Segunda-feira, 12 de Março de 2012

GERAÇÕES ‘À RASCA’

Edward Hopper

 

Dez milhões por dia precisa a «loisa» chamada Estado para repor na Segurança Social. Pagar integralmente a dívida impõe milhares de milhões. Ao longo do tempo, o Estado arrebanhou aos trabalhadores os impostos devidos e nada depositou na instituição. Cumprindo um ano sobre a «manif» da “Geração à Rasca”, à rasca estão todas as gerações presentes e vindouras.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

Nota introdutória - “Realista imaginativo, Edward Hopper retratou com subjetividade a solidão urbana e a estagnação do homem causando ao observador um impacto psicológico. A obra de Hopper sofreu forte influência dos estudos psicológicos de Freud e da teoria intuicionista de Bergson, que buscavam uma compreensão subjectiva do homem e de seus problemas. O tema das pinturas de Hopper são as paisagens urbanas, porém, desertas, melancólicas e iluminadas por uma luz estranha. "Os edifícios, geralmente enormes e vazios, assumem um aspecto inquietante e a cena parece ser dominada por um silêncio perturbador". (Proença, 1990, p. 165). Obras de estilo realista imaginativo. Arte individualista, embora com temas identificados aos da Ash-can School. Expressão de solidão, vazio, desolação e estagnação da vida humana, expresso pelas figuras anónimas que jamais se comunicam. Pinturas que evocam silêncio, reserva, com um tratamento suave, exercendo frequentemente forte impacto psicológico. Semelhança com a pintura metafísica.”

 

publicado por Maria Brojo às 15:27
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Domingo, 8 de Agosto de 2010

PASSAGEIROS DA TERRA

 

Edward Hopper

 

Realistas imaginativos, ambos. Retratavam as aspirações e a condição dos homens do seu tempo, em telas o mais velho, com humor o outro. Um falecido em 1967 quando o segundo atingia patamar elevado no apogeu da carreira. Nada lhes escapava à observação acutilante: o isolamento urbano, o pântano do homem sujeito ao lodo que o manietava.

 

Edward Hopper e Raúl Solnado, este desaparecido há um ano certo. Pintor e actor, respectivamente. A arte de pintar a América do vazio, a desolação de vidas anónimas incomunicantes, edifícios enormes e devolutos, gasolineiras, ferrovias, hotéis, foram de Hopper. O Raúl, ao invés, pintava arco-íris nas vidas portuguesas que unia e, pelo riso comum, modelava na crítica social. Mister com feliz memória.

 

Nas Artes, deixaram legados. Fruamos destes e doutros enquanto passageiros da Terra. A eternidade, se a quisermos, existe em cada instante. A outra? Deixando a carruagem dos vivos, saberemos. 

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

 Mais dois vídeos da Dobra. Excelentes. Ensina-me, Amiga! Por favor.

 

publicado por Maria Brojo às 08:27
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Olá Tudo bem?Faço votos JS
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