Domingo, 23 de Novembro de 2014

VALTER HUGO MÃE ESTRELA NA LITERATURA E NO "VÁVÁDIANDO"

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Foi um “VáVáDiando” memorável. O convidado Valter Hugo Mãe seduziu a audiência pelo seu pensar na escrita e na vida, pela sua comunicação fluida, genuína, isenta de tiques «intelectualóides». Vivo o diálogo gerado entre ouvintes e o ouvido.

 

 

Dados biográficos

 

 

No ano de 1999, Valter Hugo Mãe, nascido em 1971 em Angola, começou a obter reconhecimento público por via do “Prémio Almeida Garrett”. Em 2007, foi-lhe atribuído o “Prémio Literário José Saramago” que o viria a tornar escritor famoso em Portugal e além-fronteiras. Durante a entrega deste prémio, José Saramago classificou a ficção “o remorso de baltazar Serapião” como um ‘tsunami literário’: _ "Por vezes, tive a sensação de assistir a um novo parto da Língua Portuguesa."

 

 

Valter Hugo Mãe viria a receber outros galardões: “Grande Prémio Portugal Telecom de Literatura Melhor Livro do Ano, São Paulo, 2012” e ainda no mesmo ano o “Grande Prémio Portugal Telecom de Literatura Melhor Romance do Ano, São Paulo”. Imparável e com múltiplos talentos, expôs os seus desenhos na Galeria Símbolo (2007), estreou-se na música como vocalista do grupo “Governo” (2008) no Teatro do Campo Alegre.

 

 

“Os quatro primeiros romances do escritor são conhecidos como a tetralogia das minúsculas. Escritos integralmente sem letras capitais, incluindo o nome do autor, pretendiam chamar a atenção para a natureza oral dos textos e recondução da literatura à liberdade primeira do pensamento. As minúsculas aludem também a uma utopia de igualdade. Uma certa democracia que equiparava as palavras na sua grafia para deixar ao leitor definir o que devia ou não ser acentuado.”

 

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

 

publicado por Maria Brojo às 12:08
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Quarta-feira, 22 de Outubro de 2014

SAI LIVRO DUMA MÁQUINA COMO SE FORA CAFÉ

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Lobo, pop art

 

Máquinas que vendem livros no metro de São Paulo. O criador do projeto, Fabio Bueno Netto, não esperava tamanho sucesso da ideia que colocou em prática em 2003, quando já havia desistido do negócio livreiro. Para queimar o stock e encerrar as atividades, resolveu fazer uma promoção inusitada: "Pague quanto acha que vale". As vendas crescerem oito vezes, o negócio saiu do vermelho.

 

A ideia de vender livros em máquinas de auto-serviço surgiu quando o empreendedor passava frente a uma máquina de café, muito comum nas empresas. Como não havia nada parecido no mercado, adaptou equipamentos para o produto, criou tecnologia para gestão à distância e equipamentos de transporte e reabastecimento para as estações.

 

Foram dois anos e meio de planeamento e investimento de tempo e dinheiro até a venda do primeiro livro. "No primeiro dia de operação, fiquei por perto observando a reação das pessoas. Todos ficavam curiosos, aproximavam-se da máquina, mas não compravam. No fim da tarde, aconteceu a primeira venda. Foram quatro livros vendidos no primeiro dia."

 

Estas máquinas de venda de livros não dão troco, mas aceitam que cada pessoa pague quanto acha valer o livro que deseja, a partir de uma nota de dois reais, cerca de 60 cêntimos, a nota com o valor mais baixo do Brasil. As máquinas também existem nas ruas da maior metrópole da América do Sul.

 

CAFÉ DA MANHà

 

 

publicado por Maria Brojo às 09:46
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Segunda-feira, 28 de Julho de 2014

FEITIÇO INTEMPORAL: O EROTISMO

 

Gustave Courbet – “Woman in White-Stockings”, c_1861               “Victorian Girl on Beach” – William Bouguereau, c_1825-1905”

 

No mundo ocidental, o conceito de erotismo foi e é associada a tabus – constatação à risível maneira de Monsieur de La Palisse*. A nudez feminina domina a arte erótica ao ser, maioritariamente, executada por homens. Nu pictórico desapaixonado é raridade. A nudez total ou insinuada, quer em idos remotos quer na atualidade, incendeia os sentidos. Que assim seja até ao final dos tempos!

 

O fascínio pela arte erótica atemorizou a civilização dita «judaico-cristã»: censurou  a sexualidade explícita na arte e velou o respetivo poder erótico. Resultado antagónico: incrementou o interesse por esta categoria da pintura, ainda que condenado socialmente. Outras religiões consideraram o prazer sexual como parte importante do culto – são exemplo as aventuras sexuais dos deuses e deusas em textos sagrados. O cristianismo não é uma religião sexual. Jesus, compassivo perante a união dos sexos, foi derrotado pela poderosa intolerância de São Paulo.

 

O clero, enquanto importante patrono das artes até ao século XVIII ocidental, manifestou profundo afeto pela pintura e escultura; originou inconfundível tradição artística na qual o conteúdo erótico de muitas obras foi apresentado de forma implícita ou codificada. Igrejas de toda a Europa, na maioria destruídas por degradação ou refregas, expunham retábulos eróticos (…)

 

(…) *Historieta a propósito de Monsieur de La Palisse. É conto que os soldados de La Palisse, ao ilustraram o comprovado arrojo do marechal caído nos campos de Pavia (1525), engendraram  canção em memória do destemido oficial. Nela, constava a estrofe seguinte:

"Hélas, La Palice est mort,

Est mort devant Pavie;

Hélas, s’il n’était pas mort,

Il ferait encore envie."

 

Segundo a lenda(?), terá sido responsável pela deturpação (…)

 

Nota – Texto integral aqui.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 09:06
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Olá Tudo bem?Faço votos JS
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