Domingo, 29 de Junho de 2014

AS MINHAS GÉMEAS

 

 

Benedito Marques, orgulhoso pai da Ana Marques         Ana Marques                                  "Vou ali num instante plantar uma oliveira"

 

 

             Ana Marques momentos após a entrada                                                 A querida Isabel Marques, mãe da Ana

 

Na mesa: Manuel S. Fonseca, Ana Marques, Júlia Pinheiro, José Diogo Quintela e o representante do Âmbito Cultutal do El Corte Inglés.

 

Antes da magnífica e hilariante apresentação do livro, José Diogo Quintela.                          Manuel S. Fonseca - Editora Guerra e Paz 

 

Ana Marques e o marido, Joaquim.                                                O irmão de Ana Marques,Manuel Marques, comediante e ator com a família.

 

Isabel Marques num sorriso feliz pelo momento e pela família linda.                    Manuel S. Fonseca, o feliz editor da obra.

 

Lançamento inesquecível. Alegria e espontaneidade a rodos. O livro "As Minhas Gémeas"? Comecei a ler nessa mesma noite e foi difícil parar. Uma escrita coerente, rica, humorada no relato da jovem mãe que durante trinta e três dias na Maternidade Alfredo da Costa amanhecia grata por ela e as meninas que a enchiam estarem vivas. A não perder mais esta obra editada pela Guerra e Paz do estimado Manuel S. Fonseca.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

 

publicado por Maria Brojo às 12:48
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6 comentários:
De a.reis a 29 de Junho de 2014 às 20:23

Á autora do livro desejo-lhe o maior sucesso nesta sua publicação, que julgo ser interessante, na medida que transmite ao público as sua experiência pessoal, perante um assunto reservado e de vivência difícil que soube atravessar e, que decerto, poderá ajudar outras leitoras que, passem por situações similares.
De Maria Brojo a 30 de Junho de 2014 às 15:02
A.Reis - decerto a autora agradeceria as suas palavras.
De a.reis a 29 de Junho de 2014 às 20:25
Inexcedível interpretação desta belíssima voz. O arranjo musical consegue vir em pleno ao encontro do tema.
O poema, para mim, parece-me ser um pouco inconclusivo. Numa tradução simples e, não me parecendo haver metáforas muito herméticas, afigura-se-me que a mulher perdeu a virgindade numa aventura furtuita, atirando alguma culpa para cima do diabo, que estaria a ver (o demo foi sempre causa da perdição). No momento da canção e, perante o seu verdadeiro amor, lamenta não ter já o “sangue” que com ele queria partilhar. Isto cheira-me a vampirismo ou uma situação de assunto démodé na sociedade actual. Não gosto.
De Maria Brojo a 30 de Junho de 2014 às 15:06
A. Reis - por muito gostar da Lara Fabian, fui influenciada pela subjetividade do meu prazer sempre que a ouço.
De ERA UMA VEZ a 30 de Junho de 2014 às 16:25
A autora agradece comovida.
Eu também. E como...
Oxalá o Manuel passe por aqui. Vai ficar orgulhoso.
De Maria Brojo a 1 de Julho de 2014 às 09:01
ERA UMA VEZ - privilégio meu ter assistido a lançamento tão diferente, para melhor, dos demais de um livro tão rico. Prova de que dum sofrimento nascem risos felizes.

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