Sábado, 30 de Maio de 2015

10 HOMENS E 1 MULHER

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Andrew Bennett

 

 

“Onze pessoas estavam penduradas numa corda, num helicóptero. Eram 10 homens e 1 mulher.

 

Como a corda não era forte o suficiente para segurar todos, decidiram qual deles teria que se soltar da corda.

 

No entanto, não conseguiram decidir quem. Até que, finalmente, a mulher disse que se soltaria da corda pois as mulheres estão acostumadas a largar tudo pelos seus filhos e maridos, dando tudo aos homens e recebendo nada de volta.

 

Disse também, que os homens como criação primeira de Deus, mereceriam sobreviver, pois eram mais fortes, mais sábios e capazes de grandes façanhas.

 

Quando ela terminou de falar, todos os homens começaram a bater palmas.

 

Nunca subestime o poder e a inteligência de uma mulher!”

 

 

 

 

publicado por Maria Brojo às 09:55
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Quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2015

ALQUEVA – TESOURO ÍMPAR

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Andrew Bennett

 

 

“Alqueva está a bater recordes mundiais de produtividade por hectare, pelo menos em oito categorias de produtos. Milho, beterraba, tomate, azeitona, melão, uva de mesa, brócolos e luzerna rendem, em certos casos, três vezes mais que no resto do mundo, em termos médios, se forem produzidos em Alqueva.

 

 

 

O Expresso cruzou dados do INE e da FAO (Nações Unidas) com a informação da EDIA, que gere o regadio de Alqueva - e também com testemunhos de alguns produtores - e o resultado é surpreendente: média de 14 toneladas de milho/hectare contra 5,5 toneladas a nível mundial. 100 toneladas de tomate contra 33,6 toneladas para o resto do mundo ou ainda 30 toneladas de uva de mesa em comparação com 9,6 toneladas a nível global.

 

 

 

A fama de Alqueva ultrapassou há muito fronteiras e há já investimentos de oito nacionalidades, desde a África do Sul a Marrocos, passando pela França, Itália e Escócia. Espanha lidera claramente entre os vários países que estão a investir no Alentejo. Atualmente de Alqueva sai cebola para a Mc Donalds ou amendoim para a PepsiCo, para além de uvas sem grainha com destino a várias cadeias de distribuição britânicas e de outros países do norte da Europa. Ainda esta semana, numa feira agrícola em Don Benito, na Extremadura espanhola, a EDIA foi abordada por um banco do país vizinho pedindo informações sobre as disponibilidades de terra na área do regadio, com o objetivo de aconselhar clientes seus a investir no Alqueva.

 

 

 

O que diferencia Alqueva de muitas outras zonas agrícolas na Europa, mas também de outras noutros cantos do planeta são sobretudo três fatores: uma terra praticamente virgem, livre de químicos e de fungos, pois durante muitos anos apenas recebeu cereais de sequeiro; abundância de água para regar quando as plantas mais precisam (ou seja, na primavera e no verão) e, não menos importante, uma exposição solar prolongada, o que acaba por ter um efeito multiplicador na fotossíntese das plantas e, consequentemente, na produção de alimentos mais saborosos.

 

 

 

Mas há ainda uma grande vantagem comparativa. É que, mesmo em relação a outras zonas do país, Alqueva permite ter produtos nos mercados abastecedores duas a três semanas antes de toda a concorrência. E se a comparação for feita com outros países europeus a vantagem aumenta à medida que se caminha para norte. De Espanha para cima, muitos dos produtos são obtidos em estufas, com climatização artificial, ou seja, com custos energéticos acrescidos considerados avultadíssimos, o que acaba por se refletir no preço final ao consumidor.”

 

 

 

Fonte – Esta.

 

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

 

 

publicado por Maria Brojo às 08:00
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Terça-feira, 22 de Abril de 2014

OS ‘DIAS DE’

 

Andrew Bennett

 

Enchem o calendário os ‘Dias de’. Noticiam o acontecido em determinado dia de um ano qualquer. Só em Abril, uma dúzia de assinalados. Houve a 1, o Dia dos Enganos, a 2, o do Livro Infantil, o Dia Mundial da Saúde a 7, o da luta contra o cancro e da astronomia a 8, o da Imprensa a 13. A16, o único que nasceu da proposta de um otorrino português e foi "exportado" para o resto do mundo - Dia Mundial da Voz. Mais três aguardam celebração: amanhã, o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor e o Dia Mundial do Escuteiro, a 29, o da dança. Faltam três dias para o Dia da Liberdade que os cravos enfeitam. Hoje, em quase todo o mundo, cabem à Terra vinte e quatro horas que a pensam. O seu futuro, em crescendo, inquieta os espíritos. Não é ao acaso dito que o planeta deve proteger-se do homem. Aos sete pecados mortais que fazem sofrer o planeta, foi somado o da poluição eletrónica. O lixo informático acumulado, traduzido em energia, alimentaria milhões e milhões de casas. E fica novo recado aos atentos ambientais: usar com parcimónia e utilidade as teclas.

 

Ao ser difícil poupar a Terra sem poupar o homem, não podia omitir do Dia da Terra! Ela nos faz e constitui. Átomo a átomo incluindo o imenso vazio entre eles.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 09:40
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Quinta-feira, 7 de Junho de 2012

NÁUSEA E COMÉDIA DE ENGANOS

Andrew Bennett

 

Outra reunião a milhares de quilómetros. Havia menos de semana, regressara duma. Mais do mesmo, que as novidades diluí-as o tempo e a experiência. Cruzou as pernas sob a secretária estilizada. Estava cansada de viagens restritas ao «vou-ali-volto-já» do costume – aeroporto, hotel, aeroporto. Por isso, a mala de cabina não saía do quarto, entre a cómoda e a porta. A de agora, marcada para depois do dia seguinte. Com tecnologia além do suficiente, qualquer vídeo-conferência, rosto a rosto nos momentos cruciais das negociações, seriam bastantes. Mas não.
Hierarquia superior ao departamento que chefiava insistia em privilegiar contactos directos, supostamente ganhadores nas múltiplas vertentes. De início, surpreendera-a listagem precisa quanto a procedimentos cedo aprendidos e imagem – minúcia no reflexo social, saia e casaco ou vestido e casaco, saltos, calças nunca. Sedução, competência, disponibilidade, altivez afável eram itens.     

 

Sabia da cobiça suscitada nos olhares masculinos. Em tempos, ocorrera-lhe ter sido a figura elegante mais decisiva na contratação do que a excelência do curriculum. Assomando o pensamento e a realidade experimentada, libertava fúria.

 

Bem paga, habituara-se às mordomias entre idas e vindas: classe executiva, automóvel às ordens, hotéis estrelados até perder de vista. De novo, abdicaria da presença no aniversário do Manuel - confiava nos avós e no companheiro/pai para a certeza da felicidade do filho. Ligaria, ouvi-lo-ia, à distância cuidaria dos detalhes impossíveis de cumprir antes da partida. O T5, compra recente num condomínio de luxo, a decoradora, a manutenção do estatuto económico obrigavam-na. Também o prestígio, a ilusão de por modo este a família, o Manuel em particular, acrescerem nas vidas momentos únicos e despreocupados que os comezinhos não desfrutavam. Desculpas?

 

O voo fora rápido. Feito no hotel o check-in, soube da meia hora de espera até subir ao quarto convenientemente arrumado e limpo - descuido que reportaria. Quis saber do Manuel. Conversar sem telemóvel. Enviar-lhe o vídeo retrospectivo dos catorze anos mediados desde o nascimento. Surpresa que a ocupara horas antes da viagem/trabalho. Concentrada, notou e esqueceu o demais até olhar insistente se interpor. Sabia de cor a rábula seguinte. Irada, manteve o sorriso e a postura. Cumpriu o «abc» duma resposta sedutora ao arrogante (rendido?) olhar masculino. Descruzou as pernas para outro cruzar aliciante. Viu chave, que não sua, deixada ao lado do computador. Simples: ele estava a pedi-las. Vigiou-o na entrada no elevador, convencido da irresistibilidade da sugestão. Ela desligou a máquina e levantou-se. Chave/oferta/assédio na mão depositou-a junto ao homem que no bar matava espera ou náusea ou nostalgia. Pelo olhar de revés, persuadiu-o. Após a perplexidade, ergueu-se, entrou no elevador agitando o ‘abre-te Sésamo’ da gruta que não possuiria.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 19:17
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Quarta-feira, 12 de Janeiro de 2011

PAGAR OS JUROS QUE A TERRA EXIGE

 Andrew Bennett, Dylan Lisle

 

Foi há um ano. Dizer 1º aniversário colide com a inferência de alegria que o termo em si transporta e normalmente reservado a acontecimentos felizes. No Haiti, a rebelião das vísceras da Terra matou centenas de milhares, destruiu bens, deixou vivos sem vida digna. A reconstrução demora, habitantes continuam (des)abrigados em tendas, as redes de saneamento ainda deficientes permitem que a cólera vagueie e continue o macabro caminho. Tanta desgraça por resolver! E, neste mundo de capitalismo duro e implacável, não há ‘crise’ global que justifique o abandono votado pelos países descaradamente ricos. Porque a violência decorre das desigualdades, enquanto as consciências não cerrarem fileiras numa vaga de fundo contra o actual status quo da ordem mundial, seja esquecida a utopia da paz.

 

Lá para baixo, perto dos nossos antípodas, as cheias alagam terras, deslocam multidões, recusam pacificação e retorno às margens. Na Alemanha, o liquefazer prematuro das neves, tem similares consequências. A lastimar vítimas mortais e desalojados, mas é consolo saber que os respectivos Estados possuem recursos para remediar prejuízos e proteger sobreviventes. Nas partes miseráveis da Terra, qualquer catástrofe natural obriga os povos a enfrentarem o terror pelo invisível horizonte de normalidade ou melhoria.

 

Não esqueço voz cautelosa e informada que, durando o último estio com águas marinhas anormalmente cálidas, alertou: _ Este é um dos muitos sinais da Terra. Um aviso. Entender-lhe o respirar é prudente, não só agora, mas desde há muito.

A merecer muito mais que o infinitímo segundo de preocupação que Cavaco diz não sentir pelos dizeres das campanhas adversárias.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 10:17
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