Terça-feira, 4 de Maio de 2010

NASCEU PARA SI. ATURE-O!

Teresa C., criança, roubou carvão ao tempo de estudo. Memória arrecadada pelo pai.

 

Cada vez gosto mais do SPNI. Vez em quando, desamo-o. Vez em quando, m’arrependo. Vezes muitas, lhe quero como filho adoptado _ foi-me deixado nos braços pela Lulu, querida Amiga de seu vero nome Maria Dulce. Porque filho é filho, natural ou não, celebramos o dia do par de mãe(s) a vinte e três de Setembro. E gosto, e lembro a tarde em Carcavelos onde decorreu o parto. Baptizado na meia hora seguinte. Bem que a Maria Dulce (a Lulu) e eu corríamos nomes de lés a cré. Nada parecia bem. A «piquena» que foi Tati e anos depois aceitou o registo inicial Teresa C. _ colaboradora quando a veneta apetecesse, assim fora o combinado _ lembrou o “No Penis no Envy” que tinha sido motivo de crónica no Expresso. Autora: Clara Ferreira Alves. A Lulu possuía “Veneno sem Açúcar” parido nos neurónios. Porque mulher sábia nunca assim vi e sabendo o objectivo da coisa, acordou na insanidade da amiga «patifa». Combinação com rendas, cetins misturados, lantejoulas e vidrilhos. Deu no que deu. Ainda o blogue mamava de três em três horas, berrava se a chucha era caída, a Lulu disse:

_ Fui óvulo de aluguer. Nasceu para si! Agora, ature-o.

Mais ou menos isto e pirou-se. Não como Amiga, mas da co-autoria.

 

A razão da benfeitoria(?) julgo ter, neste quase sete anos, ficado omissa. A Lulu conheceu-me pela escrita. Interrompi-a dois anos. Ao tentar escrevinhar coisa que se visse, das teclas perras nada com jeito saía. E a mulher pensando:

_ Abóbora! Larguei o desenho e o carvão ficou desasado. O traço perdeu confiança e firmeza. Com as palavras, por falta de treino, pareço bêbado que nem o «quatro» consegue. Não confies no «Deus-menino» que, sem esforço teu, traz de volta competências.

 

E a Tati batalhou por não lhe subjazer mulher que se abate sem peleja. Gosta e rejeita o número de massa folhada que no forno se desdobra em mil finas camadas _ apetece, mas desfaz-se na boca. Para quem no momento ou a seguir vier pouco fica. Fria, ainda menos; porém, dela p’ra ela, sim. Exercício masturbatório? Porque não? Quem tiver contras que neles se resguarde. À mulher pouco dizem.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 06:58
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Olá Tudo bem?Faço votos JS
Vim aqui só pra comentar que o cara da imagem pare...
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