Domingo, 2 de Fevereiro de 2014

"VAVADIANDO" COM JORGE SILVA MELO

 

 

 

Lauro António, apresenta o convidado. Jorge Silva Melo aborda a cultura portuguesa na atualidade, o teatro em especial. De tão especial a palestra, foi rico o debate no após.

 

 

 

Maria Eduarda Colares, Maria da Luz e a atriz Lia Gama que muitas achegas certeiras deu ao diálogo estabelecido.

 

 

 

Maria Ondina Camilo e o ator/encenador Frederico Corado.

 

  

 

A atriz Elsa Galvão, a irmã, Celeste Chaves, Victor Serra também enriqueceriam a conversa com reflexões justa e sábias. A alegria reinou.

 

Em baixo, outros participantes dum "Vavadiando" a não esquecer.

 

  

 

  

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 08:52
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Domingo, 22 de Dezembro de 2013

VAVADIANDO DE NATAL - JOÃO PEREIRA BASTOS

 

 

    

 

À chegada, o Vá-Vá ofertou aos participantes decoração natalícia e a tradicional belíssima coleção de obras de nomes grandes das artes e das letras.

 

   

 

    

 

Pelas assinaturas, identificados os autores ilustres.

 

   

 

Maria Eduarda Colares e Fernando Dacosta.

 

   

 

   

 

Alguns dos rostos que neste e noutros "Vavadiando" têm participado.

 

    

 

Apresentação do belíssimo orador pelo Lauro António. João Pereira Bastos falou e encantou no ambiente íntimo a permitir histórias pouco conhecidas desta personagem de renome na cultura portuguesa em geral, nas artes cénicas em particular. Quem julga elitista o rol dos presentes cai em logro. Todos são bem-vindos. E que 'tragam mais cinco'. Para conhecimento das próximas tertúlias basta consultar o link à direita que tem por nome "Lauro António Apresenta" onde figura o endereço de e-mail e, através dele, revelar interesse em ser incluído na lista das comunicações.

 

CAFÉ DA MANHà

 

publicado por Maria Brojo às 08:43
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Sábado, 14 de Dezembro de 2013

"ANA DE LONDRES"


  


 

Após mais uma ses­são da ter­tú­lia “Vava­di­ando” pro­mo­vida pelo Lauro Antó­nio no Vá-Vá onde foram cru­za­dos tem­pos e cru­zam as ave­ni­das Esta­dos Uni­dos da Amé­rica com a de Roma, fui desa­fi­ada pela pin­tora Graça Del­gado para sur­presa longe dali. Vínha­mos com almas cheias pela his­tó­ria do lugar no final dos ses­senta, na década de setenta, des­fi­ada pelo Fer­nando Tordo. Des­ce­mos às cata­cum­bas do metro. Até ao Cais do Sodré, extra­va­sá­mos emo­ções e con­tos, risos mui­tos pelo que fôra­mos nos tem­pos lembrados.

 

Na zona para onde a moda da atual noite lis­bo­eta se mudou, a sur­presa. Esta­be­le­ci­mento esconso, bal­cão sim­bó­lico, mochos, pou­cos, como assen­tos, luz e palco dimi­nu­tos. Neste, mesa de honra onde haviam tomado lugar os pro­ta­go­nis­tas: Miguel Real, autor do pre­fá­cio, o ilus­tra­dor, Manuel San-Payo — fora colega e amigo que per­dera de vista -, o edi­tor da obra apre­sen­tada. Cris­tina Car­va­lho, ao cen­tro. Da escri­tora, jamais havia lido o quer que fosse. Somente ali, tive conhe­ci­mento da sua extensa obra lite­rá­ria, de ser filha de Rómulo de Car­va­lho, Homem com o qual con­vivi, peda­gogo da ciên­cia cujos sabe­res e livros me haviam ilu­mi­nado o per­curso na divul­ga­ção das ciên­cias Física e Quí­mica. Senti-me em casa tam­bém pelo lugar des­po­jado de ribal­tas oci­o­sas. No final, dança mis­tura de gera­ções reu­niu desde cri­an­ças peque­nas até adul­tos de idade meia – a grande idade rara ali. A boa sele­ção de música dos anos ses­senta res­pon­sá­vel pelo bai­la­rico. Em lan­ça­mento, “Ana de Lon­dres”. Ante­ri­or­mente, fora conto no pri­meiro livro de Cris­tina Car­va­lho, “Até já não é Adeus: his­tó­rias per­ver­sas”, dado à estampa em 1989 e em 1996 publi­cado auto­no­ma­mente. Pela valia histórico-social do conto, pela admi­rá­vel escrita, ganhou alfor­ria após revisto. Deci­sivo o empur­rão dos lei­to­res e de crí­ti­cos remon­ta­dos. Encanto suple­men­tar neste livro há cur­tos meses ree­di­tado: os pre­tos e bran­cos de Manuel San-Payo (quan­tas vezes pre­sen­ciei a exe­cu­ção de mais pelo mesmo artista plás­tico!), res­pon­sá­vel por um dos banners de elei­ção deste “Escre­ver é Triste” tra­zido pela «prima» Rita Roquette de Vasconcellos comen­tado com exce­lên­cia por outra «prima», Eugénia Vasconcellos.

 

É em Lis­boa que decorre a ação do livro escrita com lin­gua­gem pre­cisa e pre­ci­osa. Loca­li­za­ção tem­po­ral: final dos anos ses­senta do século pas­sado, mais rigo­ro­sa­mente em julho de ses­senta e nove. Tem­pos difí­ceis pelo cin­zento névoa e lutos que em per­ma­nên­cia se aba­tiam sobre os por­tu­gue­ses. A guerra colo­nial, o ambi­ente pardo e cas­tra­dor que engai­o­lava todos, jovens em par­ti­cu­lar, a revolta por tal, a fuga de tan­tos. João Filipe, namo­rado de Ana Maria, um de mui­tos. Nos ide­ais e deca­dente viver em Por­tu­gal, Ana encon­tra força para esca­par de tama­nha sem graça. Aban­dona famí­lia e ami­gos. Parte de Campo de Ouri­que para Lon­dres. Das aven­tu­ras, das des­fei­tas no antes e depois, é nar­ra­dora amiga de infân­cia de Ana. Por ela sabe­mos o pas­sado no momento em que a rapa­riga de dezoito anos comu­nica aos pais o deci­dido (…)

 

Nota: texto publicado hoje no "Escrever é Triste.


CAFÉ DA MANHÃ



publicado por Maria Brojo às 07:57
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Domingo, 8 de Dezembro de 2013

FOI NA SEMANA PASSADA QUE PASSEI

 

 

 

No dia 29 de Novembro, Medeiros Ferreira foi o convidado da tertúlia "Vavadiando" promovida pelo excelente anfitrião Lauro António. À direita, Maria Eduarda Colares e Maria Emília Brederode Santos.

 

 

Lauro António apresenta o orador a uma assembleia sempre amável e, frequentemente, interventiva que escuta com prazer as palavras e a ironia subtil de Medeiros  Ferreira. Depois, as perguntas e o diálogo com todos.

 

 

Conceição Alexandre e Mary. Duas das muitas habituais presenças nestas aventuras de saberes.

 

 

 

O pintor Eurico Gonçalves, José Espada Teixeira e o ator e encenador Frederico Corado.

 

 

A 20 de dezembro, João Pereira Bastos na sessão de Natal do "Vavadiando". A não perder. O Vá-Vá espera todos aqueles interesssados em participar.

 

 

CAFÉ DA MANHÃ

publicado por Maria Brojo às 08:13
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Domingo, 23 de Junho de 2013

O ASSIM DE ONTEM

 

 

Quinta da Alorna para bem começar o dia. Pitéus ao almoço, horizontes e o perto. Sublimes no todo.

 

 

 

Pelas 18h, regresso a Lisboa para o "Vavadiando" com Mário de Carvalho.

 

 

Alexandra Amorim, Lauro António e Mário de Carvalho.

 

 

A mulher do Mário de Carvalho, Eduarda Colares, Vítor Serra.

 

 

Descida a noite, a lua e luzes outras numa festa de praia.

 

 

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 11:10
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Domingo, 2 de Junho de 2013

VAVADIANDO COM JOÃO SOARES

 

 

Ali no cruzamento entre a Estados Unidos e a Avenida de Roma, o Vá-Vá.

 

 

Lugar de tradição no pensar e refletir conjunto da sociedade portuguesa. O telefone avisa chamada da querida amiga Manuela Pinheiro.

_ "A menina agora deu em jornalista?"

Entrei. Foi de ternura o reencontro. Como outros. Como todos.

 

 

A reconhecida Pintora Manuela Pinheiro, autora de algumas das obras que fazem do Vá-Vá mostra significativa da cerâmica e pintura portuguesa, Victor Serra e Fernando Dacosta.

 

 

A cumplicidade de amigas desde sempre: Maria Eduarda Colares e Manuela Pinheiro.

 

 

João Soares entre amigos. (Fotografias obtidas por Maria Eduarda Colares)

 

 

Lauro António apresenta João Soares. Política, sociedade, Europa e o mundo. Debate informal, espontâneo e proveitoso. Serão que permtiu analisar as funduras, graças e desgraças deste povo em aperto nunca visto.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

publicado por Maria Brojo às 10:21
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Segunda-feira, 1 de Abril de 2013

mísia no Vavadiando - 30 Março de 2013

 

 

 

 

Momento de silêncio e luzes baixas, fascinante pelo cantar da Mísia.

 

 

E a maravilha duma voz encheu a sala.

 

 

Eduarda Colares fotografa e, em simultâneo, é fotografada. O Fernando Dacosta foi apanhado sem querer.

 

 

 

Serão admirável onde a Mísia se expôs até redutos fundos. Quem a olha e ouve nos espetáculos ou nos videoclips não configura a personalidade e a voz espontânea sem violas ou rede. Pena é ser mais conhecida lá fora do que neste pequeno Portugal.

 

Este “Vavadiando” foi, como de costume, surpresa boa. Num ambiente descontraído, propício à intimidade, é amizade o respirado. Bem-haja Lauro António.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

Consta no rodapé do videoclip:

 

“O fado «O Manto da Rainha» consta do álbum de Mísia «Senhora da Noite», tendo sido lançado em Portugal a 22 de Dezembro de 2011. O «Manto da Rainha» é o nome que em Quiromancia se dá a uma rara e paralela segunda linha da vida, na palma da mão esquerda. Esta linha representa uma espécie de proteção do destino. Mísia tem esta rara linha na sua mão. O texto foi escrito por Mísia com uma linguagem gótica-romântica característica do séc. XIX onde se glosa a primeira estrofe.

Mísia conheceu John Turturro quando participou no filme Passione dirigido em Nápoles por este ator e realizador italo-americano. Mísia sempre foi uma grande admiradora do talento e filmografia de John Turturro, por isso aceitou imediatamente o convite para participar no filme Passione, que abre e fecha com duas canções napolitanas cantadas por Mísia. Mísia deveria cantar inicialmente Era di Maggio com Pepe Servillo e Avion Travel, mas Turturro convidou-a para aprender em 24 horas o tema Indiferentemente que fecha o filme. Desta colaboração nasceu uma grande cumplicidade artística que levou Turturro a aceitar o convite de Mísia para realizar pela primeira vez um videoclip. Foi de mútuo acordo que se escolheu um ambiente barroco e decadente que poderia também ser o de um espaço em Lisboa, para ilustrar o texto de Mísia, no qual a primeira quadra é glosada.”

 

publicado por Maria Brojo às 09:02
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Domingo, 19 de Dezembro de 2010

VA(VA)DIANDO

Colecção "Inverno, Lisboa, 2010"

 

Em azul néon as letras – duplo «V», duplo «Á» - são estrelas que orientam caminhos na encruzilhada da noite. Nunca é mais um o encontro que o dentro das letras chama e abriga. Meio ano sem ele criou saudade das pessoas, das falas também elas cruzadas, jamais ociosas, sempre alegres, risonhas, sérias chegado o momento de seriedade no tratado. Apetitosas, portanto. 

 

 

A Estados Unidos interrompe a de Roma para depois ambas prosseguirem rotas. No lugar da cruz pouco se distinguem e mais parece uma continuar a outra. A Lisboa que se rende ao breu, porque mal iluminada, tem ali oásis ténue.

 

  

Antes da entrada no Vá-Vá, chuva grossa cai e rebrilha o alcatrão, reflecte luzes nas cadeiras vagas pela invernia. E há verde modesto pelo tamanho naquele lugar na cidade, vivaço pela humidade que o céu avia. Plantado na calçada portuguesa onde o basalto é fronteira e desenho.

 

 

Aberta a porta, cerâmica da Menez é presença que delimita e forra o espaço. Na sala privada, emoldurados folhetos doutros Vavadiando, convidados/protagonistas em destaque. E são lembradas tertúlias passadas que intervalaram gentes do palco, do cinema, da política, da escrita, da sociedade atenta à cultura.

 

 

Na parede oposta, fotografias das personalidades que dali fizeram lugar de convívio revestem-na. Memórias de muitos que partiram, alguns que o mundo todo conheceu, a medalha da AHRESP lembra a comenda, há pouco, atribuída pela Presidência da República. Justa pelo papel interventivo na sociedade e na cultura do Vá-Vá que o Lauro António, a Eduarda têm mantido vivo e lustrado.

 

 

Murais da Menez, obras da Manuela Pinheiro e doutros constroem galeria nobre e insuspeita para quem dos autores não identifica cores e traços.

 

 

À despedida, impossível não desafiar o querido amigo e anfitrião para um engravatado adeus e votos de Festas boas. Já na série de televisão deste amante e conhecedor de cinema, se era da Marilyn o filme, a gravata representava-a. Idêntica opção para estrelas outras. O humor do Lauro António é subtil, mas poderoso. Na rua, as cadeiras empilhadas significam o final da jornada. Pobres enfeites continuam à chuva ignorando o calor ali tão perto e acabado.

 

CAFÉ DA MANHÃ

 

Cortesia do Amigo Justo

  

publicado por Maria Brojo às 12:31
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Exposição de Artes Plásticas - Conceito

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