Mark Hfine Três alegrias no balanço da semana que terminou
- Primeira: os carrancudos alemães penaram até ao final da Final. Angela Merkel aplaudiu lances prometedores sem que o marcador obedecesse à suposta majestade ariana. Don Juan e Zapatero, assisados, esperaram o riso final de todos, o melhor.
- Segunda: Mugabe venceu a segunda volta das eleições e, pela sexta vez, tomou posse como presidente do Zimbabwue. Apressou o anúncio da vitória no velório de um familiar. Foi coerente: exibiu a sensibilidade com a qual encomendou a morte e tortura de oitenta membros da oposição. Vinte e oito anos de ditadura terrorista, mais os que se avizinham, começam, finalmente!, a envergonhar alguma África. A que pelo poder conta, a do Sul, opõe-se à suspensão do Zimbabwe da Comunidade Britânica. Decisão apoiada pelo Ocidente, incluindo a Austrália. Moçambique é um dos países membros da
Commonwealth que também está contra a expulsão do Zimbabwe. Até entendo: 90,2% dos votos é obra!
- Terceira: o Ministério da Justiça vende portáteis aos advogados a cento e cinquenta euros. Acho bem. Se professores e alunos beneficiaram de semelhante iniciativa, os profissionais que, à hora, cobram valores escandalosos, por cada consulta jurídica compram três computadores. Abastecem família e amigos no respeito da lei terrestre: quando o sol nasce, é para todos. Escrupulosos. Sempre.
CAFÉ DA MANHÃ Imperiosa Distinção: Homenzinhos e Mulherzinhas - Há queixas de uma subespécie humana difícil de aturar. (...) O panfleto sobre o painel A passageira pediu que eu a ajudasse a colocar sua mãe no carro, uma senhora idosa, que (...)