Segunda-feira, 7 de Outubro de 2013

NO ENREDO DOS AMORES

 

Pascal Chôve

 

Nem todos os dias são feitos para amar. Nuns, amamos mais do que nos outros. Todos os amores, sejam maternais, paternos, filiais, românticos, aqueles que amigos nos inspiram, ora reluzem como néones, ora são luzes de candeia, ainda assim dirigindo escolhas que rendilham toalha onde é exposto o caminho traçado na vida.

Hoje, como em tantos outros dias, exalto os amores da minha vida. Os que não findaram com o desaparecimento de quem os motivava e continuam inteiros no coração. Os presentes a lembrarem quotidianamente não sermos icebergues solitários vagueando nos oceanos. Oceanos de horas, dias, semanas, meses, dos anos que de cada um fizeram quem é.

 

No enredo dos amores soltamos risos e lágrimas, experienciamos mágoas e êxtases que organizam o arco-íris visível dos tons ardentes iniciados na quentura do vermelho e terminado no frio violeta. Antes do encarnado, sem perceção visual, os infravermelhos aquecem corpos e almas. Além do violeta, sem olhar que distinga, os ultravioletas respondem por transformações químicas que alteram matéria nossa e alheia. Neste diálogo das radiações brandamente sopradas pelo Sol, somos e sentimos.

 

Nos dias feitos para amar, surgem (...)

 

Nota: há intantes, publicado aqui.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 09:59
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Sexta-feira, 16 de Dezembro de 2011

NÃO ESCREVES MUITO BEM

Byron Traag, Yossi Rosenstein

 

Foi-me dito semelhante a isto: _ "Algumas frases das croniquetas que publicas saem boas, mas não escreves muito bem. Dás pontapés na gramática, tens alma; porém, tudo junto nada augura de bom. Não te comparas a um Mário de Carvalho, com qualidade sempre, ou a um Gabriel García Marquez em cuja obra somente reconheço como exemplar o “Cem Anos de Solidão”; os seguintes deslustram aquele. E se alguma editora aceitar o que produzes será livrito, nunca um Livro. Talvez o tenhas dentro de ti, todavia e até agora, faltam provas. Entendo por seres das Ciências. Poderás, com sorte, ter lugar na Fnac junto às menoridades em venda. Obras sem préstimo outro que o de encher bancadas para incautos. Porque sou teu amigo tenho o dever de te prevenir."

 

Escutei, atenta, o áugure que acabara de ler as pautas dos voos das palavras saídas desta chaminé virtual. Ideias a merecerem ponderação – quem lê e o faz bem é crítico que importa. Possivelmente outros, com mais saberes em leituras, não só assinariam por baixo, como acrescentariam dureza à apreciação.

 

Reconheço a fragilidade do «jeitinho» que possuo para juntar palavras e edificar textos. Concordo ter alguma dificuldade em pontuar, as mais das vezes por distracção a gramática sofrer arranhões, ignorâncias imperdoáveis. Quilómetros de páginas lidas escritas por nomes grandes das letras não formam um escritor. E se alguns desses célebres autores são consensuais, outros incorrem em divergências opinativas como é natural pela diversidade humana.

 

Para a mulher que ama a escrita e tem livro (livrito?) em revisão foram duras as palavras ouvidas. Não desiste e lembra Jacinto de Magalhães reconhecido por poucos no seu magnífico “A Água e o Silêncio”, sem que ao talento dele compare o seu.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 07:53
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