Quinta-feira, 29 de Novembro de 2012

ACREDITE SE QUISER

 

Malhoa

 

“Um ex-pastor protestante holandês criou na internet uma sex shop para cristãos. Segundo a agência «EFE», esta que pretende ser uma iniciativa pioneira na Europa. Foca o «erotismo sem pornografia» a partir de um ponto de vista «religioso».

A inovadora loja virtual é uma ideia do ex-pastor Marc Angenent, que passou dos sermões às fantasias eróticas, e vende desde preservativos a produtos para melhorar a ereção e mesmo insinuantes vibradores.

«O amor o erotismo e o sexo foram criados por Deus e oferecidos às pessoas, por isso devemos dar-lhes um lugar importante nas nossas vidas», informa mensagem no site da sex shop cristã, batizada «O Jardim do Amor». (www.liefdestuin.nl).

O ex-pastor explica que os compradores podem ver os produtos «sem se confrontarem com imagens pornográficas, fotos de pessoas nuas ou uma linguagem agressiva e vulgar».”

 

Estando próximo o Natal, não fora a ausência de pilim e as encomendas nada católicas seriam mais que pipocas nos cinemas.

 

No lugar onde isto li, e já lá vai meio ano que o anotei pela graçola de truz, constam ainda “temas relacionados”:

- um parque de estacionamento só para fazer sexo (devem estar caríssimos motéis destinados; automóvel isolado com par quente no interior é perigo assente/deitado);

- assalta sex shop para roubar boneca insuflável (para o ladrão, o artefacto deve ser mais precioso que alimento a sério para a boca);

- peça à peça, saiba como fazer uma boneca insuflável (o caseiro nem sempre é bom, mas entretém ócios e desesperos. Boa ideia é reunir a pequenada para pintarem a boneca – divertido momento familiar);

- nem o sexo escapa à crise (enquanto é feito o feito, «têvês» e luzes desligadas, baixam a conta da EDP).

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

Chanson de Jacques Plante et Charles Aznavour, dans la voix de la divine Juliette Greco.

 

"Je vous parle d'un temps
Que les moins de vingt ans
Ne peuvent pas connaître
Montmartre en ce temps-là
Accrochait ses lilas
Jusque sous nos fenêtres
Et si l'humble garni
Qui nous servait de nid
Ne payait pas de mine
C'est là qu'on s'est connu
Moi qui criait famine
Et toi qui posais nue

La bohème, la bohème
Ça voulait dire on est heureux
La bohème, la bohème
Nous ne mangions qu'un jour sur deux

Dans les cafés voisins
Nous étions quelques-uns
Qui attendions la gloire
Et bien que miséreux
Avec le ventre creux
Nous ne cessions d'y croire
Et quand quelque bistrô
Contre un bon repas chaud
Nous prenait une toile
Nous récitions des vers
Groupés autour du poêle
En oubliant l'hiver

La bohème, la bohème
Ça voulait dire tu es jolie
La bohème, la bohème
Et nous avions tous du génie

Souvent il m'arrivait
Devant mon chevalet
De passer des nuits blanches
Retouchant le dessin
De la ligne d'un sein
Du galbe d'une hanche
Et ce n'est qu'au matin
Qu'on s'assayait enfin
Devant un café-crème
Epuisés, mais ravis
Fallait-il que l'on s'aime
Et qu'on aime la vie!

La bohème, la bohème
Ça voulait dire on a vingt ans
La bohème, la bohème
Et nous vivions de l'air du temps

Quand au hasard des jours
Je m'en vais faire un tour
A mon ancienne adresse
Je ne reconnais plus
Ni les murs, ni les rues
Qui ont vu ma jeunesse
En haut d'un escalier
Je cherche l'atelier
Dont plus rien ne subsiste
Dans son nouveau décor
Montmartre semble triste
Et les lilas sont morts

La bohème, la bohème
On était jeunes, on était fous
La bohème, la bohème
Ça ne veut plus rien dire du tout...!"

 

publicado por Maria Brojo às 08:34
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Terça-feira, 25 de Janeiro de 2011

DO MANOEL

 

Autores que não foi possível identificar

  

Conta 102. Provectos, lúcidos, empreendedores. Manoel de Oliveira queixa-se de falta de memória no trato de dados avulsos, nem um pouco se o cinema é assunto. Disse: _ “A fome é que obriga o homem a trabalhar.” Remoí. Discordei no particular, concordância na generalidade humana, salvaguardando casos inúmeros semelhantes ao meu.

 

Que seria de mim sem objectivo útil no dia-a-dia? Conta o salário, sim, mas há mais: o gosto de satisfazer necessidades do intelecto nascidas e melhoradas pelo crescer dentro. Não despender capacidades sem fim à vista entendido como valoroso, ainda que alheios possam dá-lo por inútil, pobrezinho, de menos para o possível meu. Não me distanciar das realidades velhas e novas, de comprazer ego modesto pelo caminho percorrido e a calcorrear. Jamais permitir que se instale fosso abrupto entre quem sou, quem desejo ser e o justamente esperado dalguém com gosto por se dar aos outros e a si – ausente harmonia entre o natural egoísmo, todavia ponderado, e a dádiva, fica menor o ser.

 

O trabalho pode ser lúdico. Acrescer dimensão positiva à pessoa, gozo do sentimento de horas felizes empregues a favor de aléns com rosto. E existem sempre, mesmo se resumidos aos utentes do serviço e aos parceiros. Quando solitário o labor, não desapareceram olhares espectadores que ao feito conferem sentido – há os da alma e esses perscrutam longes e contam horas invisíveis aos exteriores.

 

CAFÉ DA MANHÃ

  

publicado por Maria Brojo às 06:20
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