Sexta-feira, 2 de Janeiro de 2015

FUI-ME. QUE IMPORTA? FELIZ 2080!

'From Here to Eternity', artist George H Smyth A.j

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“Daqui até à eternidade” – George H. Smyth

 

 

 

“Passou-se”. Resposta à cortesia: _ “Foi bom o Natal? E o «Fim do Ano»?” O mesmo se perguntarmos pelas férias, fim de semana prolongado, aniversário, Dia da Mãe, do Pai ou do periquito. Escasso é um sim ou não convicto: _ Muito bem, obrigada! Mais frequente é ouvir: _ Sabes lá o que me havia de acontecer... A minha sogra amesendou-se na pata do Mourinho que ganiu e fugiu e fez abrir um lenho na testa do Joãozinho. Uma chatice!

 

 

 

Passou-se. Passaram. Lá foram - tibieza de um povo a meia distância entre o bate-papo com chopinho e o rigor da Europa Central e de Leste. Todavia, à nossa peculiar maneira, não somos destituídos de ambições. É transversal o desejo de ser rico. O acesso à displicência pelo dinheiro (defeito português incomum é a avareza), conjugar, com propriedade, o verbo ter. Deslumbre e fama. Ao de leve, acrescemos deixar os outros roídos de inveja - esta é venialidade associada ao “vamos indo menos mal...”

 

 

 

Depois, há a desaceleração. Da terra e da lusa ronha. As dezasseis horas do dia de há milhões de anos atrás, subiram para vinte e quatro. Na noite do réveillon, os relógios foram atrasados mais um segundo dos vinte e dois que desde os anos setenta foram somados. Num futuro longínquo valerá mil horas um ciclo diurno, um dia o atual mês e meio, um ano e tal será o nosso meio século. Resistindo os terráqueos (...)

 

 

 

Nota – Há breves instantes publicado aqui.

 

 

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

 

 

publicado por Maria Brojo às 10:41
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Sábado, 15 de Fevereiro de 2014

SENHORA BENQUISTA

 

 

Georgy Kurasov

 

Quem dera ter atingido a condição de Senhora benquista. Mas, de quando, em vez, foge-me o pé para a chinela. Vale-me das matriarcas da família umas terem finado há décadas, outras, nada ousarem nas teclas. Fica a condenação adiada ou encarreirada em olhares e palavras vivas. Mentira! Pelo muito amor não o fazem e não é bom.

 

De tão bem educadinha (formatada), dei em mulher irreverente, que manda às malvas «pré-conceitos» e conceitos que se elevem em picos socialmente recomendáveis. Destes, o mais rejeitado é o snobismo (intelectual ou económico – ambos formas de exclusão dos pobres coitados sem pedigree como eu).

 

Amiga que muito prezo rotulou-me de snobe no intelecto. Porque dela aprecio o espírito, o estar e o ser no todo, refleti. Sou «peneirosa» em dose viral? Haverá mezinha/remedeio que não a autocrítica constante e da qual não abdico? Desabono que me atinge – julgava a humildade parte da matriz pessoal. E julgo. E não abdico do gosto de aprender nos muitos que muito mais sabem do que eu.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 07:54
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Quarta-feira, 11 de Maio de 2011

LOUCURAS PARA ELE

Mark Young, Terry Rodgers

 

Li num sítio que veio às teclas em buscas múltiplas. Como soe o meu costume, desandei, avancei e, ao querer retornar ao início, a distância apagara vestígios. Vício a carecer de cura - necessito registar fontes intermédias, porque o volta atrás na rede das múltiplas janelas perde meandros do caminho. Podia ter pesquisado no Google - escasseava o tempo. 

 

Assunto: “7 loucuras para ele”. Chegada ali, abespinhei-me. Somente como destinatários os homens? À conta de quê? Do papel de macho/alvo de conquista pelo mulherio? E nós, as locatárias do gineceu? Servas de apetites que ignoram os nossos? Por cedência, escravas de artifícios? Capturar homem como forma de status através da sedução/presença/partilha/seguro de vida? Para eles existirão recados semelhantes?

 

Nos meandros do breve passeio na «rede», enviei para longínquo jardim de malvas as sete sugestões. Retive pensar harmónico com o meu: necessitarem de cautelas insanidades/fantasias. Sexóloga de renome escreveu e sintetizo: “«loucura sexual» é o que cada um considera como além dos limites educacionais, religiosos, sociais. Individual, portanto, acrescenta as loucuras quase sempre padronizadas, envolvendo fantasias como roupas, acessórios eróticos, sexo em locais públicos, sexo a três e troca de casais.

 

Vai mais longe e previne: “antes duma «loucura sexual», é sensato ponderar repetidas vezes para não advirem arrependimentos ou crises posteriores. Na imaginação, tudo é perfeito e tem happy end garantido. O concreto pode ser diferente – no real, lidamos com as consequências de todos as nossas atitudes. Importante é verificar se o casal está de comum acordo, se nenhum dos elementos do par é agredido física e/ou psicologicamente."

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 07:09
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