Sábado, 14 de Fevereiro de 2015

O REI «FREIRÁTICO»

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O Rei D. João V não era pedófilo... mas sim «freirófilo»!

Quem não conhece a expressão “nem sempre galinha nem sempre rainha”?

O que muitos não saberão é que a origem dessa expressão é atribuída ao rei D. João V, conhecido nos manuais da história pelo “Magnânimo” mas também conhecido pelo “Freirático” por causa da sua apetência sexual por freiras.

 

 

Ficou célebre o seu tórrido romance com a Madre Paula, do mosteiro de S. Dinis em Odivelas, com quem teve vários filhos, os quais educou esmeradamente, ficando conhecidos pelos Meninos de Palhavã, porque residiam em Palhavã, no Palácio onde atualmente funciona a embaixada de Espanha em Lisboa.

 

 

A rainha era austríaca e muito feia, ao contrário do rei que era bem-apessoado. Talvez por isso o rei procurava outras companhias mais agradáveis. A rainha sentindo-se rejeitada ter-se-á queixado ao padre seu confessor.

 

 

Um dia o padre chamou o rei à razão; então o rei ordenou ao cozinheiro que a partir desse dia, o padre passaria a comer todos os dias galinha. Nos primeiros dias o padre até ficou satisfeito e deliciado com o menu. Mas passado três meses o homem andava agoniado e magro que nem um caniço, indo queixar-se ao rei, que o cozinheiro só lhe dava galinha.

Foi quando o rei com ar de malícia lhe disse.

_ Pois é senhor padre! Nem sempre galinha, nem sempre rainha!

 

 

CAFÉ DA MANHà

 

 

publicado por Maria Brojo às 08:00
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Segunda-feira, 24 de Outubro de 2011

A GENIALIDADE DOS SIMPLES

Connie Schaertl, Nadi Spencer

 

É trivial o parecer que de mulher simples não sejam esperados voos geniais. Verdade para quem julga banalidade despicienda carregar no ventre vida nova, pari-la, dar-lhe os seios noite e dia, cuidá-la, educar, dar ombro, ternura e afecto à família, empenho no trabalho, regressar com carregos do «super» e filhos pela mão, providenciar janta, dar banho à pequenada e, após dormidos, coser a bainha esgaçada na camisa do seu homem, engomar até as costas vergarem. Dia comum repetido no seguinte.

 

Que à mãe trabalhadora portuguesa, paga minguada e menor que a masculina, não sobre tempo para muito mais é previsível. Ainda assim, inúmeras ocupam horas que deviam ao sono em actividades cívicas, ajudam a idosa vizinha, oferecem o mimo dum sorriso aos que precisam. Tudo somado não faz delas geniais? Somente as que escrevem no conforto do escritório, as que se destacam na política ou nas artes ou na gestão de empórios merecem aplausos e reverências públicas? Salvo para aproveitamento partidário, quem menciona esta força/alicerce que respeitada e protegida faria melhor o país? Esperam-nos gerações desesperadas pelo crescer penoso, revoltadas contra as injustiças que vitimaram os pais?

 

Mulher simples declaro-me. Ido o tempo dos afazeres multiplicados, conquanto substituídos por outros, tenho o privilégio de ocupar ócios com leitura, escrita e pintura. Pois a simples deu em iniciar manta de croché. Com prendas na área do tricô, do ‘ponto de cruz’ e da costura, já ‘bordado cheio’ e renda saídos dos meus dedos foram desastre. Aventuro-me agora a tomar o gosto de uma só agulha nas mãos misturando lãs multicolores. Construir, preciso. É desafio continuado dar labuta aos neurónios e através deles ao fazer. Em cada laçada, esperança, em cada quadrado, a certeza do “consegui!”. No mundo das pequenas coisas, as grandes podem segui-las.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

Sugestão de Veneno C.

 

publicado por Maria Brojo às 08:00
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Quarta-feira, 1 de Dezembro de 2010

POST PEPSAMAR

 

Mark Sparacio, autor que não foi possível identificar

 

Entender é fácil e agrada-me numa parte do todo: desejo de participar em tertúlias sem arredo da cadeira almofadada – a verdade é que cada vez mais escasseiam (até o Vavadiando está suspenso!) -, volver ao trabalho ou à lida doméstica, espreitar de novo, interromper e assistir ao desafio de futebol, arrumar pendentes, viajar num filme ou nas «têvês» ou por músicas e escritas várias. Saudável entreter permitido pelos meios tradicionais a que o hoje acresce redes sociais, jornais do mundo, vídeos e blogues. Alargada a panóplia de quem não desmerece estar com o lugar de todos.

 

Desentender, porque fundamentado em atitudes longínquas dos meus horizontes, é, de modo contraditório, igualmente fácil: escoar descontentamentos pessoais, bílis incómoda, azia sem Pepsamar na reserva das emergências, insónias, mandar a sítio pouco recomendável, quiçá merecido!, o chefe da repartição que não pára de atazanar ouvidos e cabeça do funcionário em serviço. Afinal, os seres humanos primam pela (ir)racionalidade.

 

Não aceito, por liberal que seja o SPNI, tamanho chorrilho de ofensas directas e indirectas entre comentadores como as que ciclicamente infestam este sítio. Haja contenção senhoras e senhores! Critiquem, demolir textos não me aflige, mas o respeito entre gentes é bonito de ver, melhor ainda de ler. Ora, sendo a concórdia e o pendor para a harmonia traves da minha matriz, não reservo bom grado a três «ós»: ociosidade ofensiva e ostensiva. Há dizeres com graça que melhoram incrivelmente maus fígados. Vantagens: é estimulada a imaginação traduzida em palavras escritas, a reinação cresce – o pretendido! – e o pessoal sai aliviado de maçadas exteriores, dentes isentos de rangidos. Acordar para a subtileza cordial é tão, mas tão mais divertido... Que tal descobri-la como alguns comentadores fazem com mestria?

 

CAFÉ DA MANHÃ

  

publicado por Maria Brojo às 09:49
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Quinta-feira, 24 de Junho de 2010

MÁFIA «SOPRANA»

Lorenzo Sperlonga e Mark Sparacio

 

“A população mundial precisa de 1,4 planetas para cobrir a actual procura de recursos naturais. Cada cidadão americano «ocupa» o dobro do espaço utilizado por um europeu e um europeu o triplo do que necessita um africano.” Tanto para tão poucos! A estimativa não é novidade; complementada pela crise económica, obriga a (re)pensar o actual way of life do Ocidente. Quando parte ínfima da humanidade requisita para uso fracção maior da Terra, a humanidade faz o pino e persiste no ‘pernas para o ar’.

 

Prova esta pirueta, o badalo ontem chocalhado: os americanos no Afeganistão custeiam os talibans. Desembolsam milhões de dólares a troco da segurança no transporte dos bens necessários aos guerreiros made in U.S.A.. Alvoroço inevitável nos patrícios sob o pano com stars and stripes. Resta o facto: inimigo financia inimigo. Máfia «soprana», máfia soberana. Série com sucesso nos ecrãs transposta para o palco real.

 

Quem dera insensibilidade aos (e)feitos dos mandantes nas relações internacionais que as guerras fazem e contaminam! Mas não – cidadão do mundo queda-se. Fica absorto pela pintura descascada. Olha à volta e condiz o que presumia condizente. Malvada perversidade em que o ser comum é vítima e culpado!

 

Porque hoje giro ao contrário, mais do que o escrito seria além do Além.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 10:40
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últ. comentários

Olá Tudo bem?Faço votos JS
Vim aqui só pra comentar que o cara da imagem pare...
Olá Teresa: Fico contente com a tua correção "frei...
jotaeme desculpa a correcção, mas o rei freirático...
Lembrai os filhos do FUHRER, QUE NASCIAM NOS COLEG...
Esta narrativa, de contornos reais ou ficionais, t...
Olá!Como vai?Já passaram uns meses... sem saber de...
continuo a espera de voltar a ler-te
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Autor que não foi possível identificar: Andrew Atr...

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