Domingo, 19 de Janeiro de 2014

CIBRALTAR

 

 

 

 

Amanhecer soalheiro em Cádis, chegada a Gibraltar, península ultramarina britânica a partir de 1713. A”Wiki” informa: “o nome Gibraltar origina-se na expressão árabe jabal al-Tariq (ﺨﺒﻝﻄﺭﻕ) que significa "montanha de Tarique". A montanha, um promontório militarmente estratégico na entrada do mar Mediterrâneo, guarnece o estreito oceânico que separa a África do continente europeu. O nome é uma homenagem ao general muçulmano Tariq ibn Ziyad que no ano de 711 d.C. aí desembarcou. Antes, foi chamado pelos fenícios de Calpe, uma das Colunas de Hércules. Popularmente, Gibraltar é chamada de "Gib" ou "The Rock" (o Rochedo).”

 

O rochedo impõe-se desde longe. Atravessar pista de aeroporto a pé ou de automóvel é peculiar.

 

  

 

Mesmo à distância, fotografar o rochedo, esmiuçar a vegetação que o cobre parcialmente, captar antigas e atuais logísticas militares foi curiosidade primeira.

 

 

  

 

Dentro da cidade, descobrir recantos e vias principais é tentação. Obedeci-lhe.

 

 

  

 

Atração que não desdenhei foi o porto. Ainda por via da mesma fonte soube: “embora a presença naval britânica em Gibraltar tenha diminuído muito desde o seu auge, antes da Segunda Guerra Mundial, o estreito de Gibraltar é uma das mais frequentadas vias marítimas do Mundo, com a passagem de um navio a cada seis minutos.”

 

Curiosidade inesperada foi a semelhança entre detalhes portuários em Gibraltar e na margem esquerda do Tamisa em Londres - embarcações de antanho presentes num e no outro lugar.

 

  

 

  

 

  

 

  

 

Prazenteiro o caminhar pelo interior da cidade. Tanto ficou por ver!

 

 

  

 

   

 

  

 

Na parte substantiva da tarde, o rochedo. O aspeto é de um promontório com 426 m de altitude. Clima mediterrânico - invernos suaves e verões quentes. Alcançado o cimo possível pelo teleférico, ficam visíveis as fronteiras: a norte, por uma estreita fronteira terrestre com Espanha, dos outros lados, pelo Mar Mediterrâneo, Estreito de Gibraltar e Baía de Algeciras. Dúzia de quilómetros de linha de costa. O azul marítimo muda conforme os horizontes – olhando África, anuncia o mediterrâneo pelo turquesa das águas.

 

  

 

  

 

    

 

  

 

No cimo do rochedo que é possível visitar, olhando a esquerda, o continente europeu. Se for a direita escolhida, agiganta-se África, no caso, envolta em bruma.

 

  

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

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publicado por Maria Brojo às 09:00
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Olá. Posso falar consigo sobre a sua tia Irmã Mar...
Olá Tudo bem?Faço votos JS
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Olá Teresa: Fico contente com a tua correção "frei...
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