Sábado, 15 de Janeiro de 2011

SOLAR MINIMUM, SOLAR MAXIMUM

Oleg Korolev

 

Dos telescópios, satélites, canhenhos informáticos prenhes de cálculos matemáticos, tecnologia vária e além, surgiu a nova: o Sol entrou em revolta interna. Estava prevista pela NASA desde 2010, mas no alvor deste ano as tempestades, explosões solares, manchas que vão e vêm

provam um ciclo de intensa actividade solar. A estrela que nos comanda, em períodos de onze anos, oscila entre o solar minimum – ciclo de repouso - e o maximum – rebelião intensa. Impossível de antecipar, o observado da Terra indicia próximo o começo.

 

Não seja pensado que o solar minimum é pacífico para os humanos: entre 1500 e 1850 ocorreu a “pequena era do gelo” e por isto definitivamente associadas alterações climáticas no nosso planeta aos humores solares. Afirma quem sabe deverem-se as situações dramáticas na Austrália e no Brasil ao intenso período de actividade por ora registado. Assim sendo, e por se desconhecer quando o maximum será atingido, nada de bom é augurado para o clima enquanto as tempestades no sol continuarem a debitar energia equivalente à de uma centena de bombas atómicas explodindo em simultâneo.  

 

Estes dados suavizam, sem desmentir, a importância da actividade humana como fonte de perturbações climatéricas. Não bastavam as convulsões planetárias que tão bem engendramos, ainda a estrela que nos sustenta no espaço tinha de desajudar a humanidade...

 

CAFÉ DA MANHÃ

  

publicado por Maria Brojo às 10:13
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3 comentários:
De perseu a 15 de Janeiro de 2011

Fenomeno conhecido que nada tem de misterioso.
Óbviamente que dentro de uns milhões de anos esta estrela se transformará numa estrela negra,mas muito antes o nosso sistema planetário será volatizado.
Esperemos que no entretanto a especie humana não tenha destruido o seu habitat e se não tenha destruido a ela própria.
Se assim não for viveremos em outro sistema e em outro planeta.
De teseu a 15 de Janeiro de 2011
não gosto de blasfêmeas :-(
De Maria Brojo a 17 de Janeiro de 2011
Perseu - Será que o ser não é pessoal, mas transmissível?

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