Segunda-feira, 6 de Agosto de 2012

FENG SHUI NA MALA

Tilly Strauss, Patti Mollica

 

Calhou vir parar diante dos meus olhos. Porque da receita necessito, também a outros pode servir.

 

"Imagine uma destas situações. Fila no horário do almoço e restaurante lotado. A pessoa na sua frente abre a carteira e uma enormidade de papeizinhos, cartões e moedas caem. Pronto, a fila não anda. Ou, na saída do estacionamento a mulher revira a mala - enorme - e não encontra a chave do carro. Aborrecido, muito aborrecido. Evite essas situações e consequentes energias negativas deixando a sua carteira e a sua mala em ordem e com um bom Feng Shui. E mais: uma mala e uma carteira organizada é sinal de boas energias nas finanças e o contrário também vale. Então, confira as dicas e arrume já a sua mala e carteira!

  • Pedaços de papel com anotações, listas de compras, comprovativos de débito e/ou de crédito, cartões de visita, lembrete de consulta médica, notas fiscais, mini-calendários. Uma montanha de papeis habitam malas e carteiras sem necessidade. Revire a sua e veja o que realmente precisa ser guardado. Uma boa dica para evitar a desordem é recusar a segunda via do cartão de débito ou crédito - peça para ver a via do estabelecimento e dispense a sua. Simultaneamente, consome menos papel e ajuda o meio ambiente.
  • Arquive em casa ou no trabalho as contas pagas e dispense - após conferir - os canhotos de talões de cheque. Deixar esses restos na carteira ou na bolsa é um lembrete constante de que esse dinheiro já foi embora.
  • Resguarde a sua prosperidade: não deixe logo à vista seus cartões de crédito ou talões de cheque que são símbolos de prosperidade.
  • Aproveite as malas e carteiras com muitas repartições e/ou divisórias para deixar tudo organizado: agenda, telemóvel, chaves, nécessaire, remédios.
  • Cada um no seu lugar. Assim, fica mais fácil de localizar o que deseja e a energia circula melhor.
  • Cores boas para malas e carteiras: preto simboliza água que simboliza dinheiro. encarnado é a cor do sucesso e da prosperidade. Prata e dourado lembram riqueza.
  • Para atrair boa sorte nas finanças e prosperidade, tenha na mala ou na carteira três moedas chinesas amarradas num fio vermelho."

Dos resultados, nada garanto - começarei hoje a segui-los, conquanto a das moedas amarradas ao nagalho vermelho não sei não...

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 08:07
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Domingo, 5 de Agosto de 2012

DO ASSIM, CONTINUAÇÃO

 

 

 

 

 

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 08:02
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Sábado, 4 de Agosto de 2012

DO AMOR E DO SEXO

 

Santiago Carbonell

 

O esperado quando os corpos se procuram. Ela estreitando nas coxas o desejo pelo seu homem, que o acaso podia substituir. Proibidos “cabra” e “puta”, não ficasse gravada nos botões eretos a verdade acontecida. Sem ruído de maior, não transpirassem as paredes, os vãos de escada ou os estofos dos automóveis.

 

Insultam-se os amantes? Ultraje seria o vigor asséptico fluindo das bocas dos seres. Entre sussurros e vagidos, ruídos surdos ameaçam arrebentar o expoente do prazer. Outrora, o  sexo era coisa de homens ou de mulheres-perdidas, pois as senhoras donas, ao fornicarem, concediam favores ou cumpriam o dever conjugal. Nos arquétipos sensuais, constam “cabras” e “sacanas” e outros jogos de línguas sequiosas. Reaprendidos nos de hoje homens e mulheres, durando o cio e a refrega pelo gozo. Nela esquecido o amor, ao invés das anteriores gerações do sentimento-contrição. Apaziguada a fome, ele ainda morando no ventre dela, regressa a consciência da ternura e da paixão. E, na demora do sono, é da ceia o momento - um chá, um copo de vinho. O amor na compota ou no pão. Na volta para o recinto último da apoteose líquida que dessedentou, a fronteira no sono. Outra não é desejo.

 

Um casal pode unir-se pelo desejo que incandesce sentidos (elo que faz do ato de amor estação bendita). Mas dois seres podem unir-se sem apetite  desvairado e experimentarem  prazer. Por viverem em conjunto o que as palavras não descrevem. Como expoente inesperado. Em que curva do amor se deixarão abater?

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 09:55
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Sexta-feira, 3 de Agosto de 2012

TODO O TEMPO É TEMPO DE ‘SER’

Lluis Ribas – da coleção “As Cores do Branco”

 

Calor, férias, praia, amigos, ondas, corpos, areia, frutos do mar. Ilusões, afetos, desejo, sonhos, mudança, risos, noites de luar. Não apetece seriedade. É legítima a ociosidade. Estar dispensado de normas e regras e interditos. Ser frívolo sem sofrer chibatadas alheias ou do próprio. Correr atrás do nada com os pés imprimindo areia molhada. Olhar à volta e omitir o que não é belo ou afável ou gracioso. Esquecer que no resto do ano muito é feito por obrigação, outro tanto porque sim, raramente porque não. Deixar que o pó se deposite em paz. Dispensar pontualidade e disciplina e método e ordem patológicas por não acautelarem o tempo de ‘ser’. Acordar cedo se a espertina vier e fruir do prazer de caminhar quando ainda dorme quem não trabalha e o dia respira, suavemente, desencaracolando os dedos e a mente após a noturna evasão.

“Dispensar o que agride” – primeira regra de um tempo que se deseja sem elas. Difícil tarefa a de desgrudar hábitos servis que impõem abdicar de fração do «eu» quando é de férias o falado e não combina com tarefas ou mandados.

“Fazer o apetecido” – legítima aspiração para recorte pequeno num ano tido por longo, somente encolhido por volta do Natal. Adiamos o que apetece mesmo em tempo de férias e pelo final do interlúdio pouco foi cumprido. Por adiamentos vários nem os frutos do mar saboreámos – mexilhões, surfistas, lagostas, harmonias de curvas andantes, búzios, nadadores salvadores calados e o bartender bem falado, ostras, as bondades dos deuses em forma de simplicidade, entardeceres abençoados, gente linda, inteligente, humorada, risonha, bronzeada, desejável e desejando. Ainda bem! Alergias a mariscadas e similares é, além de grave, maçada.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 07:26
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Vim aqui só pra comentar que o cara da imagem pare...
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