Terça-feira, 15 de Novembro de 2011

POR ORA

An He

 

Finalmente, esperança de quietude aventurada nos idosos da família! Bom dia serenidade! Bom dia alegria que em ti me revejo!

 

Confiante em haver tomado uma das melhores opções na barcaça da minha vida, foi-se a angústia, suavizou-se o rosto franzido, nova luz apaga olhar mortiço. E sinto-me deliciosamente centrada no umbigo dos afectos, por escassos dias, somítica no pensar do que move o bairro, a cidade, o país, o mundo.

 

Lavam mágoas os pingos de chuva no rosto entremeados por Sol no suspense do brilha, não brilha. E quando tudo ilumina, evapora no perto o molhado, as dores da alma, sombras de breu com borrascas dentro, permite leitura remoçada do acontecido e por acontecer, escrever sem o peso insuportável do lastro dorido que arrasta para fundos malfazejos, que a racionalidade adquira o de sempre papel de filtro com poros de curto diâmetro. Por ora, é este o sentir.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 06:53
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Olá Tudo bem?Faço votos JS
Vim aqui só pra comentar que o cara da imagem pare...
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jotaeme desculpa a correcção, mas o rei freirático...
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