Segunda-feira, 16 de Junho de 2008

DAS NOITES BREVES


Alain Aslan

Para trás fica a saudade das noites breves dançadas e o silêncio dos verdes cuja fronteira é o mar.

CAFÉ DA MANHÃ


A ler: Teresa C. e Mauro Castro
publicado por Maria Brojo às 07:12
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O MELHOR JOGADOR DO EURO 2008


Terry Rodgers

O.K., pode não estar na lista dos convocados para nenhuma das selecções, mas este acima figurado não ficaria nada mal entre as magníficas escolhas do Digníssimo e Alto Comissariado aqui reunido. Muito me honra ter sido consultada. Sempre ao dispor, mui queridas Leonor e Carla. Darem-me por entendida no sempre renovado mistério masculino é sapiência que não possuo. Obrigada, ainda assim.

COPO FORA DE HORAS



“O apocalipse” – “Nenhum dos livros de Gore Vidal é um livro da minha vida, mas a crítica e os media americanos (…)”



“Corrina” – “Oh, meu Deus, que eu já não me lembrava. Ardia, ardias. Tão devagar. Tão (...)”



“Hoje não estou para graças” – “As notícias são más. A tensão social sobe mais depressa do que o (…)”
publicado por Maria Brojo às 01:39
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Domingo, 15 de Junho de 2008

DA TRANSPARÊNCIA, O MISTÉRIO


Benjamin Anderson

Vestida de água e luz, é olhado o voo do mistério.


Benjamin Anderson

Flutuando no mistério onde sou, a pele é o que a vista dos outros alcança.

CAFÉ DA MANHÃ


A ler: Marta Botelho e Paulo Simões Mendes
publicado por Maria Brojo às 10:15
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Sábado, 14 de Junho de 2008

NO PARAÍSO HÁ PINHEIROS


Isa Maria

Chegado o tempo das copas redondas dos pinheiros, o azul está a cinco minutos contados em passos.


Isa Maria

Debruçado sobre o mar, O “Papagaio” guarda da areia os tesouros. Eu com ele.

CAFÉ DA MANHÃ


A ler: Célia Duarte e António Eça de Queiroz
publicado por Maria Brojo às 10:26
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Sexta-feira, 13 de Junho de 2008

CAMA DE PÉTALAS


Steve Bonner

Tempo para o sono numa cama com pétalas


Steve Bonner

Tempo para os nadas-muito.

CAFÉ DA MANHÃ


A ler: Rita Barata Silvério e Carlos Amaral Dias
publicado por Maria Brojo às 10:52
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Quinta-feira, 12 de Junho de 2008

DEVIL EM BLUE JEANS


Drudwyn

Nem sempre o diabo veste Prada. É dos jeans o tempo...


Drudwyn

... e das noites brancas.

CAFÉ DA MANHÃ


A ler: Madalena Palma e Rui Pelejão
publicado por Maria Brojo às 11:05
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Quarta-feira, 11 de Junho de 2008

ONDE OS CAMINHOS SE CRUZAM


Rene Porter

As buganvílias trepam na brancura. De encontros é o tempo. De liberdade, as horas. Porém, o trabalho ainda acena no ciciar das ondas e do crepúsculo. Básico o instinto.

UMA SUGESTÃO IRRECUSÁVEL





CAFÉ DA MANHÃ


A ler: Paula Capaz e António Costa Santos
publicado por Maria Brojo às 08:16
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Terça-feira, 10 de Junho de 2008

ZAROLHO, DESENRASCADO E AFOITO


Anthony Christian

10 de Junho - Dia da Raça. De Camões ainda entendo, ou o defunto não tivesse sido exemplo do desterrado génio zarolho, desenrascado e afoito. O símbolo da gesta dos Descobrimentos e da epopeia portuguesa deu o pretexto ao morrer a 10 de Junho de 1580. Mas da raça... Qual raça se mais não somos que herdeiros de miscelânea de povos? Cruzámos sangues, disseminámos sémen pelas cinco paragens que dizem ter o mundo. De coitos vários nascemos. Por outros tantos povoámos continentes. Se alguma característica nos distingue dos assépticos povos europeus é a da prontidão para a cópula, seja qual fora a raça da fêmea que, acordando a tradição, está por baixo.

No canto nono dos Lusíadas, navegantes e reles tripulantes fornicaram com ninfas entendidas na arte do toca-e-foge. Um deles, Leonardo, desafortunado nos amores, viu mudança no fado por Efire, “exemplo de beleza que mais caro que as outras dar queria”. Mas deu. “Volvendo o rosto já sereno e santo, toda banhada em riso e alegria, cair se deixa aos pés do vencedor, que todo se desfaz em puro amor.” A pertinácia lusa que mais valoroso exemplo podia ter? Centenas de anos volvidos, o Zezé Camarinha das terras algarvias tentou fazer jus à herança.

Arrepia-se a esquerda pelo associar da celebração da raça ao 10 de Junho que o Estado Novo glorificou. Vãs cogitações! Não há raça salvo a que advém da condição de copuladores intercontinentais. Nem assim única - os espanhóis puxaram dos galões literários de Don Juan e fizeram mais do que podiam.

Pela história e nos Lusíadas, encontrem alívio os espíritos canhotos, porém sensíveis. Porque, afinal, mais não foram os nossos heróis que aprendizes indefesos da sabedoria feminina.

“De uma os cabelos de ouro o vento leva
Correndo, e de outra as fraldas delicadas;
Acende-se o desejo, que se ceva
Nas alvas carnes súbito mostradas;
Uma de indústria cai, e já releva,
Com mostras mais macias que indignadas,
Que sobre ela, empecendo, também caia
Quem a seguiu pela arenosa praia.

Outros, por outra parte, vão topar
Com as Deusas despidas, que se lavam:
Elas começam súbito a gritar,
Como que assalto tal não esperavam.
Umas, fingindo menos estimar
A vergonha que a força, se lançavam
Nuas por entre o mato, aos olhos dando
O que às mãos cobiçosas vão negando.”


Nota: "Divagação" publicada aqui.

CAFÉ DA MANHÃ


Hoje:


“Devia ser proibido” – “Devia ser proibido os homens deambularem por lojas de roupa interior feminina ao mesmo tempo das mulheres. Isto porque quando um destes dias (...)"

"Boca Carnuda, Corpo Redondo" - "São 28 páginas. Nelas se escreve e descreve uma das mais líricas histórias de amor que li, já lá vão (...)"

Desde ontem:


“La Parola” – “Há por aqui, nos leitores do Pnet Homem ou Mulher, quem ainda se lembre de Antonioni? (...)”
publicado por Maria Brojo às 10:30
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Segunda-feira, 9 de Junho de 2008

BARACK OBAMA E “SENTIMENTOS MISTOS”


Alex Levin

“Horas depois de ter assegurado a nomeação do Partido Democrata para a Presidência dos Estados Unidos, o senador Barack Obama discursou, em Washington D.C., perante a conferência anual do American Israel Public Affairs Committee.
Seguem alguns excertos:
Apercebi-me da história de Israel pela primeira vez quando tinha 11 anos. Aprendi acerca da longa jornada e da constante determinação do povo judeu em preservar a sua identidade através da fé, da família e da cultura. Ano após ano, século após século, os judeus preservaram as suas tradições, e o seu sonho de uma pátria, perante impossíveis contrariedades. (...)”


Nuno Guerreiro

“Ao ver os treinos da selecção nacional de futebol assistidos por mais de 12.000 pessoas, ocorrem-me dois pensamentos: por um lado o orgulho de ser português e pertencer a um povo empenhado, por outro, uma espécie de vergonha por fazer parte de um país cujos cidadãos depositam todas as suas esperanças e euforias no futebol (...)” .

João Nazaré
publicado por Maria Brojo às 17:16
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ESVAÍDOS NO NESCAFÉ ESQUECIDO


Emily Zasada

Com prazer e alívio olhou as saquetas do descafeínado da Nescafé alinhados no despenseiro. Até que enfim passados os fins de semana em que viajavam apertadas na sansonite cinza! Quedou o domingo, olhando-os sem saudade. Nem o arrogante, nem o volúvel cúmplice, entre mimos e doçuras, se haviam alguma vez lembrado da frugalidade que ela pequeno-almoçava – leite cujo sabor o inócuo café disfarçasse. A bica do despertar, sim, era razão para apuro. Qualquer deles esmerava o conteúdo fumegante da chávena – o primeiro porque da condição de best off não desistia, o segundo porque dele precisava para fumar o primeiro cigarro do dia. Aquele que meava os trinta, dois (três?) homens atrás, tinha na cozinha um sucedâneo mal-encarado e cujo sabor execrara – adiava a dose de adrenalina matinal para a esplanada virada ao sol sita na praça da cidade velha. Esvaídos nos paparicos e demonstrações viris, nenhum se lembrara de a esperar prevenindo no armário Nescafé sem cafeína. Houvera flores, velas, champanhe, presentes, lingerie, vinhos, esmero culinário e lençóis cheirosos esticados. Minúcia no menor detalhe da estada. Porém, fins de semana depois, continuava em falta o descafeínado que preferia.

No interlúdio da tarde, tirou da embalagem uma saqueta. Num gesto conhecido, rasgou-a e verteu no leite gelado o conteúdo. Debruçada sobre os plátanos-criança, o sol e o vento lambendo-lhe a face lavada, bebericou a mistura. Finalmente, havia paz no horizonte onde o dia à noite passaria testemunho.

CAFÉ DA MANHÃ


“Casei-me com a Arte; os “Homens” Divertem-me” – “Pelo amor à verdade, a frase manuscrita no reverso de uma ementa reza assim: “Casei-me com a arte; as mulheres divertem-me.” Escrito que resta preso por um pionés (...)"

O Mauro Castro faz-me companhia
publicado por Maria Brojo às 07:36
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Domingo, 8 de Junho de 2008

SEM MAIS DO QUE UM LENÇOL



Declaro oficialmente aberta a silly season neste blogue. Este é o tempo do futebol e dos valentes da selecção. Há, porventura, razão mais mobilizadora e esperançosa para o povo que somos do que as proezas, ou falta delas, conseguidas por via dos pés enfiados em peúgas com as cores nacionais? Que se assemelhe e me lembre, nem horda de assobios ao Engenheiro Sócrates pode constituir rival.

A assunção de estar iniciada a época parva nos meus textos é bem capaz de suscitar o comentário de por aqui ela durar todo o ano. Arrisco e acrescento: martelar na crise dos combustíveis que arrasta a das pescas, da indústria e a penúria dos cidadãos, pela recorrência, cansa. Porque as misérias humanas não têm solução com lamúrias de sofá, opto pela exigência possível no estar que suavizo pela fruição de múltiplos prazeres. O da escrita é um deles. Sendo de sol e mar as previsões, de alegria íntima o meu hoje, arrenego tristezas ociosas que o país e o mundo não alteram. Os dois milhões de pobres em Portugal carecem de pão e dispensam escritos piedosos.

Porque chegaram os dias cálidos, porque foram hasteadas bandeiras lusas nas janelas e montras e nos automóveis, porque vencemos à Turquia, porque é tempo de sardinhas, porque as abençoadas “pontes” laborais se sucedem, porque o Obama vai de vento em popa, porque a Hillary honrou o feminino na política, porque as noites mais não pedem do que um lençol, que se danem as ralações. Na rentrée, é certo continuarem tal-qualmente. Chega de justificações que não devo a ninguém.


CAFÉ DA MANHÃ


A ler: Marta Botelho


“O que nos salva” – “Este texto poder-se-ia chamar também “o que nos une”: o futebol. Poucos acontecimentos (...)
publicado por Maria Brojo às 13:24
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Sábado, 7 de Junho de 2008

STRIP PEDINCHÃO



Li que a polícia de Bucareste procura a responsável por pedinchice inovadora. Ocorre nos comboios que atravessam a cidade – presumo semelhantes aos de Praga, pois à capital da Roménia nunca arribei. A singular pedinte selecciona as viagens de maior lonjura. Certa da composição estar isenta de câmaras e de guardas, liga um leitor de CD, programa o tema “You Can Leave Your Hat On”, do Joe Cocker, e inicia strip dançado em torno de um varão da carruagem.



Os afortunados passageiros que assistiram aos espectáculos dizem-na atraente, jovem e com glamour. Findos os sinuosos requebros, veste-se com garbo e inicia a recolha de moedas.


Keith Garv

Infeliz sina a nossa que nem a pedir temos o garbo romeno! É a derrota ou a manigância que estende a mão a quem passa. No metro, na carris, nos cantos das artérias onde circulam multidões, o pedir não vai além das tristezas e das rudes misérias urbanas.

CAFÉ DA MANHÃ


“Treinadora de Bancada” –“Andei toda a semana a tentar resistir mas acabei por decidir vir a jogo. Também estranho seria que (...)”

"Pequeno Napoleão em sua casota de cão” – “«Uma linha recta deixa de ser recta quando encontra uma curva». Encontrei esta frase mágica (...)”
publicado por Maria Brojo às 11:02
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Sexta-feira, 6 de Junho de 2008

UM ÓDIO E CINCO EMBIRRAÇÕES


Audrey Flack

Não fosses querida amiga e garanto não me dispor a matutar no que odeio. Solicitas meia dúzia de ódios. Miro de cima abaixo o meu histórico e não lembro mais do que um. Dando-me tempo, até ao fim da frase engendrarei não o segundo ódio, mas duas embirrações. Porque do que rejeito não como e calo, tenho por uso dizer no instante o que me vai na razão. Arrenego arrastar saco de cinzas, embora quem julga medir todos por si, amiúde, afirme que sim. Engano. Vomito-as na hora. E é leve o meu passo e doces as horas em que a lágrima não arriba e choro mantendo o rosto enxuto. Por esta altura, cheguei à quarta antipatia. A que falta, das cinco, acharei enquanto alinhavo as primeiras. A que encabeça a fila é omnipresente nos passos do meu caminho; as restantes declaro exequo.

- Falsidade. Por si basta. Nada mais adianto.

- Arrogantes. É o mesmo que dizer cagões ou infelizes que em si próprios não se revêem.

- Pessoazinhas. Não são nem deixam de ser e buscam encosto no limoeiro mais prometedor do quintal – raramente possuem quintas.

- Cacofonias de gente.

- Vendilhões do Templo.

- Sapatos com falta de graxa e polimento.

- Falta de sensibilidade e lustro genuíno nos engraxadinhos.

CAFÉ DA MANHÃ


A ler: Rita Barata Silvério na crónica semanal


”Passou-se em França” – “Passou-se em França e se calhar o leitor já sabe. O Presidente francês, Nicolas Sarkozy, iniciou um conjunto de procedimentos legais contra os fabricantes (...)

Desde ontem:


“O barulho e o silêncio”-“Parece que a possibilidade de Hillary Clinton poder vir a ser a próxima candidata do Partido (...)”

“Gajas na casa de banho!” - Nunca consegui desvendar esse mistério candente do eterno feminino. Porque é que as (...)”

publicado por Maria Brojo às 08:51
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Quinta-feira, 5 de Junho de 2008

LINGUADOS SUCULENTOS E "FUTEBOLÊS"


Autor que não foi possível identificar

Têm estado vazias as bancas do peixe no mercado de Matosinhos. Na capital da moirama, não falta o pescado nacional. Dizia, aos microfones da rádio, uma vendedora no Saldanha que frutos do mar catrapiscados pelas redes nacionais sejam de ontem ou de hoje estão à mesma frescos. Argumento imbatível: “ninguém compra um bovino de uma só vez; adquire-o aos pedaços, tenham uma semana ou mais de frigorífico”. Faz sentido. Porém desconfio que linguados de vésperas não me façam o género - gosto deles suculentos, húmidos e salgados no momento.

Os pescadores rezingam e nada tenho a opor. À uma, os noticiários sobre a querela não me têm informado comme il faut, às duas, se os homens do mar têm queixas contem, desde logo, com a minha simpatia pela bravura nos assaltos aos mares, às três, a nossa frota pesqueira não pára de diminuir. Iria às quartas, não fosse o abuso na extensão da frase. Feito o intervalo, aqui vai: como dizia o Bruno Nogueira no “Tubo de Ensaio” transmitido pela mui estimada TSF, estou farta de comprar produtos do mar mais viajados do que eu. Os camarões-tigre vêm de Moçambique ou de Madagáscar, a perca chega do Egipto que tenho evitado pelos calores desmedidos, o berbigão é das Fidji e o tamboril completou seis Lisboa-Dakar antes da chegada. Uma mulher vai comprar a substância da janta e regressa deprimida. Logo eu que, com meia dúzia de tralhos na mala de cabina, estou sempre disposta a voar para (a)venturosos destinos.

Depois, ali p’ras bandas do “Puerto, carago!”, a vida tem corrido o mal. Não bastava o contranatura silêncio das peixeiras e decide a UEFA afastar da Liga dos Campeões o FêCêPê à conta dumas fraudes banais no mundo futebolês. Que descaro! “Franchement”! Isso faz-se a um clube em azul e branco como os anjinhos dos altares? Manobra da moirama, está bem de ver! Tal como desenrascam o peixe, arranjaram meio de levar pela mão o Benfica ao campeonato milionário. Uns fura-greves e vidas sem pingo de pundonor!

Nota: Divagação" publicada aqui

CAFÉ DA MANHÃ


A Madalena Palma, a nova cronista que publica às quintas, escreveu: "A Gaja" - Ontem, publiquei na página aqui dos vizinhos uma crónica sobre o que é (...)"

Do Rui Pelejão: "Caldeirada de águas profundas" - "Não faço parte de nenhum grupo excursionista à lampreia (...)"

ADORÁVEL PRESENTE


publicado por Maria Brojo às 21:07
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Quarta-feira, 4 de Junho de 2008

"A ESPERA" E "O GAJO"


Kristine Heykants e Andrew Potter

Cronistas Convidadas no PNET Mulher e no PNET Homem:

Marta B.A. – “A espera” – “Estou aqui há uma quantidade de tempo e não me chamam…
Cada vez que vejo aparecer a enfermeira, julgo que é para mim e quase me levanto, mas lá volto a recostar-me outra vez….
Esta mamografia vai dizer-me o que não quero ouvir, mas sei que nunca estarei preparada para ouvir o que é provável. (...)”


</a> Madalena Palma– “O Gajo” – “Que pode uma mulher escrever numa página com este nome senão a sua opinião sobre os homens?
Os homens. Aquele género, espécimen ou ser onde está incluída a classe “Gajo”. O gajo é aquele tipo de homem sem o qual não se consegue viver mas com o qual também não se pode viver (...)”
publicado por Maria Brojo às 16:37
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