Quarta-feira, 20 de Maio de 2015

AI TIMOR!

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Lembro como Portugal em peso aderiu ao desfecho da luta timorense pela independência. Lembro a exposição de pintura no CCB onde este presente a pintora Manuela Pinheiro e cujos fundos reverteram para Timor. Lembro como me deitava tarde a ouvir a minha rádio preferida, a TSF, sabendo que uma madrugada de trabalho estava em espera. Por tudo, regozijo-me com a medalha atribuída pelo governo timorense à minha sintonia de eleição.

 

 

Deixo um artigo que retrata o Timor de hoje.

 

 

 

“Treze anos depois da independência, Timor é hoje um país que cresce devagar.”

 

 

 

“O retrato é de Max Stahl, o jornalista britânico que, em 12 de Novembro de 1991, filmou às escondidas o massacre no cemitério de Santa Cruz. Ainda a viver em Dili, Max Stahl considera que a Paz é a maior conquista dos timorenses. Sublinha que, em muitos países, a paz tem sido conseguida à custa de muitos conflitos, "como temos visto em África", e "pode demorar gerações", e isso não aconteceu em Timor.

 

 

Max Stahl fala num país que cresce, mas em que falta "uma economia que funcione" e que está demasiado dependente do petróleo. Mas "o petróleo não vai durar sempre. E para que Timor seja o país que os timorenses pretendem, vão ser precisos 15 anos, mais ou menos". "É preciso criar um estado capaz de oferecer aos jovens emprego, educação e oportunidades para participar no futuro do país. Por enquanto, há muito por fazer".

 

 

O jornalista britânico diz que Dili é uma cidade como tantas outras, em que nada falta, mas fora da capital, "há aldeias sem qualquer avanço, depois da Independência". Mesmo assim, "a população em geral sabe que tem de dar tempo" aos novos governantes. Há poucos meses, que Rui Araújo sucedeu a Xanana Gusmão na chefia do governo. Estão a "ver o que eles conseguem fazer (…) se não conseguirem fazer nada, isso vai ser um grande desafio no futuro". Para Max Stahl, o facto de Xanana ter passado testemunho a uma nova geração de políticos, revela "humildade, visão e dedicação" ao país, acima de qualquer interesse privado.

 

 

Max Stahl dirige hoje um centro audiovisual em Dili. Dedica-se a reconstruir a História de Timor em imagens, porque ‘um povo sem passado, não tem futuro’.”

 

  

Nota – Fonte aqui.

 

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

 

 

publicado por Maria Brojo às 09:38
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