Domingo, 29 de Março de 2015

PARA ONDE VIAJAR EM 2015

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Marraquexe, Marrocos                                            Siem Reap, Camboja

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Istambul, Turquia                                              Hanoi, Vietname

 

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Praga, República Checa                             Buenos Aires, Argentina

 

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  Cidade do Cabo, África do Sul                                      Zermatt, Suiça

 

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Goreme, Turquia                                                   Ubud, Indonésia

 

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Cusco, Peru                                                Banguecoque, Tailândia

 

  

 

A seleção foi feita a partir da opinião de milhares de viajantes que utilizam o portal Tripadvisor. Marraquexe ocupa o primeiro lugar. Os viajantes destacam os mercados, os palácios, as mesquitas e a histórica Medina para eleger Marraquexe como o primeiro grande destino para viajar em 2015. Em segundo lugar está Siem Reap, no Camboja, e em terceiro Istambul, na Turquia.

 

 

 

 

Desde capitais europeias a longínquos destinos asiáticos e africanos, de cidades com um enorme património histórico a locais "dominados" pela tranquilidade do mar e da paisagem, nesta galeria de imagens mostramos os destinos preferidos para 2015. Portugal não está no ranking do Tripadvisor, mas a cidade de Lisboa é uma das eleitas para as escolhas no continente Europeu.

 

 

 

 

Das imagens omiti por que demais conhecidas, Roma, Paris, Londres, Nova Iorque, Atenas, Barcelona e S. Peterburgo.

 

 

Nota - Fonte 

 

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

 

 

publicado por Maria Brojo às 08:00
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Sexta-feira, 26 de Dezembro de 2014

A 26 DE DEZEMBRO DE 2004

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Freiras passam por uma fogueira em Velankanni, no estado indiano de Tamil Nadu. Centenas de voluntários apressaram-se a prestar auxílio aos milhares de vítimas do tsunami (Reuters/Kamal Kishore)

 

 

 

“O tsunami de 2004 foi o maior desastre natural dos últimos cem anos, desde que há registos. Provocou pelo menos 230 mil mortos e 1,5 milhões de desalojados. A energia total libertada pelas ondas do tsunami foi equivalente a mais do dobro do total de explosivos usados na segunda guerra mundial, incluindo as duas bombas atómicas. A província indonésia de Aceh, na Indonésia, foi a mais afetada, mas a destruição atingiu também o Sri Lanka, a Índia e a Tailândia. Depois, o tsunami atravessou o Oceano Índico e chegou às zonas costeiras da África Oriental. O maremoto foi igualmente observado na África do Sul e produziu ainda pequenos tsunamis ao longo das costas ocidentais da América do Norte e do Sul.

 

 

 

O tsunami foi precedido de um terramoto com epicentro no mar, a 30 quilómetros de profundidade e a cerca de 160 quilómetros a oeste da ilha indonésia da Samatra. O sismo, com uma magnitude de 9.1 a 9.3 na escala Richter, foi o terceiro maior registado num sismógrafo e o mais longo - entre 8,3 a 10 minutos -, e deu origem a outros terramotos em locais tão distantes como o Alasca, nos Estados Unidos. A deslocação das placas tectónicas também alterou a rotação do planeta, tornando os dias mais pequenos em 6,8 microssegundos, modificou a posição do Polo Norte em 2,5 centímetros e tornou a Terra ligeiramente mais redonda.

 

 

 

Dez anos após o tsunami, o Sri Lanka é um país recuperado. A onda gigante que chegou no dia a seguir ao Natal matou perto de 40 mil pessoas. Dois dias depois de as águas terem tomado conta de tudo, chegava a Colombo a equipa da Assistência Médica Internacional liderada por Fernando Nobre. O médico sempre foi fascinado pelo país.

 

 

 

O primeiro encontro entre Fernando Nobre e o Sri Lanka aconteceu no pior dos cenários. Na ressaca do tsunami, mas como explica o médico da AMI «foi uma oportunidade de conhecer um país mítico para mim, por isso de imediato parti para lá». A fúria da natureza devastou a ilha no dia 26 de dezembro de 2004. Dois dias depois, Fernando Nobre já lá estava. Quando aterrou na capital, Colombo, não viu sinais de devastação, mas não precisou de andar muito para a realidade ser outra. «A 15 a 20 quilómetros a sul de Colombo fui de imediato confrontado com uma enorme devastação, porque havia muita construção precária ao longo da costa. Era um cenário de profunda devastação ainda com corpos visíveis, com estradas bloqueadas», recorda o responsável da AMI.

 

 

 

Na viagem até à localidade onde a equipa se instalou, no sul da ilha, Fernando Nobre viu uma paisagem e um povo sem chão e sem teto onde «as pessoas estavam completamente apáticas. Não olhavam. Estavam em choque profundo. Depois vi pessoas com olhares perdidos que ainda não tinham bem assimilado o que lhes tinha acontecido, porque muitos tinham perdido imensos familiares».

 

 

 

Fernando Nobre regressa ao país todos os anos. Uma década depois do tsunami, o que vê é um novo Sri Lanka porque o país «está completamente transformado. Em termos de hotelaria, porque é um destino turístico forte. Por outro lado há muitas autoestradas, o que não havia de todo». A missão da AMI no Sri Lanka não foi um ato isolado. Nasceu uma ligação de amizade e ajuda tornou-se permanente, Fernando Nobre explica que, nos últimos dez anos, a AMI já investiu neste país 2,4 milhões de euros em reconstrução de casa, na compra de bicicletas e barcos para ajudar a população a sobreviver».

 

 

 

Aparentemente tudo está ultrapassado. Apesar da memória afetiva que os habitantes do Sri Lanka guardam os olhares perdidos deram lugar a sorrisos.”

 

Nota – O texto e 15 imagens aqui.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

 

publicado por Maria Brojo às 10:22
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Segunda-feira, 9 de Maio de 2011

PLÁSTICOS, ANDORINHAS, ANDORINHÕES

 

Janet Johnson

 

Na história das sociedades, consta que períodos de crise ou dramáticos têm o dom de contribuir para a evolução dos povos também pela criatividade, até aí preguiçosa, que os humanos espevitam. Estando meio mundo afundado economicamente, a imaginação revela-se ilimitada e atenta aos modos de sobrevivência financeira que melhore condições de vida. É a velha estória de fornecer o que outros precisam e remuneram, mas, agora e muito adiante, estimulada.  

 

O discurso sabido e redondo acima vem a propósito do ciclo que vivemos, da estranheza que gostos e hábitos doutras gentes provocam, de como utilizá-los em bens exportados e riqueza. Dá-se o caso do palato chinês apreciar como iguaria ‘ninhos de andorinha’. Os indonésios de Kumai, pobres e argutos, não hesitaram: apesar da insalubridade, em prédios exclusivamente destinados à procriação das aves, os «andorinhões», concentraram meios para os ninhos proliferarem. A «ideiazinha» resultou e têm a China disposta a pagar satisfatórias rupias para nos cardápios não faltar a iguaria.

 

Outro exemplo vem duma deputada europeia. Propõe que pescadores desempregados sejam subsidiados pela Europa, dela o dia comemorado hoje, para no Mediterrâneo e mares/fronteiras lançarem «redes» aos plásticos que o enxameiam e destroem a fauna. A degradação daqueles materiais, na vasta maioria longa no tempo, obriga a medidas rápidas que previnam a respectiva disseminação e transformem a Terra num entulho gigante que submirja os vivos.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

  

publicado por Maria Brojo às 09:53
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últ. comentários

Olá Tudo bem?Faço votos JS
Vim aqui só pra comentar que o cara da imagem pare...
Olá Teresa: Fico contente com a tua correção "frei...
jotaeme desculpa a correcção, mas o rei freirático...
Lembrai os filhos do FUHRER, QUE NASCIAM NOS COLEG...
Esta narrativa, de contornos reais ou ficionais, t...
Olá!Como vai?Já passaram uns meses... sem saber de...
continuo a espera de voltar a ler-te
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