Domingo, 26 de Abril de 2015

MURAIS DO 25 DE ABRIL DE 1974

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A Revolução dos Cravos, a 25 de Abril de 1974, despoletou uma onda de pinturas e inscrições de rua. Algumas dessas imagens e "palavras de ordem" de cariz político perduram nos dias de hoje.

 

 

Para sempre ficarão na memória "slogans" como estes : "25 de Abril sempre", "O povo unido jamais será vencido", "A terra a quem a trabalha" e o " O povo é quem mais ordena".

 

 

Imagens de paredes e murais do pós-revolução. São documentos fotográficos que fazem parte do acervo do Centro de Documentação do 25 de Abril da Universidade de Coimbra.

 

 

Nota - Fonte aqui.

 

 

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

 

 

publicado por Maria Brojo às 09:06
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Sábado, 25 de Abril de 2015

É ABRIL E DIGO

 

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Catherine Klein – “Carnation”

 

 

É tempo de alcançar todas as Primaveras. De rebolar em todos os prados. De recolher cada pérola de chuva. É abril! Por isso te digo:

 

fala-me de liberdade,

 

deixa que encastele ilusões,

 

traz sonoridades dos futuros,

 

vem revisitar o que plantámos noutras primaveras,

 

renova a água que absorvíamos sequiosos,

 

abre as mãos em concha para nelas aninhar os meus sonhos,

 

lembra-me melodias do passado,

 

tira a máscara que agora te esconde,

 

não deixes secar as fontes que nos saciaram,

 

escuta comigo todos os silêncios e sente os ecos,

 

solta as canções de Maio (...)

 

 

Nota - Texto integral aqui.  

publicado por Maria Brojo às 08:00
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Quarta-feira, 25 de Abril de 2012

VIVER É LUTAR SEMPRE

Cartazes dos anos 80 comemorando o 25 de Abril

 

Se a morte fosse interesseira,

sei bem o que faria,

os ricos pagavam à morte,

só os pobres é que morriam.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 07:59
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Terça-feira, 24 de Abril de 2012

152 EUROS PARA CAMINHAR

Bjorn Richter

 

Com o mote "A natureza é de todos", na quarta-feira, 25 de Abril, haverá manifestações pela liberdade de usufruir dos parques do Estado, onde voltaram a ser exigidos 152 euros para caminhadas.

 

No próximo dia 25 de Abril, às habituais marchas de cravo na lapela que em Lisboa e Porto recordarão a liberdade alcançada nesse dia em 1974 somam-se, este ano, duas outras marchas. Pela liberdade de usufruírem dos parques naturais geridos pelo Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB), grupos de pedestrianistas e montanhistas vão juntar-se nas áreas protegidas da Peneda-Gerês e da serra de Aires e Candeeiros. Em causa volta a estar contestação à exigência do pagamento de uma taxa de 152 euros a quem pretenda organizar caminhadas nos parques naturais do Estado.

 

Com o mote "A natureza é de todos", o protesto de quarta-feira reacende a polémica levantada em Outubro de 2009, aquando a aprovação da portaria 1245/2009, que estabelecia as taxas a pagar por serviços prestados pelo ICNB, e que impunha o pagamento de 200 euros por "declarações, pareceres, informações ou autorizações de atividades de visitação". Muita contestação e uma manifestação depois, o Governo de então voltou atrás e fez publicar, em Março de 2010, uma nova versão da portaria, que, consideraram todos os praticantes de atividades de montanha, resolvia a questão, ao excluir do seu âmbito o acesso e a visita aos parques.

O problema é que a nova redação não resolveu nada, dada a interpretação feita pelos serviços do ICNB, queixaram-se, já em Dezembro, numa carta enviada à ministra do Ambiente, Assunção Cristas, mais de 200 praticantes de pedestrianismo e montanhismo que desenvolvem atividade no único parque nacional do país - Peneda-Gerês. "Como a Exma. Senhora  Ministra poderá verificar, através de uma abusiva leitura da dita portaria 138 A/2010, está a ser atualmente exigido o pagamento de uma taxa de 152,00€, acrescida das atualizações anuais, para que os pedidos de autorização de atividades de visitação do parque nacional possam ser analisados", alerta-se na carta.
(…)
Sem resposta à carta enviada a Assunção Cristas, em meados de Março vários grupos começaram a movimentar-se para organizar novas formas de luta contra a interpretação que, em alguns espaços naturais, vem sendo feita da portaria. Interpretação essa que levou a que, no mês passado, um grupo que caminhava na serra de Aires e Candeeiros tivesse sido abordado pelas autoridades deste parque natural, e notificado pelo facto de não ter qualquer autorização para caminhar. Um caso que está na génese da manifestação marcada para esta área protegida.
(…)
Quer o BE quer os subscritores chamam a atenção para o efeito perverso da taxa que, dizem os pedestrianistas, "acaba por incentivar uma desobediência cívica". Os bloquistas notam que "a situação criada pela aplicação desta taxa a particulares leva a que muitos visitantes realizem as atividades desportivas sem darem conhecimento às entidades que gerem os parques". E notam: "Estas visitas não comunicadas são particularmente graves, pois impedem o parque de gerir o número de visitantes, pondo em causa a sua resiliência e sustentabilidade, e aumentam a perigosidade de muitas práticas desportivas."

Os praticantes de montanhismo não estão contra a necessidade de pedir autorização para visita a áreas mais sensíveis dos parques. Contestam é que, pelo pedido, que até pode ser recusado, se pague mais de 150 euros. Um preço exigido a grupos que andam a pé e que é dez vezes superior ao que os automóveis, com a sua carga poluente e sem necessidade de qualquer autorização, pagam no Verão para atravessar a mata da Albergaria, uma das áreas de proteção integral da Peneda-Gerês.

 

Fonte: http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx?id=1543151

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 14:13
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Segunda-feira, 25 de Abril de 2011

PALAVRAS PARA QUÊ?

João Abel Manta

 

 

 

João Abel Manta

 

Autor que não foi possível identificar, João Abel Manta

 

João Abel Manta

 

Darren Rice

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 08:24
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ABANDONODAVID MOURÃO FERREIRAPor teu livre pensame...
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