Colleen Ross
Vi sítio lindo. Antes, fora o recolher do automóvel da garagem onde pernoitara semana e meia para arranjo. Ao trazerem-mo, luzia e pouco tinha a ver com a lata podre ali chegada, conquanto, etariamente, infante do básico. De tão bonito, quase tive receio de rodar o volante. Por saber-me distraída e consciente da péssima condutora que sou – nada me detém sendo pressa e a cavaqueira com o(a) pendura a mandarem – avancei lenta e cuidadosa. Inusitada maneira de progredir no alcatrão para quem me conhece os vícios se dirijo um motor...
Voltando ao lugar conventual onde cerâmicas e lioz e arcadas e arcos em tijoleira emoldurando janelas do século XIV coabitam com fibras óticas após irrepreensíveis restauros. Lugar a que acedem funcionários de serviço estatal. Além dalgumas, escassas, pousadas, especulo que na amada Lisboa – a “Cidade Branca” do Tanner, a lagarta reluzente esparramada ao sol – e no país, poucos coios semelhantes existem. Ter fruído deste encheu-me o olhar com beleza.
Almoço? _ Partilhado! Iscas e sardinhada numa tasca encantadora «mai’la» companhia.
CAFÉ DA MANHÃ
Adoçantes
Peregrinando
Brasileiros