Domingo, 26 de Maio de 2013

FADOS SOLIDÁRIOS

Noite de fados nesta cidade que os ama. O Lisboa Café acolheu convidados e voluntários empenhados na causa da "Liga Portuguesa contra o Cancro". Registos do serão traídos por máquina que decidiu ser temperamental.  

 

 

 

 

 

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 09:36
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Segunda-feira, 22 de Fevereiro de 2010

CRER NO DESCRER


Kristian Burford

 

Introdução

 

SPNI não tem feitio para diário escrevinhado antes do sono. A figurinha Teresa C. ainda menos: reserva/preserva a intimidade. Por vezes, (re)conta. Noutras, inventa contos. Algumas vezes, tecla como fruto maduro nascido do muito ouvir. Não resiste. Interpelada, passa à palavra o que sentiu. Autobiográfica pelos momentos ou horas dialogadas. Vívidas. Vividas. Que a escriba seja esquecida - foi meio, não fim. 

 

Meio

 

Ela não sabe viver sem partilha. De gostar como candeia/luz nos passos. Anónimos cujas passadas cruzem as que percorre nos dias têm direito a sorriso, disponibilidade para ouvir, palavras dadas com – dirão amigos! – 'injustificadas ternuras.' Que lhe apetecem. De que tanto precisa como recebê-las.

 

Previnem-na de caminhos do mal encorpados em pessoas. Ela ouve por condescendência. Elimina a seguir. O vício dos afectos é maior. Outros nada lhe dizem: a preguiça, a desconfiança, o pessimismo, desesperançar o advir, indisciplina nos dias. Prefere esgotar o quotidiano e dele recordar o melhor antes do sono. Por isto, adormece em menos do suspiro que dispensa.

 

Uma vez, foi obrigada a render-se à maldade doutrem que não vislumbrava como pateta ou ingénua ou distraída por condição. Que lhe dizem adequada a geometria de «ser» não crescido harmónico com os males do mundo onde é ou julga. 'Crédula', dístico que na testa ensaiam colar-lhe. Omitem a organização dedutiva - vício, sim! - própria do ser onde habita. Combina emotividade e lógica; garante de incoerência, juram. E ela sabe o contrário do aparente. Poucos mais.

 

Perante factos infelizes, ficou boquiaberta pela surpresa malévola. Desacreditar? Ignorar? Impossível! Podia ter sido homem, mas foi mulher a autora da ferida. Sofreu. Conservou o afecto intacto, por extravagante que a entendimentos alheios pareça. Como ludibriar a, até ali, espontaneidade nos diálogos? Como omitir o império do desejo na comunicação leal dos risos, viveres e utopias?

 

Entardeceu triste. No serão partilhado com espíritos e corpos próximos, a mesma outra feliz. Viria a adormecer sem sombras ou intranquilidades menores.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

 

publicado por Maria Brojo às 06:36
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