Domingo, 22 de Dezembro de 2013

VAVADIANDO DE NATAL - JOÃO PEREIRA BASTOS

 

 

    

 

À chegada, o Vá-Vá ofertou aos participantes decoração natalícia e a tradicional belíssima coleção de obras de nomes grandes das artes e das letras.

 

   

 

    

 

Pelas assinaturas, identificados os autores ilustres.

 

   

 

Maria Eduarda Colares e Fernando Dacosta.

 

   

 

   

 

Alguns dos rostos que neste e noutros "Vavadiando" têm participado.

 

    

 

Apresentação do belíssimo orador pelo Lauro António. João Pereira Bastos falou e encantou no ambiente íntimo a permitir histórias pouco conhecidas desta personagem de renome na cultura portuguesa em geral, nas artes cénicas em particular. Quem julga elitista o rol dos presentes cai em logro. Todos são bem-vindos. E que 'tragam mais cinco'. Para conhecimento das próximas tertúlias basta consultar o link à direita que tem por nome "Lauro António Apresenta" onde figura o endereço de e-mail e, através dele, revelar interesse em ser incluído na lista das comunicações.

 

CAFÉ DA MANHà

 

publicado por Maria Brojo às 08:43
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Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2011

E O PAI NATAL INSPIROU PASSOS COELHO

 

James Christensen e adaptação de autor que não foi possível identificar

 

Animem-se almas desesperançadas. Que as famílias mais desprotegidas comprem casqueiro* a mais para noite da Consoada. Que ergam a actual extravagância duma «mini» e brindem ao Natal de 2013. Que nos anestesiemos para suportar sem desespero as continuadas desventuras sociais previstas para 2012. Que se alegrem céu e terra portugueses pelo anúncio de Passos Coelho de em 2013 o país estar em melhores lençóis, talvez de linho, talvez bordados, talvez dum nylon chinês. Que seja, como ele disse, dobrado o arquétipo Cabo das Tormentas e a barcaça onde enjoamos enfune velas num mar favorável. Para levar a sério a previsão é indispensável acreditar que o Pai Natal enfia os magros presentes pelos orifícios do exaustor. E finalmente, esbocemos sorrisos ou soltemos gargalhadas por temas outros como o de ontem e o que segue, contribuição do Veneno C.

 

1. As mulheres são como férias.
Não duram o bastante.

2. As mulheres são como a fruta.
Quanto mais envelhecem, ficam menos duras.

3. As mulheres são como o tempo.
Não podes fazer nada para mudá-lo.

4. As mulheres são como café.
As melhores são quentes, fortes e mantêm-te acordado por toda a noite.

5. As mulheres são como computador.
Difícil de entender e constantemente sem memória.

6. As mulheres são como publicidade.
Jamais acreditar em uma palavra daquilo que dizem.

7. As mulheres são como conta no banco.
Sem dinheiro não geram interesse. (Algumas tesas, são bem interessantes)

8. As mulheres são como pipoca.
Satisfazem-te, mas só um pouco.

9. As mulheres são como nevões.
Não sabes nunca quando chegam, mas sabes que são frias.

10. As mulheres são como fotocopiadoras.
Servem para a reprodução, mas muitas vezes encravam.

11. As mulheres são como estacionamento.
Todos os lugares bons estão ocupados, os outros são deficientes e se queres um "assim-assim" tens que ir para longe.

 

* Casqueiro (regionalismo de pão)

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 07:16
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Domingo, 24 de Julho de 2011

SORRISOS

 

 

 

 

 

 

 

 

Sorrisos. Arredondar para cima os lábios. Luzir o olhar. Do rosto fazer sol a cobrir de alegria os seres. Qual a amargura que resiste ao instante solidário dum sorrir? Desenhar na face brilho espontâneo é jóia entesourada a partilhar com outros. Forçá-lo é hipocrisia que transforma em pechisbeque o oferecido. É luz de candeia mal parida cuja combustão fede.

 

Há quem condene a expressão livre das expressões pela inconveniência de exibir sentires num mundo afirmado «cão». Alegam fornecer armas aos outros, potenciais inimigos nas sociedades competitivas. Vulnerabiliza o tresloucado que rejeita esconder-se sob a capa da contenção. E depois? Tantos ‘loucos’ pontapearam convenções e por eles a humanidade avançou...  

 

Acolher a verdade dum sorriso que alguém oferece é o apoio em falta na alavanca de Arquimedes capaz de erguer o mundo neste tempo de cóleras.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 08:25
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Domingo, 23 de Janeiro de 2011

A PEDRA, O ADOBE, A VIDA

"Colecção Portugal dentro - Inverno, 2010"

 

Os dióspiros maduros pendurados nos ramos esquálidos e as laranjas em ninho de folhagem verde-negro foram depois. A jornada começara antes, num sábado bem-nascido cheio de novo e do visto. Havia céu grávido de chuva que, timidamente, a suspendia na forma de morrinha até a tarde soltar as águas. Parto tempestuoso viria então.   

 

 

Na aldeia perdida e a cada retorno achada, a ‘escola do regime’ mantém dignidade encanecida que nem a madeira lascada nem o branco pintalgado de humidade musgosa retira. As telhas e a tijoleira da base denunciam litoral abundante em argila e barro dela feito. Pela largura imponente dos troncos dos plátanos é contada a idade – a mesma da escola, hoje vazia de risos e brincadeiras infantis, de cadernos de duas linhas, de dedos sujos de tinta ou lápis, de sacolas de pano ou couro segundo os haveres paternos, de carcaças com manteiga ou marmelada comidas entre e com joelhos esmurrados no pátio durando os intervalos. Frialdades que gerações de crianças suportaram a par das tabuadas e reguadas sem traumas que deslustrassem o aprender. Visão romântica do hoje, porque ao tempo da escola viva a leitura dos factos era outra.

 

 

O restaurante conhecido em frente do largo satisfaz pela excelência do pitéu que lhe dá fama. Sítio de aromas e sabores. O vinho da casa compõe refeição feliz. Avançar para sobremesa é excesso - basta um café e passeio à volta do lugar. Dos ‘brasileiros’, heranças construídas em paredes e arrebiques, sã azulejaria no azul e branco tradicional, torreões miniaturas; por detrás, acrescentos de falsa modernidade. À frente, adobe arruinado que foi muro, habitação ou, tão somente, cortelho para os animais.

 

 

Pela humidade muita, erva cresce desordenada sem constituir pasto aproveitado. A rede de arame cruzado cruza o fora e o dentro. O público e o privado. A fantasia dos gatos em porcelana termina beirais. Em vez de cata-vento cimeiro, monstro alado. Ícones/códigos ditados pelo dono original.

 

 

Na volta, freixos despidos que o Outono e a invernia acobrearam. Campos verdes, prenhes de água, escondem vida hibernada no subsolo. Para Fevereiro ou Março primaveril o desabrochar. Até lá, deslizam vidas nas casas humildes. Talvez hoje saídas do casulo aconchegado para votar. Talvez a 'escola do regime' reabra como assembleia de voto. Talvez.

 

CAFÉ DA MANHÃ

  

publicado por Maria Brojo às 09:32
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Sexta-feira, 9 de Julho de 2010

DA BARRIGA, SALTARAM DÍVIDAS

Juan Medina

 

Os gregos, habituados a entrar no banco por tudo e nada que lhes financiasse o consumo exacerbado, andam ensimesmados. Lojas vazias. Por vender cremes, viagens e et cetera. Caos automóvel diminuído. Finalmente, como nós, restringem compras ao essencial, óptimo meio de distinguir o prioritário do acessório. O Cavalo de Tróia caiu-lhes em cima e da barriga, em vez da força grega, saltaram dívidas. Pelo visto, Aquiles tinha mesmo calcanhar débil.

 

Pedro Santana Lopes apresentou ontem a biografia do “Rei da Madeira”. Porque certamente pedagógica, quiçá livro de auto-ajuda, será uma das leituras de férias. Mal espero a compra de um exemplar... Ou mais, que o Natal está à porta, do subsídio respectivo sabe o Olimpo, e convém ir armazenando presentes para os amigos que por hábito oferecem velas enfeitadas com florinhas.

 

Avião movido a energia solar, em fase experimental, descola em 2012. Bom augúrio para o planeta! Propõe-se dar volta ao mundo nos três anos seguintes. Um excesso quando comparado com similar propósito concretizado em 80 dias por Willy Fog.

 

Não é que investigadores da Universidade de Aveiro desenvolveram tecnologia para medir o protão? Foi chegado o tamanho de 0,84 x 10 -15m, 5% a menos do que o estimado. Ora, além da publicidade na Nature, a conclusão obtida e patrocionada pelo Instituto Max Planck poderá obrigar a rever toda a Física Atómica. Incontestável é serem os portugueses desistabilizadores naturais por via da mistura lusitana, visigótica, sueva, germânica e árabe que lhes flui no sangue.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 08:15
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Exposição de Artes Plásticas - Conceito

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Lembrai os filhos do FUHRER, QUE NASCIAM NOS COLEG...
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Olá!Como vai?Já passaram uns meses... sem saber de...
continuo a espera de voltar a ler-te
decidi ontem voltar a ser blogger, decidi voltar a...
Autor que não foi possível identificar: Andrew Atr...
De férias , para sempre. Fechou a loja... :-(
Curta as férias querida...Beijos
ABANDONODAVID MOURÃO FERREIRAPor teu livre pensame...
Ainda?Isso aí no Inverno é gelado ;-)

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