Sexta-feira, 9 de Março de 2012

DINHEIRO E 'LOISAS'

 

Com perto de dúzia de anos, o hiperrealismo ainda hoje confunde quem vê obras deste género artístico com fotografia de alta resolução. Mas gosto. Esta obra de Tos Kosterman é exemplo perfeito. A crítica social está presente. O dinheiro, sempre ele “moving the world”. ‘Money, money, money...’

 

Sally Davies

 

Se pudéssemos modificar o poder do dinheiro e a sua injusta distribuição, nem sabemos o que fazíamos!

 

Marinus van Reymerswaele 

 

Ontem como hoje contando o vil (?) metal.

 

A propósito do livro de Velhaco Silva: é um meia-leca à busca de culpas noutros, merecidas ou não.

 

Omar Ortiz

 

Fugindo ao tema do dia de hoje – o dinheiro. Nada contra nem a favor desde que a mulher se sinta bem. Mas ‘eu cá acho’ que bolas implantadas como se foram de futebol fazem perder a naturalidade linda no corpo da mulher. Deve ser uma seca comprar mamas - este é o termo clínico; peito não, por favor - que obrigam a afastar o prato da refeição para ver o conteúdo.  

 

Continuando a questão das mamas. É do meu olhar ou estas são mais bonitas e práticas que as anteriores?

 

Dylan Lisle

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

Aviso – este vídeo contém imagens eventualmente chocantes para bolsos puídos.

 

publicado por Maria Brojo às 12:06
link | Veneno ou Açúcar? | favorito
4 comentários:
De Fist View a 9 de Março de 2012
Deve ser da posicao: daqui antes pelo contrario, tambem pela idade e sustentacao ;-))
De c a 11 de Março de 2012
compare-se com os sili cones da Índia sagrada mente ex postos em Kanchipuram e Kumbakonam

http://portosdeportugal.pt/UserFiles/gorupas-india.ppt
De justo a 12 de Março de 2012
Nada é mais bonito que o natural. É na imperfeição da assimetria que a beleza reside. Nenhum cirugião plástico é capaz de dar a beleza original. e acho que no futuro assim permanecerá.
Sim... sem dúvidas a segunda imagem possue os mais belos seios.
bjs.
De Acuçar C. a 16 de Março de 2012
Tem toda a razão: naturais sempre!

Quanto à residência da beleza na imperfeição da assimetria, leva certamente a um belo epitáfio:

[SONETO DO EPITAPHIO]

La quando em mim perder a humanidade
Mais um daquelles, que não fazem falta,
Verbi-gratia — o theologo, o peralta,
Algum duque, ou marquez, ou conde, ou frade:

Não quero funeral communidade,
Que engrole "sub-venites" em voz alta;
Pingados gattarrões, gente de malta,
Eu tambem vos dispenso a caridade:

Mas quando ferrugenta enxada edosa
Sepulchro me cavar em ermo outeiro,
Lavre-me este epitaphio mão piedosa:

"Aqui dorme Bocage, o putanheiro;
Passou vida folgada, e milagrosa;
Comeu, bebeu, fodeu sem ter dinheiro".

in http://www.elsonfroes.com.br/bocage.htm

E que tal as da terceira? Naturalmente, são de gente!

http://clubedasrepublicasmortas.blogs.sapo.pt/1088671.html

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Olá Tudo bem?Faço votos JS
Vim aqui só pra comentar que o cara da imagem pare...
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