Evgeni Gordiets
Noite de 22 de Julho de 2009. O dia adormecido em vão prometera-a suave. Os jardins do Palácio de Belém acolheram a ópera "Dido e Eneias" e um público ansioso pela combinação espetáculo dos espetáculos e beleza do redor. Mas o dia, já em profundo sono, mentira: um frio de quebrar ossos cortava os abrigos leves de quem estava. O vento transportava para longe música e canto. Resistiam as expressões dramáticas do elenco. Quem via desertava aos poucos. Para os restantes, memorável o todo e na parte Glória de Matos ao declamar "Cantata de Dido", no final, "Alma Minha Gentil que te Partiste". Os "pastéis de Belém" foram depois.
CAFÉ DA MANHÃ
Adoçantes
Peregrinando
Brasileiros