De Fata Morgana a 13 de Novembro de 2009 às 13:16
aí tenho de concordar consigo- as grandes tragédias moldam-nos a crista, demasiado arrogante quando fresca, para sabermos estar à altura das grandes ternuras...o sofrimento é, de facto e circunstância, a ponte para o Conhecimento (se bem que isto não seja a apologia do sofrimento auto-flagelante, pois JESUS NÃO É SACRISTIA É ALEGRIA assim como KRISHNA e BUDA....:)...pois o sofrimentos permite-nos contactar com a nossa pequenez e impotência perante o Universo...e, nestes momentos, revoltamo-nos, gritamos, esbracejamos, mas, mais tarde, já com o saco lacrimal estabilizado percebemos que há ali uma Lição, não um castigo (que disparate, quem AMA não castiga, ensina :), algo que se nos revela como Supremo...
Une bonne journné pour vous tous...


De -pirata-vermelho- a 13 de Novembro de 2009 às 19:05
Alto lá!
(é boutade de rés-do-chão p'aligeirar, não s'abespinhe)
Lá está você a 'traduzir'...
com proselitismos à toa, a ver se pega - o sofrimento é só uma parte da tragédia, eventualmente menor.


De -pirata-vermelho- a 13 de Novembro de 2009 às 22:29
Domine Deo defende nos in prælio! A boutade de rés-do-chão é a minha.






(No qu'aquilo ia dar...)


De zeka a 13 de Novembro de 2009 às 02:39
A só mudarem os figur antes (Deus deve ter imensas Pach orras... ) ainda bem que ficou o Reino Dele de fora hehehe

Sal vou-se ;-)


De Fata Morgana ainda com as asas de molho a 13 de Novembro de 2009 às 13:08
Zekinha, de fora? Ai, Meu Cosmos! Qual de fora? Estamos todos dentro- a arrogância humana é que acha que se pode pôr de fora por decreto daquilo que a fez brotar como a Flor da Vida...Deus não é Exclusivo É Inclusivo e daí a Pachorra Infinita...


De zeka (com -inha de fora) a 13 de Novembro de 2009 às 19:03
FMacaadm - A arrogância oh mana jamais brotou como Flor da Vida (nem mesmo como Vida da Flor).
Cai antes de madura. Asfixia-se. Amaldiçoada foi.
O meu Deus tem o Reino Dele fora daquela jaculatória ;-)
(arrogância humana julgada por Deus em Babel-Gn11.1-9)

Noblesse oblige... pendant toute la journée


De Teresa C. a 12 de Novembro de 2009 às 23:42
Caríssimos - todos brilhantes! Resta-me elaborar síntese das achegas que li para publicar de seguida - é que a modéstia do texto ficou muito aquém.


De -pirata-vermelho- a 13 de Novembro de 2009 às 09:58
Très agile.
Très bien!


Bon jour


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