Quarta-feira, 20 de Novembro de 2013

VIVA PORTUGAL, FACTOS E PERGUNTAS DUMA ANALFABETA EM «FUTEBOLÊS»

  

Ronaldo by Linkyo                                                                                                              Prince of portugal by Victor Reno

 

Pela sexta vez, a seleção portuguesa qualificou-se para a fase final do Mundial de futebol. Brasil o anfitrião. Trindade de treinadores portugueses – Paulo Bento, Carlos Queirós (Irão), Fernando Santos (Grécia) – tornam o nosso país como o mais representado em selecionadores/treinadores no Mundial de Futebol de 2014. Ronaldo o herói em Solna.

 

 

Evgeny Parfenov                                              Alan Hawkins                                                      Defeat by Yashkemash

 

Autor que não foi possível identificar                                             Osama Hajjaj – The World as we Know

 

Podia implorar ajuda a um dicionário. Mas sei lá se hat-trick é bengala no linguajar futebolístico?

 

Dizem que Portugal sabe não vir a ser cabeça-de-série no sorteio. Porquê?

 

Outro porquê: “A Pepsi pediu nesta terça-feira desculpas a Cristino Ronaldo e à seleção portuguesa de futebol, na sequência da polémica gerada por uma campanha destinada aos consumidores suecos que mostrava um boneco vestido com as cores nacionais a ser esmagado por um lata e trucidado por um comboio.

 

Nessa campanha, designada "Vamos passar por cima de Portugal!” e difundida através das redes sociais da Pepsi, três imagens mostravam Ronaldo com a cabeça esmagada por uma lata, amarrado a uma linha de comboio e a ser alvo de vudu. As imagens foram entretanto retiradas, segundo uma mensagem publicada já esta noite pela multinacional norte-americana.”

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

 

publicado por Maria Brojo às 08:29
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Sábado, 16 de Novembro de 2013

FUTEBOL - MAL ME QUER, BEM ME QUER

 

 

Autor que não foi possível identificar

 

Gosto de desporto, pratiquei alguns durante três décadas com entusiasmo e dedicação. Não sei se pelos relatos na rádio que em menina me eram impingidos aos domingos enquanto o senhor Marques, soldado e «impedido» da casa, lustrava com energia e solarina os dourados das fardas do pai, ter criado desgosto pelo futebol. Recordo um objeto de madeira onde os botões encaixavam para serem reluzidos sem que pingo gorduroso do químico deixasse marcas nos tecidos. Aninhava-me ao pé dele, conversava e ouvia-lhe as histórias. Não tardou, fiquei amiga dos filhos, sendo que o mais próximo em idade é hoje entidade respeitada na ciência em Portugal e noutras bandas que ao mundo pertencem. Como não era destituída de curiosidade e entendimento, muito lhe devo por motivações que absorvi e permanecem.

 

Deve ter sido por essa altura, que reinando o Futebol Clube do Porto em casa, adotei simpatia, jamais disso passou, pelo Benfica idolatrado pelo avô julgo que à conta do Eusébio. Curioso era assistir a desafios entre os dois clubes no convívio amigável e bem-humorado dos avós e dos pais – a mãe tornou-se portista ferrenha, enquanto à avó tanto se lhe dava. A mãe bordava, a avó dormitava. Os golos dum ou do outro clube eram aplaudidos por todos; a tal chegava o amor familiar. Esta tolerância aprendida cedo viria a integrá-la na personalidade que desenvolvi. Não me queixo.

 

Problema foi ter absorvido superstição, logo eu que a rejeito em qualquer forma e nela evito cair, de enviar «malapata» ao clube do meu coração, a Académica, se jogava. Não ouvia relatos nem via os desafios pela televisão, convencida que perderia pela certa se um mau-olhado algures em mim alojado interviesse. Ficou-me a mania. Ainda no presente, recuso saber de jogos da seleção nacional ou do Benfica ou da Académica. Ressalvo os resultados obtidos que após me preocupam e investigo. Pior: diverte-me ouvir os comentários dos «doutores da bola». Utilizam jargões suntuosos. A propósito do confronto da nossa seleção com os nórdicos, captei este: _ “O Ronaldo teve de comer a relva para marcar o golo.”

 

Ganhando a seleção por um «tento» - outro termo que adoro do «futebolês» –, sorri ainda o sábado nascera nem há meia dúzia de horas.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 08:06
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Olá Tudo bem?Faço votos JS
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