Domingo, 30 de Novembro de 2014

A TEMPO DE VOAR NESTE OUTONO

 

 

Quem do chão afasta progressivamente o olhar, descortina belezas em lugares anónimos da rua, do em frente.

 

 

Grenás diluídos no horizonte. Apetece descobrir mais desse longe vislumbrado. Ter asas e voar. Saber do além da cidade grande mergulhada em Outono.

 

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 06:17
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Sexta-feira, 14 de Junho de 2013

SEM FOLGAS NEM FERIADOS

 

Autores que não foi possível identificar

 

Inveja e egoísmo cabem, paralelos, nos comportamentos e sentir dos humanos. Wikipédia dixit: “inveja é o desejo por atributos, posses, status, habilidades de outra pessoa gerando um sentimento tão grande de egocentrismo que renegue as virtudes alheias, somente acentuando os defeitos.” Não necessariamente associada a um objeto: a característica típica é a comparação desfavorável do estatuto dalguém relativamente a outra.

 

Nas sociedades competitivas, a inveja decorre como água após o degelo. Consequência, dizem, do darwinismo social - “na autopreservação e auto-afirmação, a inveja é a arma dos incompetentes.” Inveja é a última palavra de Os Lusíadas. Comumente associada à cor verde, como na expressão "verde de inveja". A frase, retirada de uma expressão de Shakespeare, green-eyed monster, remete para um indivíduo motivado por este sentimento menor.

 

O ciúme costuma dar a mão à inveja. O medo da perda envolve, além do pivô do ciúme, quem o sente e quem o motiva. Relacionado com insegurança pessoal, pode, se exacerbado, constituir obsessão. O malfadado e não resolvido Complexo de Édipo obriga o ciumento a exigir fronteiras rígidas à liberdade do outro.

 

Dor, raiva, tristeza, medo, depressão e humilhação são emoções associadas aos dois sentimentos menores que afligem quem os experimenta. Tão naturais ao ser humano como o tédio e a raiva. Danosos. Carecendo de vigilância individual. De análise crítica do «ser» sobre o «ser». Permanente. Sem folgas nem feriados.

 

Era uma vez, uma cobra que decidiu perseguir um pirilampo. Ele fugia com medo da feroz predadora, mas a cobra não desistia. Um dia, já sem forças, o pirilampo parou e disse à cobra:
_ Posso fazer três perguntas?
_ Podes. Não costumo abrir esse precedente, mas já que te vou comer, podes perguntar.
_ Pertenço à tua cadeia alimentar?
_ Não.
_ Fiz-te algum mal?
_ Não.
_ Então porque me queres comer?
_ Porque não suporto ver-te brilhar!

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 08:19
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Olá Tudo bem?Faço votos JS
Vim aqui só pra comentar que o cara da imagem pare...
Olá Teresa: Fico contente com a tua correção "frei...
jotaeme desculpa a correcção, mas o rei freirático...
Lembrai os filhos do FUHRER, QUE NASCIAM NOS COLEG...
Esta narrativa, de contornos reais ou ficionais, t...
Olá!Como vai?Já passaram uns meses... sem saber de...
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