Quinta-feira, 28 de Maio de 2015

AINDA A NATÁLIA ENGOMAVA, ENTROU O OSTEOPATA

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Salvador Dali – “Honey is Sweeter than Blood”

 

 

 

Durmo como lajedo «prantado» há séculos na “Estrela”. Bem podem almejar interromper-me o sono que todas as tentativas saem goradas. Foi preciso muito engenho e teimosia, havendo sismo a fazer tremelicar objetos e paredes que arribou de Lisboa até Coimbra onde, na época, tinha a minha rica cama, para os pais me acordarem. Quando espertei e entendi ter de ir para a rua, a minha preocupação foi mudar para um pijama por estrear que dormia na gaveta. Também ele não havia dado por nada. Chegada à rua, o perigo havia passado. Os pais concluíram que a educação de menina obediente ao bem parecer pecara por excesso. Devo a tal sismo a minha alforria de regras ociosas. Daí em diante, foi um «tasse bem» que dura até hoje. Algumas excentricidades foram-me permitidas. E como delas fruí e fruo…

 

 

 

 

À conta duma perna que deu de si, enfiei no «bucho» três embalagens de antibiótico. Melhoras irrelevantes. Fiz um doppler à dita – nada! Fui vista por dermatologista escolhido a dedo. Extraiu-me amostra para análise, que deve ter fugido para outras paragens mais sãs pois a colheita não chegou ao destino. Vai daí, mandei às malvas o resto da terceira embalagem de antibiótico e decidi que não se passava nada. Mas passava.

 

 

 

 

A amiga/irmã com problemas graves de saúde, em cansaço por ser recambiada de médico para médico, foram-lhe recomendadas as mãos e o saber de osteopata conhecido: trata dos jogadores de Benfica, bem, pelo resultado, inclui a equipa da Terapia do Sono e a do Ginásio Clube Português. Mais me informou: ia a casa do paciente conhecendo quem o nomeara e tinha-a deixado leve como pena. Após ter visto a mãe, senhora de 89 anos, o andarilho restou num canto e a senhora quase voava. Também quis as benditas mãos, constatados os factos com estes que a terra um dia irá papar. Marcada consulta para ontem.

 

 

 

 

Ainda a Natália engomava, abro a porta a quem os de antanho chamavam ‘endireita’. Advogado como formação primeira, rapaz para a minha idade, pais médicos, só defendeu inocentes, ladrões e quejandos por cinco anos. Não era aquele o seu futuro e fez aprendizagens, concluiu graduações cá, mais ainda nos Alguidares De Baixo da «estranja».

 

 

 

Entrou com maca enfiada num saco. Breves cumprimentos e ‘bora lá’ que o tempo urge. Montado o tabuleiro rígido, estendi-me de barriga para baixo. Mexeu em cada ossinho que eu sabia e noutros que desconhecia. Colocou-me em posições de espantalho e nalgumas inspiradoras para fins distintos. Ia-me explicando o feito – nervos, tendões e outras miudezas precisados de alinho. Gravíssimo o estado da minha coluna. De tão direita e esticada (dezenas de anos de ginásio) é culpada de tensões que sinto. Pior: se não a alivio ainda fico corcunda. Ginásio, sim, (…)

 

 

 

Nota – Texto integral aqui.

publicado por Maria Brojo às 10:00
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