Domingo, 7 de Setembro de 2014

AS MINHAS COZINHAS DA ESTRELA

 

 

Imagens da cozinha mais antiga na família - Casa do Prado. Permanece tal qual. Está inserida no Parque Natural da Serra da Estrela. A Casa do Prado está à venda. Cinco mil metros quadrados, terreno em socalcos que inclui mata no cimeiro, terreno arável nos seguintes. Duas minas. Construída em granito, três pisos (dois para habitação), dez assoalhadas, e «loja» tipicamente beirã cujas paredes são os blocos de granito que sustentam a casa. A mil e duzentos metros da cidade de Gouveia e de toda a animação cultural (museus, galeria de arte, serviços, lugares gastronómicos de excelência). Dista 15km das pistas de ski. A 12km da barragem do Vale do Rossim onde se praticam desportos náuticos (praia entremeada com arvoredo e todos os suportes de praia). Está localizada no ponto mais alto da freguesia das Aldeias e virada para a montanha. Vista serrana magnífica.

 

Na quinta, existem ainda mais duas casas em granito que necessitam de recuperação, bem como a casa principal. Por isto, custo muito abaixo do valor real.

 

 

 

 

Imagens da segunda cozinha mais antiga. Remodelada há uma década e meia, perdeu algum do tipicismo local.

 

 

 

 

Terceira e a que mais uso. Deliro com a coleção de latas na despensa. A Casa do Prado também inclui despensa. Esquecimento imperdoável: nunca a fotografei.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 09:40
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4 comentários:
De a propósito a 7 de Setembro de 2014
Pastora da Serra


Pastora da serra
da serra da Estrela,
perco-me por ela.

VOLTAS

Nos seus olhos belos
tanto Amor se atreve,
que abrasa entre a neve
quantos ousam vê-los.
Não solta os cabelos
Aurora mais bela:
perco-me por ela.

Não teve esta serra
no meio da altura
mais que a fermosura
que nela se encerra.
Bem céu fica a terra
que tem tal estrela:
perco-me por ela.

Sendo entre pastores
causa de mil males,
não se ouvem nos vales
senão seus louvores.
Eu só por amores
não sei falar dela:
sei morrer por ela.

De alguns que, sentindo,
seu mal vão mostrando,
se rim, não cuidando
que inda paga, rindo.
Eu, triste, encobrindo
só meus males dela,
perco-me por ela.

Se flores deseja
por ventura, belas,
das que colhe, delas,
mil morrem de enveja.
Não há quem não veja
todo o milhor nela:
perco-me por ela.

Se na água corrente
seus olhos inclina,
faz luz cristalina
para a corrente.
Tal se vê, que sente,
por ver-se, água nela:
perco-me por ela.



Luís de Camões
De Maria Brojo a 8 de Setembro de 2014
"A Propósito" - Muito obrigada por tão lindo presente.
De paciente a 11 de Setembro de 2014
A atualização da renda compulsiva a que chamam do IMI não facilita o saudosismo e até enferruja a veia poética cos proprietários, até azedam as amoras silvestres.
De Maria Brojo a 15 de Setembro de 2014
Paciente - como lhe dou razão! Só um grande amor pela família permite que as amoras continuem rubras e doces.

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Olá Tudo bem?Faço votos JS
Vim aqui só pra comentar que o cara da imagem pare...
Olá Teresa: Fico contente com a tua correção "frei...
jotaeme desculpa a correcção, mas o rei freirático...
Lembrai os filhos do FUHRER, QUE NASCIAM NOS COLEG...
Esta narrativa, de contornos reais ou ficionais, t...
Olá!Como vai?Já passaram uns meses... sem saber de...
continuo a espera de voltar a ler-te
decidi ontem voltar a ser blogger, decidi voltar a...
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