Segunda-feira, 20 de Setembro de 2010

AVIÕES, FRAGATAS, CORVETAS E PANDUR

Al Buell,  Norman Rockwell

 

São 132 118, caso não troquem a cerimónia pela cama. Idade comum: 18 anos feitos ou prestes a completarem-nos. Protagonistas: os (possíveis) mancebos convocados e figuras cimeiras das Forças Armadas. É a 7.ª edição do Dia da Defesa Nacional que hoje começa. Nada mais interessaria assinalar não fosse obrigatória, pela vez primeira de muitas seguintes, a presença de jovens mulheres que cumprem o quesito etário. Motivo para celebrar! _ Seria, não fosse a míngua de voluntários razão que emparelha com desemprego crescente.

Serão informadas sobre o universo castrense, sensibilizadas para ele por via de palestras, filmes informativos e motivadores, pela imponência do hastear e arriar da Bandeira Nacional. Como bombom ao lado da chávena do café, têm permissão para “assistir e até participar em actividades operacionais da unidade onde vão comparecer.” ‘Fixe minha!’

 

A rodilha consiste na escassez de recursos económicos que fazem penar as Forças Armadas. Mau augúrio: pilotos encostados aos hangares por falta de combustível para abordarem o ar os aviões da Força Aérea Portuguesa. Voam uma vez por semana, operacionalidade diminuída, não obstante a paga do vencimento com escasso proveito para o país. Sem retorno à altura, é esvaído o investimento de cerca de um milhão de euros na formação de um piloto.

 

Na Armada, ocorre parecido: fragatas e corvetas paradas pela contenção na queima do combustível. Dão uma volta até à Barra, patrulham a costa próxima e, na normalidade, pouco mais. O Exército tem panorama melhorado pela renovação lenta do equipamento obsoleto e decadente. Os Pandur incluem auspícios prometedores.

 

A Instituição Militar merece respeito aos cidadãos. Que a incorporação de maior número de mulheres seja acompanhada de condições para melhores serviços ao povo/país.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 11:52
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13 comentários:
De Veneno C. a 20 de Setembro de 2010
E agora ainda se podem considerar mancebos, incluindo as jovens mulheres?

E que raio de rodilha é essa?

E qual seria o maior proveito para o país se a operacionalidade dos pilotos fosse maior?
Qual é o retorno à altura?
Haveria menos incêndios?

E os submarinos? São nucleares?

E as melhorias nos serviços desejam-se porque ali haverá mulheres?

A bordo das Pandur... serão 'panduras'?

De Maria Brojo a 20 de Setembro de 2010
Veneno C. - permite-me a sugestão de recomendar nova leitura? Não esquecer o Google - ajuda nos Pandur.
De Veneno C. a 20 de Setembro de 2010
Claro. Mas não ajuda nada... li mais que uma vez antes de comentar. Qual é a dúvida? Mesmo com Google, faça favor... (são viaturas)
De Maria Brojo a 20 de Setembro de 2010
Veneno C. - adiante caríssimo. O texto não merece trabalho tanto.
De Veneno C. a 20 de Setembro de 2010
Vale(ria) sempre a pena... Merecemos nós, o texto que se dane. A rodilha fica para outra armada, nunca se sabe...ou armada para outra.

Brinquemos http://www.youtube.com/watch?v=MTwq1_9VH68

De -pirata-vermelho- a 20 de Setembro de 2010
(nem mais...)
De Maria Brojo a 21 de Setembro de 2010
Pirata-Vermelho - pelo acerto, também gostei.
De Maria Brojo a 21 de Setembro de 2010
Veneno C. - na mouche! Gostei.
De perseu a 20 de Setembro de 2010
Uma crónica de alguem que as sabe fazer.Nada que é importante lhe passa ao lado.
O tema é gratificante para quem serviu Portugal.
Desafortunadamente, e graças a um esquema muito bem urdido pela pseudo intectualidade,com o rótulo de pacifista manipulada,e apdrinhada,quiça,por sinistras figuras do fundamentalismo muçulmano e não só,a amanteigada e gorda Europa despreza por completo as suas Forças Armadas.

Não nos esqueçamos que um sugeito que é presidente do conselho europeu esbracejou,e pronunciou salmos e litãnias ao maoísmo.

Lembram-se dessa figura sinistra?

Claro que Portugal atento,e subserviente,não poderia fugir regra da imbecilidade.

Só ama ,com verdade,a Paz quem conheceu,cara a cara, a cõr da guerra,garanto-vos que é negra.

O que para aí se diz e escreve sobre a paz é folclore,cinismo e parvoeira.

Basta de disparates!
Respeitem as Forças Armadas e apoiêm-nas.
São o garante da nossa defesa e dos nossos muito queridos.
De Maria Brojo a 20 de Setembro de 2010
Perseu - aprendi consigo. Obrigada.
De Maria Brojo a 20 de Setembro de 2010
Perseu - sem invadir a sua privacidade poderia informar se é bilingue, sendo o castelhano a língua materna?
De perseu a 20 de Setembro de 2010
Sim sou bilinguue,a minha lingua materna é o Galego.
Tive,e tenho,mais agora ,ificuldade em falar e escrever o Português moderno.

Assim sendo,e com muito orgulho,considero-me Galaico-Português.

Servi e lutei por Portugal.
Por Portugal em Além-Mar.
Disso me ufano e orgulho.

Não fugi,não espezinhei a bandeira de Portugal em terra estrangeira.
De Maria Brojo a 20 de Setembro de 2010
Perseu - obrigada pela resposta. Suspeitava. Se Galego tanto melhor - entendo-me melhor com a Galiza do que com Castela.

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