Sexta-feira, 9 de Março de 2012

DINHEIRO E 'LOISAS'

 

Com perto de dúzia de anos, o hiperrealismo ainda hoje confunde quem vê obras deste género artístico com fotografia de alta resolução. Mas gosto. Esta obra de Tos Kosterman é exemplo perfeito. A crítica social está presente. O dinheiro, sempre ele “moving the world”. ‘Money, money, money...’

 

Sally Davies

 

Se pudéssemos modificar o poder do dinheiro e a sua injusta distribuição, nem sabemos o que fazíamos!

 

Marinus van Reymerswaele 

 

Ontem como hoje contando o vil (?) metal.

 

A propósito do livro de Velhaco Silva: é um meia-leca à busca de culpas noutros, merecidas ou não.

 

Omar Ortiz

 

Fugindo ao tema do dia de hoje – o dinheiro. Nada contra nem a favor desde que a mulher se sinta bem. Mas ‘eu cá acho’ que bolas implantadas como se foram de futebol fazem perder a naturalidade linda no corpo da mulher. Deve ser uma seca comprar mamas - este é o termo clínico; peito não, por favor - que obrigam a afastar o prato da refeição para ver o conteúdo.  

 

Continuando a questão das mamas. É do meu olhar ou estas são mais bonitas e práticas que as anteriores?

 

Dylan Lisle

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

Aviso – este vídeo contém imagens eventualmente chocantes para bolsos puídos.

 

publicado por Maria Brojo às 12:06
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Segunda-feira, 28 de Fevereiro de 2011

PAÍS DE FADAS, ELFOS E VAMPIROS

Autor que não foi possível identificar, Dylan Lisle, Andrew Potter

 

Somos povo adicto a escândalos e escandaleiras, estas, graus acima no apreço popular por serem pasto de publicações menores. Os quiosques enchem fracção importante da montra horizontal com títulos suculentos e rostos «larocas» de fadas e/ou de elfos que são notícia por nadas, mas lançam encantamentos sobre putativos compradores. Não estão à vista asas de libélulas nem varas de condão seguras nas mãos alongadas por unhas de gel sem verniz roído como acontece na vida real horas após a manicura ter executado pintura impecável na queratina que termina os dedos.

 

Escandaleira que dura há cinco séculos é a censura levada a cabo pelo Instituto dos Registos e Notariado quanto à livre escolha do nome dos neófitos pelos pais. Por tal somos a única democracia do ocidente que constrange a vontade paterna no prenome. Nem a China, nem o Irão, tão pouco a Turquia o fazem. Por cá, 2600 nomes proibidos, número a cada ano aumentado. Exemplos dos autorizados e dos banidos: “Abdénago, Irisalva, Kyara, Yuri, Yasmin, Joaninha, Cereja, Luna e Mar estão entre os nomes considerados legais. Ritinha, Camões, Adilson, Júnior ou Jade não são aceites.” Intriga o que tem a mais a Joaninha que a Ritinha não possui.

 

Escândalo sério é a acusação formal pelo Ministério Público, treze anos após o facto ter ocorrido, ao principal suspeito no desaparecimento do pequeno Rui Pedro. Bem pode Cândida Almeida esbanjar explicações para a demora. Nem uma valida a tragédia desde então vivida pelos pais do rapaz, na altura com onze anos. O desmoronar duma família, um menino esquecido obrigam a penalizar os responsáveis pela investigação que se convenientemente orientada desde início outros resultados seriam obtidos. É imoral e lesiva a incompetência dos serviços e seus responsáveis. Que punição os atinja e seja exemplar. Talvez o atávico laxismo das instituições públicas nacionais sofra revés definitivo.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 12:03
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Quarta-feira, 12 de Janeiro de 2011

PAGAR OS JUROS QUE A TERRA EXIGE

 Andrew Bennett, Dylan Lisle

 

Foi há um ano. Dizer 1º aniversário colide com a inferência de alegria que o termo em si transporta e normalmente reservado a acontecimentos felizes. No Haiti, a rebelião das vísceras da Terra matou centenas de milhares, destruiu bens, deixou vivos sem vida digna. A reconstrução demora, habitantes continuam (des)abrigados em tendas, as redes de saneamento ainda deficientes permitem que a cólera vagueie e continue o macabro caminho. Tanta desgraça por resolver! E, neste mundo de capitalismo duro e implacável, não há ‘crise’ global que justifique o abandono votado pelos países descaradamente ricos. Porque a violência decorre das desigualdades, enquanto as consciências não cerrarem fileiras numa vaga de fundo contra o actual status quo da ordem mundial, seja esquecida a utopia da paz.

 

Lá para baixo, perto dos nossos antípodas, as cheias alagam terras, deslocam multidões, recusam pacificação e retorno às margens. Na Alemanha, o liquefazer prematuro das neves, tem similares consequências. A lastimar vítimas mortais e desalojados, mas é consolo saber que os respectivos Estados possuem recursos para remediar prejuízos e proteger sobreviventes. Nas partes miseráveis da Terra, qualquer catástrofe natural obriga os povos a enfrentarem o terror pelo invisível horizonte de normalidade ou melhoria.

 

Não esqueço voz cautelosa e informada que, durando o último estio com águas marinhas anormalmente cálidas, alertou: _ Este é um dos muitos sinais da Terra. Um aviso. Entender-lhe o respirar é prudente, não só agora, mas desde há muito.

A merecer muito mais que o infinitímo segundo de preocupação que Cavaco diz não sentir pelos dizeres das campanhas adversárias.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 10:17
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Olá Tudo bem?Faço votos JS
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