Terça-feira, 16 de Junho de 2015

LÂMPADAS DE BAIXO CONSUMO – VANTAGENS E RECICLAGEM

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Antes de desenvolver o tema das lâmpadas de baixo consumo, mais precisamente das suas vantagens e da sua preocupação com o meio ambiente, é necessário mencionar como tudo começou na história da humanidade. As primeiras lâmpadas, incandescentes, foram da autoria do norte-americano Thomas Edison. Surgiram em 1879, na necessidade de substituir as lâmpadas domésticas que provinham da chama de gás.

 

 

 

O assunto das lâmpadas de baixo consumo, ou como são conhecidas no mercado, das lâmpadas fluorescentes, ainda é cético para alguns. Mas a verdade é que estas lâmpadas para além de protegerem o meio ambiente, pois está demonstrado que consomem menos corrente elétrica, também permitem às pessoas manter a mesma qualidade de vida a um custo muito mais reduzido. Para perceber esta diferença é necessário primeiro divulgar como cada uma destas lâmpadas funciona.

 

 

 

As lâmpadas incandescentes consistem num invólucro de vidro onde no seu interior existe um filamento de volfrâmio através do qual passa a corrente elétrica. O volfrâmio tem uma elevada temperatura de fusão - 3422ºC - o que significa que pode ser aquecido até uma elevada temperatura sem fundir. Quando a corrente passa por estes filamentos, os eletrões ficam ainda mais energéticos e como não podem permanecer nesse estado, ao voltarem ao seu estado normal, libertam a energia que recebem em excesso. Podemos constatar assim que, quanto mais tempo uma lâmpada incandescente permanece ligada, maior é a libertação pelos filamento de energia, pois a temperatura exterior da lâmpada aumenta cada vez mais.

 

 

 

Com o desenvolvimento da sociedade e da preocupação em preservar o ambiente surgiram as lâmpadas fluorescentes. São constituídas por um tubo de vidro que contém uma baixa concentração de vapor de mercúrio que absorve a radiação produzida e emite luz visível. Quando a corrente elétrica é ligada, os eletrões tornam mais energéticos os átomos de mercúrio que, ao voltarem ao seu estado normal, emitem fotões, ou seja, radiação ultravioleta. Esta, por sua vez, é absorvida pela apatite do revestimento no interior do tubo. Emite-se assim luz de forma segura, com mais potência que as lâmpadas incandescentes e onde se pode verificar que, através da sua utilização por um período alongado as emissões de calor são bem mais reduzidas que as das lâmpadas incandescentes.

 

 

 

Numa análise de comparação de dados, verifica-se que o rendimento de uma lâmpada incandescente é de 5% (transforma 5% da corrente que recebe em luz visível) enquanto as lâmpadas fluorescentes rendem cerca de 20%. Daqui decorre que as lâmpadas fluorescentes são 4 vezes mais económicas que as outras.

 

 

 

Quebra e reciclagem de uma lâmpada de baixo consumo

 

 

Ao partir uma lâmpada fria, é libertada uma pequena quantidade de mercúrio em forma de gotas. As gotas caem rapidamente no chão, juntamente com os pedaços da lâmpada partida, por exemplo, vidro partido. Se partir uma lâmpada quente, é libertado para o ar algum mercúrio em estado gasoso.

 

 

Recomendações para quando se parte uma lâmpada fria ou quente

 

 

 

Recolha os pedaços da lâmpada partida, usando, por exemplo, um bocado de papel duro ou cartão, e coloque-os num frasco de vidro com tampa. De seguida, limpe o chão com um pano húmido. Coloque o pano num frasco de vidro, feche bem e coloque uma etiqueta com a devida informação, por exemplo: "poderá conter mercúrio de uma lâmpada de baixo consumo". Coloque o frasco em instalações de reciclagem adequadas para resíduos prejudiciais ao ambiente. Não utilize o aspirador. Existe o risco do aspirador vaporizar as gotas de mercúrio para o ar, aumentando o risco de inalação.

 

 

 

 

Segundo uma notícia do jornal Svenska Dagbladet, estima-se que cerca de 200 000 lâmpadas de baixo consumo contendo mercúrio estão a ser introduzidas, por erro, nos contentores de vidro comum para reciclagem. Não se sabe quantas são introduzidas na recolha normal de resíduos urbanos.

 

 

 

A notícia do Svenska Dagbladet mostra que tanto os consumidores como as empresas responsáveis no sector revelam um desconhecimento preocupante do modo como devem ser tratadas as lâmpadas de baixo consumo. De que modo tenciona a Comissão controlar que as informações fornecidas aos consumidores cheguem efetivamente ao seu destino?

 

 

 

Tem a Comissão Europeia conhecimento da percentagem de lâmpadas de baixo consumo recicladas corretamente nos diferentes Estados-Membros da UE? Caso contrário, de que modo tenciona a Comissão averiguar esta questão? Que medidas tenciona a Comissão Europeia adotar em resposta a esta gestão escandalosa de resíduos, que envolve, inclusivamente, uma substância tão perigosa como o mercúrio, e para garantir uma recolha correta das lâmpadas de baixo consumo?

 

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

 

 

publicado por Maria Brojo às 11:24
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Quarta-feira, 25 de Março de 2015

ERRO E FRACASSO

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Emily Zasada

 

 

 

 

"Só seres que arriscam erram. Não confundir erro com negligência, desatenção e descuido. Ser capaz de arriscar é um dos métodos mais inteligentes para mudar. Não há que temer o erro. Necessário é temer a negligência, a desatenção e o descuido. Erro é para ser corrigido, não para ser punido. Alvos de punição: negligência, desatenção e descuido.

 

 

 

 

Thomas Edison, sabemos, inventou a lâmpada elétrica de corrente contínua. O que frequentemente ignoramos é ter ele feito 1.430 experiências sem resultados antes de chegar à lâmpada. Edison afirmou: «Inventei 1.430 modos de não fazer a lâmpada. Porque é muito importante possuir o conhecimento do que não fazer.» Aprendeu que o fracasso não acontece quando se erra, mas quando se desiste face ao erro".

 

 

Adaptação pessoal e livre de Mario Sergio Cortella, autor de "Qual é a Tua Obra?", Editora Vozes/RJ.

 

 

 

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

 

 

 

publicado por Maria Brojo às 08:00
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Quinta-feira, 10 de Outubro de 2013

AS CINCO DE EDISON

 

 

Michael Dooling - Young Edison                       Michael Dooling - Young Edison

 

Dormimos menos que o necessário. Estudos validados comprovam que vamos para a cama tarde demais. Por isso, dormimos acordados. Por isso, andamos rezingões, invejosos, maldizentes e desconfiados. Pela tensão acumulada que o curto sono não compensa, corremos o risco de encimar a lista dos povos mais chatos do planeta ou o mais perigoso na estrada. É sabido dos 83% dos acidentes fatais na estrada serem devidos ao adormecimento do condutor. Os picos da sinistralidade ocorrem na alta madrugada em que ocorre redução espontânea da vigília - o condutor perde capacidades de decisão fundamentais. Erra. E os portugueses morrem, engordam, diminuem a memória, adoecem com hipertensão, diabetes e fragilizam o sistema imunitário – consequências (in)direta das horas de repouso rapinadas.

 

O maior militante anti-sono de todos os tempos foi Thomas Edison. Inventou a lâmpada eléctrica e alterou, definitivamente, o ciclo biológico humano ao criar nova luz da noite. Em 1910, média de nove horas dormidas, hoje, sete horas e picos. Edison dormia no máximo cinco horas, talvez, quem sabe?, razão para criar o dia artificial. A Napoleão bastavam menos de seis para se dar por repousado. Einstein carecia de nove ciclos do ponteiro das horas e sobrava-lhe vigília genial para esticar o tempo, curvá-lo, brincar com ele e a matemática.

 

Faltam-nos sesta e sono nocturno. Não parecendo que a implacável economia (...) 

 

Nota - publicado na íntrega aqui.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 08:12
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Exposição de Artes Plásticas - Conceito

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continuo a espera de voltar a ler-te
decidi ontem voltar a ser blogger, decidi voltar a...
Autor que não foi possível identificar: Andrew Atr...
De férias , para sempre. Fechou a loja... :-(
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ABANDONODAVID MOURÃO FERREIRAPor teu livre pensame...
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