Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2015

‘BOAS E BONITAS’ DO RUI ZINK

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Andy Warhol

 

"Ambrósio, apetecia-me qualquer coisa..." "Um comentário explosivo, madame?" "Ná. Outra coisa..." "Uma explosão, talvez?"

 

 

 

“Esta ditadura insuportável do «politicamente correcto» tira-me do sério. Durante séculos soubemos sempre – e ninguém levou a mal – que Deus era um homem barbudo, branco, já idoso mas ainda viril (como eu), vestindo uma toga e dormindo num edredão de nuvens (como eu). Agora vêm sugerir que talvez possa ter outra forma, género e até outra cor. Apre! Há limites para a insensatez destes fanáticos. Qualquer dia até nos vão tentar convencer de que Jesus era circuncisado...”

 

 

 

“Grécia Vila Morena.”

 

 

 

“Desculpem lá, mas Pedro Passos Coelho desta vez tem inteira razão. O governo grego está a cumprir as promessas feitas em campanha eleitoral?!? Por amor da santa, há limites para a demagogia...

 

 

 

ENTREMENTES, EM PORTUGAL... "Cá se vai andando com a cabeça entre as orelhas/cá se vai andando com a cabeça entre as orelhas..."

[Maldita a hora em que Sérgio Godinho meteu esta lengalenga numa canção - acho que a culpa de sermos assim é toda dele, já que mais ninguém se acusa.]

 

 

 

“Dizem que o cérebro humano regista com mais atenção as coisas negativas que as positivas e está preparado para passar as culpas a outrém, por incapacidade intrínseca de assumir demasiadas responsabilidades individuais. Eu sabia: somos um povo genial!”

 

 

 

“VENDO - 150 euros, exemplar do Charlie Hebdo. (Não é o que pensais: não estou a fazer lucro com a morte. Estou apenas a tratar da vidinha.)”

 

 

“Já me avisaram para não contar intimidades no facebook, que se vem a saber tudo. Mas eu não resisto: esta é a canção que trauteio todas as manhãs ao fazer a barba.”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por Maria Brojo às 08:00
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Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2015

LIVROS PROIBIDOS

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Vilhena

 

Nota prévia – Faz hoje duas semanas que ocorreu a chacina de cartoonistas do Charlie Hebdo. Momento adequado para lembrar livros interditos pela Censura.

 

 

O “Expresso” anun­ciou a dis­po­ni­bi­li­za­ção, aqui, de um inven­tá­rio dos livros que a Velha Cen­sura proi­biu. Fê-lo José Bran­dão e a lista que esta­be­le­ceu vai em 900 livros. Já fui ver e li imen­sos antes do 25 de Abril, dos Harold Rob­bins aos cha­tís­si­mos Simo­nov e Cho­lo­kov, pas­sando pelo Mal­raux (ainda tenho essa “Con­di­ção Humana”), o padre Jean Car­do­nell (este não está alcance nem do mais pin­tado dos inte­lec­tu­ais, ah, ah, ah), Henry Mil­ler e Har­per Lee. Até “A Nossa Vida Sexual” de Fritz Kahn me pas­sou lim­pi­nho pelas mãos. Na ver­dade, o pai de um dos meus ami­gos de bairro era ins­pec­tor da Pide e tra­zia os livros proi­bi­dos, assim pro­vi­den­ci­ando, por ínvios e per­ver­sos cami­nhos, à edu­ca­ção dos infantes.

 

 

 

Olhando para as capas que o “Expresso” repro­du­zia, des­cu­bro que li, nes­ses tem­pos de Dita­dura, em Angola, o Jubi­abá e os Capi­tães de Areia, de Jorge Amado, as Mãos Sujas, de Sar­tre e, o que diz alguma coisa sobre a minha idi­os­sin­cra­sia, quase todos os livros do mais proi­bido dos auto­res, o José Vilhena, até a minha mãe os apa­nhar e eu ter mos­trado ver­go­nha sonsa e ado­les­cente arrependimento.

 

 

Nota final – Artigo publicado aqui por Manuel S. Fonseca.

 

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por Maria Brojo às 08:00
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Terça-feira, 13 de Janeiro de 2015

QUAL CÂNDIDO DE VOLTAIRE

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Marc Ghagall – “Au dessus de la ville”, 1915. Nasceu em Vietebsk a 7 de julho de 1987 e morreu em França a 28 de Maio de 1985. Foi um pintor, ceramista e gravurista surrealista judeu russo/francês.

 

Pensamento – “A mais preciosa dádiva é o livre-arbítrio. E é sempre isto que o próximo mais deseja subtrair ao vizinho.”

 

Facto I: o acontecido ao Charlie Hebdo. Vozes se alevantaram: _ “Estavam a pedi-las!”

 

Facto II: o L. M., bom amigo, propunha-se ler calmamente a revista do semanário, refastelado no altar da «casinha». Metade do serviço aviado, abonou-se de papel para a limpeza intermédia que depois largou na cova do altar. Continuada a leitura enquanto mais não chegava, fez um golpe no dedo ao desfolhar o papel. Hipocondríaco, alcançou álcool e algodão, não entrasse “microbicharada” pelo golpe mínimo, quiçá infetando, pior, alastrando numa septicemia mortal. Tratou a ferida e remeteu o algodão à companhia do papel e do despojo intestinal. Acendeu um cigarro e continuou a leitura. Não havendo modo do resto arribar, lançou a beata para a cova. Só deu pela coisa quando o traseiro e os apêndices passaram de quentinhos a pasto de chama. Levanta-se de supetão agarrado ao essencial, desequilibra-se e bate com o cocuruto na esquina da bancada. Vai de charola para o hospital com as pudendas partes queimadas e a cabeça rachada. The End.

 

Livre-arbítrio: “possibilidade de decidir, escolher em função da própria vontade, isenta de qualquer condicionamento, motivo ou causa determinante.” Isenção de condicionantes nos nossos atos, existe? Determinismo ou liberdade de escolhas? Sobre isto há muito a Filosofia anda às turras. Facto é a sociedade de hoje resultar do livre-arbítrio passado e de cada um se defrontar com os resultados das ações. Os membros idos e vivos das sociedades terrenas fizeram menos do que deviam em benefício do bem comum. Miséria, desemprego, violência não existiriam se outro tivesse sido o comportamento coletivo. Esta realidade permite a milhões o livre-arbítrio? _ Jamais! Assim sendo, a conceção determinista, segundo a qual todos os acontecimentos são consequência de circunstâncias anteriores, ganha terreno. Mas não foi o L.M. que decidiu desinfectar a ferida? E fumar? E ir para a «casinha» ler o jornal? Porém, foi à «casinha» sob imperiosa necessidade física que do arbítrio não dependia. É hipocondríaco sem que num amanhecer rezingão tenha decidido: _ “Vou tornar-me um apanhado por maleitas!”.

 

Num tempo soft & light como o nosso vinga o soft determinism (aceita a paridade do determinismo com a liberdade de escolhas). E trago a estória de Voltaire sobre o peregrinar no mundo de um sujeito chamado Cândido que (…)

 

Nota – Texto integral aqui

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

 

 

publicado por Maria Brojo às 08:00
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Domingo, 11 de Janeiro de 2015

DO AZUL E BRANCO AO ENCARNADO - CORES DE LUTO

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A vida supera o ódio. Sorrir é ícone de esperança numa sanidade mundial que tarda. Bastam as catástrofes naturais que elevam sem detença os números da mortandade humana.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

 

 

 

 

 

 

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Curta as férias querida...Beijos
ABANDONODAVID MOURÃO FERREIRAPor teu livre pensame...
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