Sexta-feira, 15 de Maio de 2015

O 'REI DO BLUES’

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O músico B.B. King, considerado o "Rei do Blues" e integrante do Hall da Fama do Rock and Roll desde 1987, morreu na madrugada de hoje em Las Vegas, nos Estados Unidos, aos 89 anos de idade. Desaparece assim o autor inúmeros temas que desde há muito me acetinam as paredes.

 

 

 

O maior guitarrista de blues da atualidade, considerado uma lenda, Riley B. King, nasceu em 16 de setembro de 1925, no Mississippi, nos EUA. Comprou a primeira guitarra na época em que a falta de eletricidade no interior do país fazia dos instrumentos musicais a maior atração dos anos 1940.

 

 

 

O músico foi autodidata, nunca teve professor. Gostava de ser seduzido pelas melodias. O B.B. do nome artístico que adotou vem de ‘Blues Boy’, parte do seu nome de DJ em Memphis. “Three o'clock blues” foi o seu primeiro grande sucesso nacional que lançou nos anos 1950. A partir daí, B.B. King começou a fazer turnês sem parar. Só no ano de 1956, a banda chegou a fazer 342 apresentações.

 

 

 

B.B. King criou um estilo autêntico de guitarra. Nos solos, ao contrário de outros guitarristas, o ‘Rei do Blues’ preferia usar poucas notas. Dizia que conseguia fazer uma nota valer por mil. E fazia.

 

 

 

Tinha verdadeira paixão pelos seus instrumentos. Tanto que enfrentou um incêndio durante um show pra salvar uma das suas guitarras. O fogo teria começado numa disputa entre dois rapazes por uma jovem. Depois desse episódio, as guitarras Gibson do músico passariam a ser carinhosamente chamadas “Lucille”, o nome da referida jovem.

 

 

 

A fama das suas guitarras ganhou o mundo. Em 1997, King presenteou o papa João Paulo II com uma “Lucille”, no Vaticano. Em 2012, fez parceira inesperada com o presidente americano Barack Obama durante um show de blues na Casa Branca.

 

 

 

Em outubro de 2014, o guitarrista precisou abandonar um espetáculo devido a um quadro de desidratação e esgotamento provocado pela diabetes tipo II de que padecia desde a década de 1980. O seu talento inspirou outros grandes guitarristas, como Stevie Ray Vaughan, Jimi Hendrix, Buddy Guy e Eric Clapton. Partiu o homem, ficou o memorável legado.

 

 

 

"Ser um cantor de blues é como ser negro duas vezes. Quando o movimento dos direitos civis estava a lutar pelo respeito pelos negros, senti que estava a lutar pelo respeito dos blues", escreveu King na sua autobiografia “Blues All Around Me”.

 

 

Nota – Fonte aqui.

 

  

CAFÉ DA MANHÃ

 

 

 

publicado por Maria Brojo às 09:35
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Quinta-feira, 19 de Março de 2015

AOS PAIS QUE CONHEÇO E AOS DESCONHECIDOS

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Yvonne Gilbert

 

 

 

 

A todos os pais e, em particular, aos arredados dos filhos pela conjunção da vida, presto homenagem. É ido o pensamento de pertencer à mãe a maior responsabilidade no crescimento de uma criança. Na sociedade que temos, ninguém com nível mínimo de análise conceptual pode negar que a figura masculina, consubstanciada no pai, ou quem dele pelo amor e dádiva faça a vez, é essencial para que o ser humano evolua harmonioso.

 

 

 

 

Nós, mulheres, quantas vezes sobrevalorizando o papel de mãe em detrimento do pai, temos por obrigação respeitar e valorizar o homem que connosco gerou os filhos tão amados. Superproteção das crianças pela figura materna e exclusivo exercício da autoridade pela figura paternal é erro crasso de que somos, maioritariamente, culpadas. Disto não beneficia ninguém. Mais digo: as mães que assim entendem o exercício do seu amor pelos filhos comprometem da família o bem-estar e o futuro. Delas, a culpa em fatia crescida, por que as crianças à injustiça são sensíveis e ainda mais ao desgaste repetido do pai amado. Cedo ou tarde, chegará o dia em que o erro - bem intencionado(?), erro porém - será pago com juros.

 

 

 

 

Vão difíceis os dias para a família. Ansiedades, cansaço, dificuldades várias, condicionam o comportamento que os pais têm por ideal. Porventura, a humildade do reconhecimento de fazerem o possível e disso darem conta pelo diálogo e pelo exemplo aos filhos é o que importa. E, sem culpas ou frustrações, vivamos a família com alegria e verdade.

 

 

Pais: recebam a minha sentida homenagem.

 

 

 

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

 

 

 

publicado por Maria Brojo às 08:00
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Sábado, 19 de Março de 2011

NUM DIA DE S. JOSÉ

 

Mati Klarwein

 

Homenageio os pais, em particular aqueles que, pelo divórcio ou conjunção da vida sofrem com o afastamento quotidiano dos filhos. É ido o julgar que enformou gerações de à mãe pertencer responsabilidade maior no desenvolvimento da criança. Na sociedade que temos, ninguém com nível mínimo de análise conceptual nega importância à figura masculina, consubstanciada no pai, ou quem dele pelo amor e dádiva faça a vez, essencial para o ser humano evoluir harmonioso.

Perante os filhos, às mulheres compete respeitar e valorizar o homem que num momento de amor ou de união entre corpos gerou. Quando a fuga às responsabilidades paternas não é facto, e mesmo nesta situação, haja bom senso da mãe ao referir-se ao pai dos seus filhos. Disseminar injúrias corrói os íntimos afectuosos das crianças – crescer num mar de ódio entre os pais, ambos amados, é agressão imerecida. Em famílias ditas ‘normais’, a super-protecção das crianças pela figura materna e exercício da autoridade pela figura paternal é erro crasso de que somos também culpadas – o leite da tradição corre-nos nas veias e ninguém dele beneficia. Mais digo: as mães que assim exercitam o seu amor pelos filhos comprometem da família o bem-estar e o futuro, esquecendo a sensibilidade à injustiça das crianças e as consequências do repetido desgaste da imagem do pai. Cedo ou tarde, chegará o dia em que o erro bem intencionado(?), erro porém, será pago com dolorosos juros.

Vão difíceis os dias para a família - ansiedades, cansaço, dificuldades condicionam o comportamento que os pais têm por ideal. Importa a humildade no reconhecimento de ser feito o possível via diálogo e exemplo. Sem culpas ou frustrações, vivamos os afectos maiores com paz, alegria e verdade.

Aos pais que escrevem no SPNI desejo vivência feliz com os filhos.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 10:09
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