Sexta-feira, 12 de Abril de 2013

UTILIZAR OU NÃO PALAVRÕES

 

Gil Elvgren

 

Em idos, foi por aqui tratado o alívio a dor súbita que verbalizar palavrão constituía. A teoria fora obtida através de investigação conduzida pelos cientistas Richard Stephens e Claudia Umland, da instituição britânica, em Newcastle-Under-Lyme, Inglaterra. Mas, porque a ciência não estagna, os investigadores referidos prosseguiram o estudo.

 

“A nova investigação analisou um grupo de pessoas habituadas a pronunciar palavrões com mais frequência para perceber se sentem o mesmo alívio do que os que o fazem menos vezes. A tolerância foi medida com base na duração em que cada voluntário conseguia manter as mãos no balde de água gelada. Os resultados revelaram que os participantes que tinham o hábito de dizer palavrões com mais frequência conseguiram suportar menos tempo a dor.

 

O estudo mostra que se, por um lado, pode ser uma prática benéfica, também há evidências de que se o fizermos com muita frequência no dia-a-dia, esse poder não terá a mesma força. A equipa de investigadores acredita que o alívio da dor ocorre porque esta forma de expressão desencadeia no organismo a chamada reação de luta ou fuga, acelerando os batimentos cardíacos, uma resposta fisiológica associada ao comportamento agressivo.

 

Dizer palavrões produz para além de uma resposta emocional uma reação física. Esta prática já existe há séculos e assume-se como um fenómeno linguístico humano universal. Os palavrões são uma expressão que contrariam os códigos da linguagem e da educação em vigor, mas podem ser terapêuticos.”

 

Remate subjetivo: palavrão esporádico com justo motivo, sim; sendo habitual, não alivia e transforma o uso da língua portuguesa em linguajar.

 

Nota: informação obtida aqui.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 07:45
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