Arrotam fatias de pescada congeladas pelos nomes e nomeadas deslizantes por séculos e/ou gerações. Inexistindo o que dizer/sentir em palavras originais, a «rede» fornece sortido vário – basta «googlar» e posterior arquivo nos ‘favoritos’. De mal semelhante padeço – pela falta tempo ou vontade para mercar peixe fresco, servem de mote quando a respiração criativa está minguada.
«Máximas» alheias debitadas ao acaso são como ondular carneiro das ondas estando o vento de feição. Nem ajeitam o surf, nem o mergulho ou lava-pés ao esconderem fundões. Por isso me divirto com debates parlamentares. Os deputados podem não valer rolha plástica, mas que inovam tiradas galhofeiras é incontestável. Têm graça na desgraça. Esgrimem desditos. Humoristas/cópias de «Gatos» e do Herman quando era vivo. Graciosamente, são pandilha de comédia que desobrigam largar a domesticidade. Na Assembleia, manhãs e tardes pejadas de graçolas servidas ao domicílio. O espectador em pijama ou pior. Os comediantes são pinóquios de carne e osso enfeitados por fato e gravata. Compõem personagens credíveis. Irresistíveis para quem decide levar a vida com humor. Pela interpretação em palco nacional, merecedores dos ganhos. Rejeitando a malta ida ao teatro, trazem cenas a casa. Bem bom!
2 - há dias, circulavam insistentes mensagens electrónicas (até de amigos...) com a corrente da redução do efectivo parlamentar, presumivelmente sem prémio de abate... delitradas (uma palavra quase pessoana para quando houver acordo metagráfico... parece que os brasileiros já dicionarizaram um duvidoso "delitar", algo entre o deleite e o delito...) tais e-pístolas, ficou a dúvida sobre a exequibilidade uma vez que semelhante alteração institucional carece de qualificação de maiorias, coisa a exigir voto predisposto das maiores legiões partidárias... porém, porenzinho, foi dos pecanitos que se ouviu o rugido, com medo do extermínio, bloco sinistro e centro dextro reclamaram a favor da extensão paralamentar e assim vai o statu quo de vento em popa...
3 - agora vamos ao ponto: um deputado surripiou subrepticiamente os gravadores de uma inconveniente entrevista e como o Miguel Esteves Cardoso jametinhasdito num dos seus "ainda ontem" no Público, é ladrão, é ladrão, é ladrão...
e como tem responsabilidades na Comissão de Ética parlamentar, TODOS os deputados envergonham o Parlamento de Portugal
António - prémios de abate? Isso não era somente para gado ou oliveiras ou vinhas ou produções desinteressantes para a C.E? Gravador surripiado é mau-feitio e desrespeito. Infornações sonegadas sobre a penúria nacional pelos sucessivos governos é crime sem perdão.
APLAUSOS! qu'a patroa está animada e o escrito saiu tão engraçado como aquilo de que diz.
Olhe o final do Intróito de um dos meus livrecos --O Clube Grand Avenue, os que o enformam, encabeçados por políticos, manequins, futebolistas e outras estrelas de ocasião, perpetua assim o seu encanto na vacuídade folclórica, lasciva ou violenta que nos impinge, encapotada ou não nos vários figurinos indiscutivelmente aceites como suporte social de um estado-feira-popular-- para que veja como nos intervalos da lascívia social se aproxima daqui...
Pois para quem não conhece (ou pretende ignorar) o lado bom (?) dos nossos députés aqui vai o meu torrãozinho para o café d'amanhã: Toma, que já almoçaste! (http://www.youtube.com/watch_popup?v=m2B7RWJY--A)