Sexta-feira, 22 de Janeiro de 2010

PERGUNTA A UMA MULHER

 

Alberto Vargas


«Googlava», quando descobri lembrança. Como pude relatar baboseiras tamanhas? Arrenego-as. Que, republicadas, me sirvam de exemplo.

 

“(…) O que explica que tantas mulheres se queixem que não conseguem manter uma conversa com um homem? Ou melhor, que eles são incapazes de manter uma conversa com elas. Será que na geração dos telemóveis, dos SMS, da Internet e dos “chats” os homens se estão a tornar tão socialmente inaptos que matam a sua interlocutora de tédio em menos de cinco minutos? Sem eufemismos: será que se estão a tornar chatos, como admite a jornalista e escritora Sabine Durrant num ensaio publicado numa recente edição da revista Intelligent Life?

 

Estará de facto a espécie masculina a tornar-se mais enfadonha? A tentação de contestar pessoalmente a alegação é refreada por um sábio conselho que o presidente da Associação Comercial do Porto, Rui Moreira, me deu recentemente durante uma entrevista: “Se queres saber os teus defeitos, pergunta a uma mulher.” Afinal, já dizia o velho adágio, ninguém é bom juiz em causa própria. Palavra a elas, então.

 

Teresa Castro, autora do blogue “Sem Pénis, Nem Inveja”, não rejeita o confronto. “Um homem só entedia quando não adivinha uma mulher”, responde ao “Expresso”. “Falta ao masculino a dose de intuição equivalente àquela que faz parte do património genético das utentes de vulva e sentido extra acrescentado aos cinco tradicionais.” Dito de outra forma, falta-lhes serem mais parecidos com as mulheres.

 

A primeira estocada é forte, mas a segunda vai mais fundo na ferida aberta no ego masculino. “Os homens permanecem adoráveis crianças toda a vida. Para eles, salvo o dinheiro e a carreira, tudo é brinquedo: a líbido, as parceiras, o futebol mais as ‘bejecas’ e os petiscos, os catraios que engendraram e lhes servem de pretexto para voltar ao tempo dos comboios e do ‘pouca-terra, muita-gente.’(…)”*

 

M’envergonho! Disse.

 

*Artigo de Nelson Marques na ‘Única

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

 

publicado por Maria Brojo às 14:04
link | Veneno ou Açúcar? | favorito
17 comentários:
De -pirata-vermelho- a 22 de Janeiro de 2010
O seu comentário está tão bem aqui como estaria nas publicações que refere e quejandas; é conversata inútil. Há meninas de futilidade ou petulância insuportável e há meninos que só falam de milhões de euros ou das habilidades lúbricas da advogada vivaça 'daquele' negócio com uns brasileiros 'fortíssimos'.

A classe mediana é-o de cima a baixo e nisso, única, desinteressante e griffée.
De -pirata-vermelho- a 22 de Janeiro de 2010
(Desculpe se adopto o referente 'griffé';
é para me fazer entender... você não iria falar italiano em Amesterdão, pois não? )
De Maria Brojo a 24 de Janeiro de 2010
Pirata-Vermelho - escrito irónico e sem conteúdo que mereça reflexão. Frívolo, sim. Na onda do 'brinquemos ao que está a dar'. Discurso que me diverte na oralidade. Escrito, é tristeza!
De zeka a 22 de Janeiro de 2010
M'envergonho! Disse.

E o que diz a Mulher que se esconde?
Ou é a Mulher que se esconde (?) que diz?

O que justifica/explica/provoca a mudança?

O que diria/não diria agora?

Será fácil entender que republica para que lhe sirva de exemplo? Onde é que já se viu? Masoquismo?

Já agora, vale a 'pena' ver o resto
...
...
Segundo Brizendine, o fenómeno explica-se pelas diferenças de funcionamento entre o cérebro feminino e masculino. "Falar", escreve a autora, "activa os centros de prazer no cérebro feminino. Não se trata de um pequeno prazer. É enorme. É uma descarga de dopamina e ocitocina, que é a maior recompensa neurológica a seguir a um orgasmo." No cérebro masculino, está bom de ver que o efeito já não é o mesmo

Por algum motivo, o debate sobre os problemas de comunicação entre homens e mulheres volta a esbarrar no sexo. Afinal, estarão os homens realmente mais chatos, ou será que, como defende Miguel Esteves Cardoso, "o que é chato é o ser humano". Haverá algo realmente mais chato que as perguntas-cliché e os preconceitos sexistas?

http://aeiou.expresso.pt/eles-falam-falam-mas-nao-dizem-nada=f484736

De Maria Brojo a 24 de Janeiro de 2010
Zeka - se recorrer à pesquisa, entenderá o que arrenego no texto escrito em 6 de Outubro de 2008. Mais não digo. Após a sua leitura, voltaremos ao diálogo escrito, assim o pretenda.
De zeka a 25 de Janeiro de 2010
O que disse ali em cima ao PV já levanta o véu qb ;-)

Mas agora acrescenta mais uma 'persona' ao trio - a oralidade ;-)

Mas, se 'Escrito, é tristeza!' , por que raio voltou a ele?
Gosta de tristeza? Há quem rasgue/qeime/destrua os escritos de que não gosta...

E a 'bruta' mulher «Can anyone beat my pair?» com que abre o pseudotriste post parece invocar outros motivos bem mais profundos (?) e de lir antes ;-)

http://www.youtube.com/watch?v=WMln_gBpeuc&feature=related
De Maria Brojo a 25 de Janeiro de 2010
Zeka - voltar ao 'local do crime' é inevitável! Ilumina curvas escusas dos descaminhos.
De zeca a 25 de Janeiro de 2010
Então volte, vezes sem conta... ;~)
E brinde (-se e/ou -nos) sempre com 'gajas' cada vez mais apela tivas... pois assim o 'crime' com pensará.

Mas con virá manter alguma dis crição, pois esse chama mento ao dito local é dos livros e cos tuma ser apro veitando para flagrar o trans gressor ;~)

Quanto à iluminação das curvas escusas... escusado seria contra riar: oxa lá!

http://www.youtube.com/watch?v=u6VcHE4-oHc&feature=related
De Mininim a 23 de Janeiro de 2010
" Segundo Brizendine , o fenómeno explica-se pelas diferenças de funcionamento entre o cérebro feminino e masculino. "Falar", escreve a autora, "activa os centros de prazer no cérebro feminino. Não se trata de um pequeno prazer. É enorme. É uma descarga de dopamina e ocitocina , que é a maior recompensa neurológica a seguir a um orgasmo." No cérebro masculino, está bom de ver que o efeito já não é o mesmo "

É absurdo acreditar que alguém phD ou não) possa afirmar o que acontece no cérebro. Deles ou delas.

Sinceramente dá-me vómitos pensar que há para ai gente que se esconde atrás dos seus títulos a maquinar "ciências" que explicam o comportamento de pessoas.

Quantas e quantas vezes vê-se gente a demonstrar "avanços tecnológicos " que fazem não mais que apresentar fotos e gráficos; e data research que demonstra para além que qualquer dúvida, que no cérebro de tal e qual acontece assim, e assado.

E lá vêm eles. Se o título é um título de 'college' inglés —hah— tanto melhor. Se for holandez, meu Jesus, que esta gente tem uma integridade impecável e por consiguiente nada nem ninguém pode duvidar.

Agora, se o título é de 'college' norte-americano aí então é um ai-ai de não mais acabar.

Isto é mesmo lindo.

Espere lá só um poucochinho que já já virão para ai uns caça-fantasmas do século XXI, a colectar data que demonstra, por ciência exacta em filme, audio, magneto-frequency recorder, micro waves, x - rays, que demostram —"estão aqui as fotos"— para além de qualquer dúvida —vivos e mortos podem ver— que o lugar é assombrado !

E para que não haja dúvida, aqui vai um secundinho de audio:

AH AH AH HA HA AH HA AH AHHHHHH ...
De zeka a 23 de Janeiro de 2010
Afortunada mente, temos uma boa referência cá 'em casa'... e com 'casa' nos States

António Rosa Damásio (Lisboa, 25 de Fevereiro de 1944) é um médico neurologista, neurocientista português que trabalha nos estudo do cérebro e das emoções humanas. Atualmente é professor De Neurosciencia na University of Southern California. Entre os anos de 1996-2005 Damásio trabalhou no hospital da University of Iowa.

Poderá haver alguns exageros... mas também não se pode dizer que é tudo uma 'brin cadeira' e que 'uma utente de vulva' é um ser sobredotado ;-))

Louann Brizendine M.D., is a neuropsychiatrist and the author of The Female Brain which was published by Morgan Road Books in 2006.

Dr. Brizendine is an expert in women's moods and hormones. Her academic credentials include completing her degree in Neurobiology at UC Berkeley, attending Yale School of Medicine and completing a residency in Psychiatry at Harvard Medical School in Psychiatry. She is board certified in Psychiatry and Neurology and is an endowed clinical professor. She joined the faculty of UCSF Medical School at the Langley Porter Psychiatric Institute in 1988 and now holds the Lynne and Marc Benioff endowed chair of psychiatry. At UCSF, Dr. Brizendine pursues active clinical, teaching, writing and research activities.

In 1994, she founded the UCSF Women's Mood and Hormone Clinic[1]and continues to serve as its director. The Women's Mood and Hormone Clinic is a psychiatric clinic designed to assess and treat women of all ages experiencing disruption of mood, energy, anxiety, sexual function and well-being due to hormonal influences on the brain. Dr. Brizendine also treats couples in the clinic.

Additionally, Brizendine teaches courses to medical students, residents and other physicians throughout the country addressing the topics of the brain effects of hormones, mood disorders, anxiety problems and sexual interest changes due to hormones.

Education
1972-76 University of California, Berkeley: B.A., Neurobiology
1976-81 Yale School of Medicine: M.D.
1982-85 Harvard Medical School:Residency in Psychiatry, MMHC
Faculty appointments
1985-88 Harvard University
1988-07 University of California, San Francisco
De zeka a 23 de Janeiro de 2010
Bela ins pira ção ;-))

Estas não vão achar graça nen huma :-(

http://artigos.immagazine.sapo.pt/pt/article/mulheresciencia/#/0

Com Áudio & Vídeo
http://www.youtube.com/watch?v=ctYGVAFjQUM

http://www.ionline.pt/conteudo/31222-monica-esta-na-lista-dos-mais-talentosos-cientistas-da-europa

Conheça a cientista portuguesa que ganhou o European Research Council.

http://www.youtube.com/watch?v=C5o6S57gQ-U
http://www.youtube.com/watch?v=EI3-VWtN2WM
De zeka a 24 de Janeiro de 2010
Min Dinho vai dormir (com cér ebro pi fado) ;-)

“A crise surgiu das más decisões”

http://economico.sapo.pt/noticias/a-crise-surgiu-das-mas-decisoes_79521.html
De Maria Brojo a 24 de Janeiro de 2010
Minimim - O que sabe acentua a minha ignorância. Somente escrevi um texto em contexto, Deus meu!
De Mininim a 24 de Janeiro de 2010
Belíssimos curriculums têm esta gente. Sem dúvida. Já agora lendo a sua retrospectiva das carreiras de tão conceitudos (das) personalidades das neuro-ciências.

I just ask myself as to why these so superbly scientists all end up in solthern California. I tell you why , because anyone with such a background would have a tremendous impact in society : they come up with foundations and lectures . Uncle Sam people love that kind of stuff they just love it.

E no final tudo acaba em donativos às fundações; e apoios às novas technologias que permitem mais e mais fotos, e mais gráficos. Sabem lá muito bem e se lho provam bem as fotos das 'synapses' firing up . A cores.

*******

Cá ha uns anos, uma amiga minha com um filho de seis anos, foi chamada pela directora da escola, onde a criança estudava. Foi lhe dito "o seu filho tem problemas" e há que fazer algo.
A criança foi "encaminhada" para tratamento com um (pazmen) psiquiatra e, algum tempo depois foi diagnosticada como sendo esquisofrénica.
A pobre da mãe, que é advogada, ficou sem saber o que fazer, senão aceitar o diagnóstico. À criança foi receitada um tratamento à base de ... psicotrópicos.
O sô Dr. tem ( e tinha ) toda a "autoridade" para prescrever e " auxiliar ".
Passado um tempo, a mãe que via diante dos seus olhos a criança a malucar ainda mais, foi buscar informação onde pode e, ficou a saber que o medicamento (droga?) receitada apenas podia ser admistrada à pessoas acima de dezoito ( 18 !!!! ) anos, e por que não dizer, os nefastos efeitos colaterais no cérebro, neste caso em uma criança de seis anos.

Resultado: ela parou o tratamento e começou uma cruzada contra o dito " licenciado " nas e das neuro-ciências.

Afortunadamente, como a criança é bem jovem, foi melhorando, graças a Deus, e hoje em dia se a veres, encontra-a em excelente saúde. Levou mais ou menos um ano —depois de abandonado o tratamento— para que a criança voltasse a ser o que era.

Que dizer: se um sujeito tem —este case que refiro— um degree de uma univ. estadounidense, quem é que vai duvidar das capacidades de tão letrado nas neuro-ciências ....

****

Continue assim a jurar de pé junto que se o sujeito têm um diploma "conquitado" neste mundo anglo-americano que todos as nações do mundo teima em querer copiar, e por tanto está e é acima de qualquer dúvida — O MELHOR DO MUNDO.

Olha, fique a saber que, quando fores ao médico, redobre as suas suspeitas e faça perguntas e contestes a "sabedoria" desta malta que não faz mais que publicidade —propaganda— das mais novas e avançadas ciências.

" MAIS É PRECISO DEITAR DINHEIRO " e só eles é que sabem do andam a falar. " Vai um livro ou uma palestra ? "

E o resto é um interminável lamber de botas que, como toda a gente está farta de saber, é prestidigitação ao mais altíssimo nível.

****

Toma lá mais um segundinho de audio:

AH AH AH HA HA HAHAH ....
De zeka a 25 de Janeiro de 2010
Está-se mesmo 'a ver' que foi o mal vado do trata mento psico trópico que ar rumou a esquizo frenia da cria, tá claro ;-)

E 'a las tantas' seria um 'doctor' cubano, nó?

Se nos States tá tudo mal uco... até acho qu'aqui poucos sofrem do ca co? Yo no, seguro!

De Maria Brojo a 25 de Janeiro de 2010
Minimim - Melhor é impossível!
De Mininim a 29 de Janeiro de 2010
Zeca e Pirata do Benfica. Fica bem já que és vermelho ; ))

Olha, nada contra a Doutora Hormans e o Doutor Cérebro. São pessoas que acreditam no que fazem e claro está sérias.

Eu digo umas coisas de vez em quando por por todo lado é só preparações de relações públicas em tudo acaba em livro que é para angariar correligionários !

Não tarda já viram pra aí com estórias de ligar gente à máquinas, e a inventarem a imortalidade digital —para ricaralh és gastararem grandas massas !

É isto .

Quando ao seu doutor que diagnostica um rapazinho de 6 anos como tendo "doença rara" a mim me parece que alguns sô doques têm que alcançar quotas ...

E já agora, será que ele era 'memo' licenciado ? Eu que posso posso adiantar com certeza é que o sujeito não era, nigeriano...

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