Quinta-feira, 22 de Maio de 2014

PORCOS, ANDORINHAS, ANDORINHÕES

 

Swallow, autor que não foi possível identificar                                                                     Kathryn Wronski

 

Na história das sociedades, consta que períodos de crise ou dramáticos têm o dom de contribuir para a evolução dos povos também pela criatividade, até aí preguiçosa, que os humanos espevitam. Estando meio mundo afundado economicamente, a imaginação revela-se ilimitada e atenta aos modos de sobrevivência financeira que melhore condições de vida. É a velha estória de fornecer o que outros precisam e remuneram, mas, agora e muito adiante, estimulada.  

 

O discurso sabido e redondo acima vem a propósito do ciclo que vivemos, da estranheza que gostos e hábitos doutras gentes provocam, de como utilizá-los em bens exportados e riqueza. Dá-se o caso do palato chinês apreciar como iguaria ‘ninhos de andorinha’. Os indonésios de Kumai, pobres e argutos, não hesitaram: apesar da insalubridade, em prédios exclusivamente destinados à procriação das aves, os «andorinhões», concentraram meios para os ninhos proliferarem. A «ideiazinha» resultou e têm a China disposta a pagar satisfatórias rupias para nos cardápios não faltar a iguaria.

 

Outro exemplo vem dum português. “O produtor Orlando Barroso ensinou os porcos que cria a farejarem as trufas pelas florestas de Boticas, vendendo depois esta espécie de cogumelo subterrâneo a 500/600 euros/kg para restaurantes locais e estrangeiros. Orlando Barroso é construtor civil mas, há cerca de cinco anos, tirou um curso de tubérculos e cogumelos e decidiu ensinar os porcos que cria em sua casa na localidade de Carvalhelhos a farejarem trufas”. Com porcos, cães, moscas ou pelo cheiro é detetado o ouro da gastronomia.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 09:31
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Segunda-feira, 9 de Maio de 2011

PLÁSTICOS, ANDORINHAS, ANDORINHÕES

 

Janet Johnson

 

Na história das sociedades, consta que períodos de crise ou dramáticos têm o dom de contribuir para a evolução dos povos também pela criatividade, até aí preguiçosa, que os humanos espevitam. Estando meio mundo afundado economicamente, a imaginação revela-se ilimitada e atenta aos modos de sobrevivência financeira que melhore condições de vida. É a velha estória de fornecer o que outros precisam e remuneram, mas, agora e muito adiante, estimulada.  

 

O discurso sabido e redondo acima vem a propósito do ciclo que vivemos, da estranheza que gostos e hábitos doutras gentes provocam, de como utilizá-los em bens exportados e riqueza. Dá-se o caso do palato chinês apreciar como iguaria ‘ninhos de andorinha’. Os indonésios de Kumai, pobres e argutos, não hesitaram: apesar da insalubridade, em prédios exclusivamente destinados à procriação das aves, os «andorinhões», concentraram meios para os ninhos proliferarem. A «ideiazinha» resultou e têm a China disposta a pagar satisfatórias rupias para nos cardápios não faltar a iguaria.

 

Outro exemplo vem duma deputada europeia. Propõe que pescadores desempregados sejam subsidiados pela Europa, dela o dia comemorado hoje, para no Mediterrâneo e mares/fronteiras lançarem «redes» aos plásticos que o enxameiam e destroem a fauna. A degradação daqueles materiais, na vasta maioria longa no tempo, obriga a medidas rápidas que previnam a respectiva disseminação e transformem a Terra num entulho gigante que submirja os vivos.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

  

publicado por Maria Brojo às 09:53
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