Segunda-feira, 11 de Julho de 2011

ANTES AGORA QUE NUNCA

 

Daniel Green

 

Hoje, de hora a hora e das 15 às 21 horas entre aqui e depois refresh/actualize várias vezes durante 2 ou 3 minutos. Propague esta ideia e repita todas as segundas-feiras.

 

A este apelo não resisto e se sou avessa a cadeias de preces! Conhecido o ardil da Moodys em relação à Europa, a Portugal em particular por via da Itália, quem não se rebelar que se cale para sempre.  

  

CAFÉ DA TARDE

 

publicado por Maria Brojo às 14:54
link | Veneno ou Açúcar? | favorito
6 comentários:
De António a 11 de Julho de 2011
diatribes à parte:

1 - as raters (eh eh ... e não é que fazem "ratéres"!?) estão do lado da aritmética, simples: dos tão falados 185 mil milhões de euros (mil jackpots do euromilhões de amanhã) de dívida pública (a dívida portuguesa total é muitíssimo superior) Portugal obteve recentemente uma assistência financeira internacional (UE+BCE+FMI) no valor de 75 mil milhões de euros mediante uma taxa de juro ainda não completamente definida mas que rondará os 5,5%, para mais e não para menos

Portugal não tem meios para pagar esses juros e muito menos amortizar a própria dívida, a menos que Portugal gere um superavite anual de valor equivalente ao que teria que pagar de juros - o que implicaria, mesmo a grosso modo, uma elevada taxa de crescimento da economia, inconcebível em termos realistas pois será muita sorte evitar a recessão, isto é, crescimento negativo

portanto, é elementar entender que Portugal não vai poder pagar a sua dívida (capital mais juros) na totalidade

ou seja, as agências estão certas, Portugal pode apenas queixar-se de si próprio

2 - as agências são americanas e a Europa esteve a dormir, não tem agências de rating, que poderiam seguir critérios não exclusivamente aritméticos e levar em conta, nomeadamente, as expectativas de melhoria decorrentes da expressão de apoios, ora por parte de forças políticas nacionais quanto a medidas de ajustamento (leia-se: empobrecimento, fazer o País viver dentro das suas possibilidades) ora por parte de instituições com poder financeiro, tais como a UE, o BCE e o FMI

portanto, a Europa apenas pode queixar-se de si própria

3 - o €uro é um sistema monetário europeu mas as dívidas são nacionais, não há mecanismos europeus de emissão de dívida pública, ao contrário do que acontece com qualquer entidade emissora de moeda, quer dizer, um país

portanto, o problema resulta de um desfazamento entre a entidade emissora e com competência monetária e as entidades que geram dívida, os países europeus do sistema euro

ou seja, os países europeus apenas podem queixar-se de si próprios



em conclusão, em coerência deveríamos enviar ininterruptamente correio electrónico a nós próprios, para castigo


;_)))

De c a 11 de Julho de 2011
a culpa é sempre deles, dos outros, de ninguém em particular... dificilmente de todos em geral.
vamos vencer moralmente (ou muralmente, via facebook).
aparentemente (ou de facto?) o PR já tinha previsto (e alertado, silenciosamente?) a catástrofe que estávamos a preparar, na sequência do seu reinado, agarrado ao leme.

«Não tenho dúvidas de que os tempos são difíceis. Mas temos à nossa frente um enorme espaço para o optimismo, que é o espaço da vontade, da coragem e do querer.

Tenho orgulho no meu País e na sua História. Por tudo passámos, como Povo. Momentos altos, e até de glória, e momentos de dificuldade e mesmo de angústia. Mas estamos aqui. Quando fez falta – e tantas vezes fez falta – mobilizámos o melhor de nós próprios e conseguimos. Estou certo de que vamos conseguir mais uma vez.
Hoje, como ontem, vamos provar que somos capazes de vencer a tirania da resignação e o espartilho do pessimismo. Pela minha parte, estou profundamente convicto de que a nossa determinação é maior do que qualquer melancolia, de que a nossa esperança é mais forte do que qualquer resignação, de que a nossa ambição supera qualquer desânimo. Sei que os Portugueses, tal como eu, não se resignarão a um destino menor.
Na história dos povos nunca é demasiado tarde para realizar o sonho e cumprir a esperança. Nunca é tarde desde que saibamos ser fortes e unidos, desde que tenhamos orgulho no que somos e desde que saibamos o que queremos ser.
O que os momentos altos da nossa História nos ensinam é que somos um povo marcado pela insatisfação. Que nos marca a ambição de fazer mais e melhor. Marca-nos a ideia de que somos agentes da História, senhores do nosso destino. Somos um povo capaz de superar as dificuldades nas horas de prova.»
— Discurso de tomada de posse, Lisboa, 9 de Março de 2006

De Maria Brojo a 13 de Julho de 2011
C. - tanta previsão e tão pouco conseguido!
De c a 13 de Julho de 2011
já era tempo de termos visão/faro para identificar (à distância...) os falsos profetas (especialmente os que nunca se enganam e raramente têm dúvidas)
De Maria Brojo a 13 de Julho de 2011
António - bem escrito, melhor pensado. Porém e as ratoreiras das «ratéres»?
De Do Nilo e do Tejo a 13 de Julho de 2011
Bem visto António.
Mas ainda e como diria o Dario Fo:"Nao se paga ...nao se paga"

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