Terça-feira, 15 de Julho de 2014

GARDÉNIAS PARA TI

Pintura atribuída ao Imperador Huizong, Dinastia Song do Norte da China – “Gardenia and Lichee with Birds”

 

Nunca soube dançar o tango com os adequados requebros e aventurosos passos. Arremedo - mais não faço. Mas gostava de o saber bailar. De me sentir envolvida em abraço forte que conduzir-me soubesse. De percorrer o soalho, harmonizada com o acordeão, as violas, as guitarras, as vozes dolentes gravadas em disco ou vindas de orquestra improvisada. Mas não sei.

 

Dia a mais ou a menos, inscrevo-me nos “Alunos de Apolo”, preencho formulários sendo necessária burocracia no cumprimento de um gosto. Ou apareço, espreito os bons dançarinos e requeiro ensinamento daquele que aceda em aturar-me. Talvez consiga. Talvez me vicie no balanceio. Talvez não prescinda do exercício que ginásios esquecem. E a mulher, baterá tacões na madeira, curvará a coluna sob o parceiro mandador, ensaiará riscos do corpo, deleitar-se-á com a novidade que a faz vibrar.

 

Vestido colado à pele, denunciante das imperfeições nos volteios, roda após (...)

 

Nota - Aqui, texto na íntegra

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

 

publicado por Maria Brojo às 09:30
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Segunda-feira, 4 de Fevereiro de 2013

AXIOMA DA MELANCIA?

 

Autor que não foi possível identificar

 

É preconceituosa por alinhar em ideias machistas incluídas, quantas vezes, no leite materno. Porque, infelizmente, as há e em tempos desgraçados rir ainda é terapia, segue:

 

“Mulher «boa» e melancia grande ninguém come sozinho.”

 

Nota: publicada «agorinha» aqui.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 08:40
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Terça-feira, 6 de Setembro de 2011

GARDÉNIAS PARA TI

Madison Moore, Fabian Perez, M. Collier

 

Nunca soube dançar o tango com os adequados requebros e aventurosos passos. Arremedo - mais não faço. Mas gostava de o saber bailar. De me sentir envolvida em abraço forte que conduzir saiba. De percorrer o soalho harmonizada com o acordeão, as violas, as guitarras, as vozes dolentes gravadas em disco ou vindas de orquestra improvisada. Mas não sei os mistérios desta arte/sedução.

 

Dia a mais, inscrevo-me nos “Alunos de Apolo” sendo necessária a burocracia. Ou apareço, espreito os bons dançarinos e requeiro ensinamento daquele que aceda em aturar-me. Talvez consiga. Talvez me vicie no balanceio. Talvez não prescinda deste exercício outro que os ginásios esquecem. E eu, a mulher curiosa, baterá tacões na madeira, curvará a coluna sob o parceiro mandador, ensaiará riscos do corpo, deleitar-se-á com a novidade que a faz vibrar.

 

Vestido colado à pele que denuncie imperfeições dos músculos na dança, roda ao fundo para que as pernas sejam livres e avancem e retrocedam e encaixem nas do parceiro/professor. Gardénia que prenda o cabelo solto escorrendo costas abaixo. Gardénia no tornozelo direito tapando o botão onde a tira do sapato cola à perna. Então, ao chegares, saberás porque aprendi e, mesmo na ignorância do advir, sempre dancei para ti.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 10:16
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