Domingo, 22 de Setembro de 2013

PORQUE HOJE É OUTONO, MONTAND E PRÉVERT

 

 

 

 

 

 

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

"O título "Les Feuilles Mortes" é extraído do álbum “Montand Chante Prévert”. O poeta surrealista francês escreveu as palavras para o filme "Les Portes de la Nuit" de 1946 dirigido por Marcel Carné, baseado no bailado "Le Rendez-Vous" de Roland Petit do ano anterior com música de Joseph Kosma. Dos dois primeiros versos da canção de Prévert, "Les enfants qui s'aiment s'embrassent debout/contre les Portes de la Nuit", viria o título do filme. Jean Gabin e Marlene Dietrich aceitaram protagonizá-lo, mas, por fim, mudaram-se para outro filme, "Martin Roumagnac". Um jovem cantor francês foi, entretanto, apresentado por Edith Piaf. Yves Montand desempenhou, então, o papel no pessimismo do filme "Les Feuilles Mortes".

 

O poema foi publicado após o desaparecimento de Jacques Prévert no livro "Soleil de Nuit" de 1980."

 

No vídeo à direita, Jean Vilar faz brotar duma harmónica a música inolvidável.

 

“Oh ! je voudrais tant que tu te souviennes
Des jours heureux où nous étions amis.
En ce temps-là la vie était plus belle,
Et le soleil plus brûlant qu'aujourd'hui.
Les feuilles mortes se ramassent à la pelle.
Tu vois, je n'ai pas oublié...
Les feuilles mortes se ramassent à la pelle,
Les souvenirs et les regrets aussi
Et le vent du nord les emporte
Dans la nuit froide de l'oubli.
Tu vois, je n'ai pas oublié
La chanson que tu me chantais.

{Refrain:}
C'est une chanson qui nous ressemble.
Toi, tu m'aimais et je t'aimais
Et nous vivions tous deux ensemble,
Toi qui m'aimais, moi qui t'aimais.
Mais la vie sépare ceux qui s'aiment,
Tout doucement, sans faire de bruit
Et la mer efface sur le sable
Les pas des amants désunis.

Les feuilles mortes se ramassent à la pelle,
Les souvenirs et les regrets aussi
Mais mon amour silencieux et fidèle
Sourit toujours et remercie la vie.
Je t'aimais tant, tu étais si jolie.
Comment veux-tu que je t'oublie ?
En ce temps-là, la vie était plus belle
Et le soleil plus brûlant qu'aujourd'hui.
Tu étais ma plus douce amie
Mais je n'ai que faire des regrets
Et la chanson que tu chantais,
Toujours, toujours je l'entendrai!”

 

publicado por Maria Brojo às 07:50
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