Ocorreu escrita acerca de Bento XVI. Denunciou, ontem, “a inércia da hierarquia católica irlandesa, manchada por actos de pedofilia”. Há anos, pontificando João Paulo II, o muito amado - incluo-me -, a Arquidiocese de Los Angeles pagou 660 milhões de dólares a meio milhar de vítimas de abuso sexual quando menores. “A Diocese de Detroit foi à falência pelos actos cometidos por sacerdotes acobertados por bispos”. Mais tarde, biliões em libras e dólares pagos, como se metal vil compensasse sofrimentos. Tristeza, uma entre algumas, que outras igrejas e a Católica propiciam aos devotos por fé, que não pelas posturas hierárquicas.
Parei. Rebolados e sambas não propiciam seriedades. Clicado o Facebook, mais houve para saber. Li:
_ “O sonho de Teixeira dos Santos é ir para Governador do Banco de Portugal, mas parece difícil com o ano que vamos ter. Vitor Bento seria escolha de abertura.”
Resposta alheia:
_ “O Paulo Bento. Esse sim, está sem trabalho.”
Minha:
_ “«Me desculpem, vai», mas vou na hipótese do J.V. O homem foi leão valente. Para o BP somente por tampa/tacho, esquife à vista!, ou por bravura carimbada.”
Última:
_ “Árbitros profissionais exigem aumento dos subornos todos os anos”.
Resposta:
_ “Assim não dá! Uma mulher tenta escrever coisas sérias, vem aqui numa rapidinha, e dá com esta.”
Riso solto e desandou a (pouca) inspiração.
Demorei - alergia a redes sociais -, mas reconheço: desde há pouco, fiquei adepta do Facebook. Razão: é um ‘te avias’ de ideias e humor. Saídos do forno, pareceres de fazedores de opinião. Nunca da minha – preciso de juízos meus. ‘Você lá, eu cá’ nas breves com gentes admiradas. Submissão perante deuses terrenos? Nem um pouco! Apenas mais um gosto nos escassos lazeres.
CAFÉ DA MANHÃ
Adoçantes
Peregrinando
Brasileiros