Sexta-feira, 3 de Abril de 2015

FICAM QUANDO TUDO FOI

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Tristeza reconhecida pelo calendário católico. Cálice de penas e chicotadas. É sexta, é santa, é registo e símbolo do sofrimento do Humano(?) Redentor. Da generosidade. Do espírito solidário pelos feitos de sangue e carne e do não materializado que é tudo. Nas igrejas, rezam-se ladainhas e responsos. Gentes alinhadas em procissões e nas bordas das ruas presas a rituais talvez fervorosos, talvez turísticos. Da Espanha chegam nativos habituados a capuzes e velas trémulas. Vêm pelos atoalhados e pela diferença pobre do lado oeste da fronteira. Amêndoa doce seria o sol, não venham nuvens grávidas de chuva num talvez previsto de Norte para Sul. E as almas escurecem quando é de chumbo o céu. Porque alimento dos quotidianos depois dos encontros das famílias, o amor, domingo após, é posto à mesa e recheia cordeiro de leite. Doçuras são formosuras que entretecem memórias que ficam quando tudo foi.

 

publicado por Maria Brojo às 08:00
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